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Watchtower forçada a seguir lei de protecção de menores na Austrália

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Re: Watchtower forçada a seguir lei de protecção de menores na Austrália

Mensagem por TJ Curioso em Sab Jan 05 2013, 14:59

erreve escreveu:Prezado Eu.

Sugiro, se possível, esclarecer um pouco seu "post".

Estou afastado há algum tempo do assunto Testemunhas de Jeová, e não sei o que é o Working with children check, o que acredito seja o significado de WWC citado no "link".

Atenciosamente,

RV

Erreve lê desde a primeira postagem para perceberes o que está em questão neste tópico.

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Re: Watchtower forçada a seguir lei de protecção de menores na Austrália

Mensagem por erreve em Sab Jan 05 2013, 15:28

OK, TJ Curioso, obrigado pela "dica".


Favor considerar este "link". Smile
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realidades diferentes

Mensagem por eu em Sab Jan 05 2013, 15:40

Acho que estás a ser muito sociologo e pouco prático, desculpa a franqueza mas a realidade brasileira não é de todo aplicável à realidade europeia.

Eu já viajei bastante, tenho amigos em todo o mundo, alguns TJ's (com quem agora não tenho contacto) e outros não e posso dizer-te que a diferença do impacto que uma manifestação social tem em diferentes países é impressionante. Aliás as pessoas que constituiem essa manifestação e/ou a organizam também são diferentes e dispostas a fazer coisas diferentes pelas mesmas causas. diferentes contextos políticos também permitem diferentes coisas, ao ver as revoluções árabes lembro de falar com colegas sobre isso e sobre termos chegado à conclusão que muitas vezes era mais fácil fazer uma revolução nesses países do que num país como o nosso, neste caso Portugal. Não só pelo apoio que poderiam receber internacionalmente mas porque eram mil contra um ou uns quantos, enquanto que cá, principalmente na Europa o governo está tão instituído que é particamente impossível derrubá-lo, escondem-se atrás da fachada da democrácia e do semi-conforto social, do pseudo-socialismo e conseguem sempre ter o apoio de alguém, e deixa de ser um contra mil e por vezes inverte-se mesmo esta tendência e quem fala é mais censurado do que seria numa ditadura, da qual ao menos podia fugir e receber auxilio ou asílo.

Por exemplo não sei se têm noção do que aconteceu à ex-bastonária dos arquitectos, Helena Roseta (em Portugal). E muitos outros casos em Espanha ou em Inglaterra, em que os anti-monárquicos são extremamente censurados ou na Rússia, enfim...

Nem sempre a realidade sociológica, nomeadamente a localizada, é compatível com a realidade prática e como deves ter estudado o senso-comum nem sempre é compatível com o que devia ser ou com a análise teórica das situações, no fundo as conclusões sócio-antropológicas são muitas vezes diferentes da realidade e consegues também ver isso na história, caso contrário não se tinham dado sanções tão grandes à Alemanha no final da primeira guerra mundial, etc.

pascoalnaib escreveu:Investigando a Torre cita:
Quando eu falei de populações mais ou menos esclarecidas, isso nada tem a ver com qualquer país em concreto ou com a sua dimensão.
Falo de países/populações que têm um maior ou menor acesso à informação e ao bom uso que possam fazer dela!
Quem define o acesso de que e para que nos países? É bem relativo essa questão.

Por exemplo, falando daquilo que conheço mais de perto, é indiscutível que os Estados Unidos da América têm um grande acesso a fontes de informação, podendo o seu uso ser convenientemente utilizado. No entanto, o desperdício que as populações fazem de toda essa informação ao seu dispôr é confrangedor. Deste ponto de vista considero o povo americano pouco informado e pouco esclarecido!
Jean Baudrillard cita: “Este excesso de realidade provoca o fim da realidade, da mesma forma que o excesso de informação põe um fim na comunicação”.
Informação rápida não é conhecimento! Observamos hoje em dia uma avalanche de informações que se anulam pela superficialidade de como as coisas são analisadas. Já o conhecimento precisa de um debate de ideias e de um aperfeiçoamento constante de senso crítico.

No extremo oposto encontra-se Cuba onde a informação é filtrada até ao micron, mas em contrapartida o povo cubanbo absorve tudo o que pode e deste ponto de vista considero-o informado e esclarecido.
Informado e esclarecido por quem e para que? Informado e esclarecido de que e para que? Isso é bem relativo e perigoso!

as coisas ficam mais fáceis de resolver em regimes ditatoriais, independentemente do respeito que se possa ter pelos direitos humanos
Ficam mais fáceis e mais vergonhosa! Independente de qual denominação religiosa ou de qual ato foi feito ainda devemos prezar as resoluções via "democracia". Infelizmente vivemos numa dormência da luta pela cidadania e engajamento popular, porém algumas situações, como a crise da europa, começam a despertar os movimentos sociais.

No entanto, casos recentes ocorridos nos Estados Unidos ou em França a propósito da aplicação de impostos devidos à Watchtower vêm contrariar um pouco esta tendência, o que só me dá razão quando digo que, quando os políticos chegarem à conclusão que nada têm a perder, antes pelo contrário, em aplicar o direito de justiça em relação às instituições religiosas, não hesitarão em fazê-lo.
Aqui no Brasil o maior erro é esperar algo de quem quer que seja. Político algum entra numa causa se a mesma não tiver apelo popular ou mobilização civil.
Foi assim nos EUA na questão das minorias raciais e dos movimentos do homossexuais. Sem mobilização não há conquistas.
"Vem vamos embora que esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera acontecer". Geraldo Vandré.
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Re: Watchtower forçada a seguir lei de protecção de menores na Austrália

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