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O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

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O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por hocosi em Dom Nov 09 2014, 19:06

Alguém aqui já leu?

Na wikipédia diz sobre ele:

O Livro de Urântia é uma obra literária que integra história, ciência, filosofia e religião, composta por 197 documentos escritos originalmente em inglês, e traduzido recentemente para mais idiomas, entre eles o português.

Nas suas páginas, o livro refere ter sido compilado por um corpo de seres supra-humanos das mais diversas ordens. O texto fornece uma surpreendente perspectiva das origens, história e destino humanos, constituindo uma nova revelação para a humanidade.

A identidade dos autores divinos é estabelecida no próprio livro e a pessoa que serviu de intermediária não é identificada. O Livro refere que é assim para que nenhum humano possa ser proclamado "profeta" ou admirado de alguma forma por tal obra literária.

O Livro de Urântia é uma fonte de inspiração e conhecimento para muitas pessoas e muitos líderes religiosos e instituições estabelecidas, religiosas ou não, mas não promove a criação de uma religião institucional nos seus ensinamentos. Grupos de estudo, fundações, sociedades, continuam surgindo, pois o livro é uma inspiração a debates para todos aqueles que tomam conhecimento de seu conteúdo. O próprio livro ensina a religião espiritual pessoal, fomentando uma fé religiosa viva e pessoal.

E AQUI pode-se ler o livro



"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro. A real tragédia da vida são os adultos que têm medo da luz" . Platão

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por hocosi em Dom Nov 09 2014, 19:15

No documento 1 diz:


1. O Nome do Pai

(22.4) 1:1.1 De todos os nomes pelos quais Deus, o Pai, é conhecido nos universos, aqueles que O designam como a Primeira Fonte e Centro do Universo são os mais freqüentemente encontrados. O Pai Primeiro é conhecido por vários nomes, em universos diferentes e nos diversos setores de um mesmo universo. Os nomes por meio dos quais a criatura designa o Criador dependem, em grande parte, do conceito que a criatura tem do Criador. A Primeira Fonte e Centro do Universo nunca revelou a Si própria por um nome, apenas pela Sua natureza. Se acreditamos que somos filhos deste Criador, afinal, torna-se natural que o chamemos de Pai. Mas essa denominação vem da nossa própria escolha, e advém do reconhecimento da nossa relação pessoal com a Primeira Fonte e Centro.

(22.5) 1:1.2 O Pai Universal nunca impõe qualquer forma de reconhecimento arbitrário, de adoração formal, ou de serviço escravizador às criaturas inteligentes e dotadas de vontade dos universos. Os habitantes evolucionários dos mundos do tempo e do espaço, por si mesmos, devem — nos seus corações — reconhecer, amar e voluntariamente adorá-Lo. O Criador recusa-Se a exercer coação de submissão sobre os livres-arbítrios espirituais das suas criaturas materiais. A dedicação afetuosa da vontade humana, de fazer a vontade do Pai, é a dádiva mais bem escolhida que o homem pode oferecer a Deus; de fato, uma consagração assim da sua vontade de criatura constitui a única dádiva possível de valor verdadeiro, do homem, ao Pai do Paraíso. Em Deus, o homem vive, move-se e tem o seu ser; não há nada que o homem possa dar a Deus, a não ser a escolha de ater-se à vontade do Pai; e uma decisão como essa, efetivada pelas criaturas volitivas inteligentes dos universos, na realidade, constitui a verdadeira adoração, que satisfaz muito plenamente ao Pai Criador, em cuja natureza o amor é preponderante.

(22.6) 1:1.3 Quando realmente vos houverdes tornado conscientes de Deus, após descobrirdes verdadeiramente a majestade do Criador e houverdes experimentado e compreendido a presença do controlador divino, que em vós reside, então, segundo o vosso esclarecimento e de acordo com a maneira e o método pelo qual os Filhos divinos revelam Deus, vós encontrareis um nome para o Pai Universal que expresse adequadamente o vosso conceito da Primeira Grande Fonte e Centro. E assim, em mundos diferentes e em vários universos, o Criador torna-se conhecido por inúmeros nomes; e todos significam a mesma coisa, pelo sentido do relacionamento dos filhos com Ele; em palavras e símbolos, todavia, cada nome representa um grau, uma profundidade da Sua entronização nos corações das Suas criaturas de um determinado reino.



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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por hocosi em Dom Nov 09 2014, 19:35

Comentários da Sociedade Gnóstica Internacional.

http://www.sgi.org.br/religioes/quem-escreveu-o-livro-de-urantia/




Tópico movido de 'Off topic TJ' para 'Religiões, Crenças & Teologia'



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O Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Gamma em Sab Jun 27 2015, 20:30

Eu tenho perseguido o conceito de "reino" sempre dentro dum padrão para o qual fomos treinados, embora não conseguisse sentir harmonia interna com esse ideal tejoteano.

Hoje, ao fazer uma leitura por alto do índice de "O livro de Urantia", deparei-me com uma abordagem a esse tema que para mim faz muito mais sentido. Trago aqui algumas palavras de lá, para a consideração de quem se questiona sobre o que é realmente o reino do qual Jesus falou, tenha sido ele (de acordo com diferentes pontos de vista) uma figura meramente histórica, ou o Filho do Deus bíblico):

(saliento algumas frases a vermelho)

Os apóstolos viram-se incapazes de compreender o significado real das palavras do Mestre a respeito do Reino. A distorção posterior dos ensinamentos de Jesus, como registrados no Novo Testamento, acontece porque o conceito daqueles que escreveram os evangelhos encontrava-se matizado pela crença de que Jesus estaria ausente do mundo, então, apenas por um curto período de tempo; que ele retornaria logo para estabelecer o Reino em poder e glória — exatamente esta era a idéia que eles alimentavam enquanto Jesus estava junto deles na carne. Mas Jesus não ligava o estabelecimento do Reino à idéia do seu retorno a este mundo. Que se tenham passado os séculos sem nenhum sinal da vinda da “Nova Era”, de nenhum modo contradiz o ensinamento de Jesus.

(1860.6) 170:2.11 O grande esforço que esse sermão representou era uma tentativa de converter o conceito do Reino do céu no ideal que é a idéia de fazer a vontade de Deus. Há muito, o Mestre havia já ensinado os seus seguidores a orar: “Vinde a nós o Vosso Reino; a Vossa vontade seja feita”; e nessa época ele sinceramente buscava induzi-los a abandonar o uso do termo Reino de Deus, em favor do equivalente mais prático, a vontade de Deus. Mas ele não teve êxito.

(1860.7) 170:2.12 Jesus desejava substituir uma idéia de reino, com rei e súditos, pelo conceito da família celeste, do Pai celeste e dos filhos libertados de Deus, e empenhados no serviço voluntário e cheio de júbilo ao semelhante, e na adoração sublime e inteligente de Deus, o Pai.

(1860.Cool 170:2.13 Até então os apóstolos haviam formado um ponto de vista duplo sobre o Reino; eles consideravam-no como sendo:

(1860.9) 170:2.14 1. Uma questão de experiência pessoal, então presente nos corações dos verdadeiros crentes.
(1860.10) 170:2.15 2. Uma questão de fenômeno racial ou mundial; pois o Reino seria para o futuro; algo por que se devia aguardar ansiosamente.

(1860.11) 170:2.16 Eles consideravam a vinda do Reino, aos corações dos homens, um desenvolvimento gradativo, como o fermento na massa ou como o crescimento da semente de mostarda. E acreditavam que a vinda do Reino no sentido racial ou mundial seria súbita, tanto quanto espetacular. Jesus nunca se cansou de dizer a eles que o Reino do céu era a experiência pessoal de realizar as mais altas qualidades da vivência espiritual; que essas realidades da experiência espiritual traduzem-se progressivamente em níveis novos e mais elevados de certeza divina e de grandeza eterna.

(1860.12) 170:2.17 Nessa tarde, o Mestre ensinou claramente sobre um novo conceito da natureza dupla do Reino, descrevendo as duas características seguintes:

(1860.13) 170:2.18 “Primeira: o Reino de Deus neste mundo, o desejo supremo de fazer a vontade de Deus, o amor não-egoísta pelos homens, que dá os bons frutos de uma conduta mais ética e mais moral.

(1861.1) 170:2.19 “Segunda: o Reino de Deus nos céus, a meta dos crentes mortais, o estado em que o amor por Deus é perfeccionado; e no qual a vontade de Deus é feita mais divinamente”.


(1861.2) 170:2.20 Jesus ensinou que aquele que acredita pela fé entra imediatamente no Reino. Nos seus vários discursos ensinou que duas coisas são essenciais à entrada no Reino por meio da fé:

(1861.3) 170:2.21 1. A fé e a sinceridade. Vir como uma criancinha, receber o dom da filiação como uma dádiva; submeter-se a fazer a vontade de Deus sem questionar e em confiança plena e genuína na sabedoria do Pai; vir ao Reino, livre de preconceitos e prejulgamentos; estar de mente aberta para aprender, como um filho não estragado por mimos.

(1861.4) 170:2.22 2. A fome da verdade. A sede de retidão, uma mudança na mente para a conquista de um motivo para ser como Deus e encontrar Deus.

(1861.5) 170:2.23 Jesus ensinou que o pecado não é produto de uma natureza defeituosa, mas que é antes o fruto de uma mente conhecedora que se deixa dominar por uma vontade indômita. A respeito do pecado, ele ensinou que Deus já os perdoou e, pelo ato de perdoarmos ao nosso semelhante, tornamos o perdão de Deus disponível para nos favorecer pessoalmente. Ao perdoar ao vosso irmão na carne, estais criando uma capacidade na vossa própria alma de entrar na realidade do perdão de Deus para os vossos próprios erros.

(1861.6) 170:2.24 Na época em que o apóstolo João começou a escrever a história da vida e dos ensinamentos de Jesus, os primeiros cristãos haviam tido tantos problemas com a idéia do Reino de Deus, e com as perseguições por ela geradas, que abdicaram quase por inteiro do uso desse termo. João fala muito sobre a “vida eterna”. Jesus referia-se, muitas vezes, a um “Reino da vida”. Ele referia-se também com freqüência ao “Reino de Deus, dentro de vós”. Certa vez falou da experiência de uma “irmandade na família de Deus, o Pai”. Jesus procurou substituir reino por muitos termos, mas sempre sem êxito. Entre outros, ele usou: família de Deus, vontade do Pai, amigos de Deus, comunidade dos crentes, irmandade dos homens, seio do Pai, crianças de Deus, comunidade dos fiéis, serviço do Pai e filhos liberados de Deus.

(1861.7) 170:2.25 Todavia ele não pôde escapar do uso da idéia de um reino. Só mais de cinqüenta anos mais tarde, depois que os exércitos romanos destruíram Jerusalém, tal conceito de um reino começou a se transformar no culto da vida eterna, à medida que o seu aspecto social e institucional foi assumido pela igreja cristã, então, em vias de expansão e cristalização rápidas.


Fonte: http://www.urantia.org/pt/o-livro-de-urantia/documento-170-o-reino-ceu

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por River raid em Sab Jun 27 2015, 20:49

Não bastava os Mórmons com sua bíblia psicadélica, ainda por cima temos que levar em cima com um tal de "livro de Urântia". Porque raio não existe uma Bíblia "Siga o exemplo de Jesus"?

Continuem a inventar... uma coisa é certa: de mim não levam nada!

ide trabalhar prás obras, sempre poupam dinheiro no ginásio.



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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Gamma em Sab Jun 27 2015, 21:06

@River raid escreveu:Porque raio não existe uma Bíblia "Siga o exemplo de Jesus"?

Continuem a inventar... uma coisa é certa: de mim não levam nada!



Falou no plural porquê? Não entendi.

O que eu estava a trazer à atenção é justamente essa questão de seguir o exemplo moral de Jesus, desapegado dos conceitos mais materiais que espirituais das instituições religiosas.
Se ler o texto indicado no link da fonte, na totalidade, irá entender que procurei focar as distorções que o termo "reino de Deus" sofreu logo a partir do 1º século...

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por hocosi em Dom Jun 28 2015, 00:38

@Gamma escreveu:Eu tenho perseguido o conceito de "reino" sempre dentro dum padrão para o qual fomos treinados, embora não conseguisse sentir harmonia interna com esse ideal tejoteano.

Hoje, ao fazer uma leitura por alto do índice de "O livro de Urantia", deparei-me com uma abordagem a esse tema que para mim faz muito mais sentido. Trago aqui algumas palavras de lá, para a consideração de quem se questiona sobre o que é realmente o reino do qual Jesus falou, tenha sido ele (de acordo com diferentes pontos de vista) uma figura meramente histórica, ou o Filho do Deus bíblico):


Amigo Gamma, eu há tempos coloquei aqui um tópico sobre o assunto mas parece que ninguém lhe deu importância. AQUI

Pelo que parece o conteúdo do livro é uma amalgama do espiritualismo americano e o cristianismo, especialmente quando apresentam a sua versão da vida e os ensinamentos de Jesus. Não é considerado como escrito sagrado de uma nova religião e ninguém sabe ao certo quem o escreveu, nem quando surgiu embora se aponte entre os anos de 1924 e 1955. Cada capítulo ou escrito é assinado supostamente por um ou mais seres celestiais.

Não sei se é mais ou menos credível do que a Bíblia porquanto os dois são de certeza produto de mãos e mentes humanas.









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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Gamma em Dom Jun 28 2015, 17:21

@hocosi escreveu:
Pelo que parece o conteúdo do livro é uma amalgama do espiritualismo americano e o cristianismo, especialmente quando apresentam a sua versão da vida e os ensinamentos de Jesus. Não é considerado como escrito sagrado de uma nova religião e ninguém sabe ao certo quem o escreveu, nem quando surgiu embora se aponte entre os anos de 1924 e 1955. Cada capítulo ou escrito é assinado supostamente por um ou mais seres celestiais.

Não sei se é mais ou menos credível do que a Bíblia porquanto os dois são de certeza produto de mãos e mentes humanas.







Obrigado Hocosi,

Tive várias reações como o começo dessa leitura, que foi bem aleatório:

1. Ao iniciar pelo tema do Reino de Deus, achei a explanação bem espiritualizada e fundamentada, ao apresentar o reino como uma condição espiritual na qual os Homens autorizam que Deus os governe intimamente. Esse seria o reino.
Ponto para o livro de Urântia.

2. Ao ler um outro capítulo que explana sobre a existência de 3 Paraísos, achei bastante fantasioso, e suscitou-me lembranças de anteriores leituras de material da New Age.
Retirei metade do ponto atribuído no ponto 1.

3. Ao constatar, pelo seu comentário, que não se conhece a autoria dos escritos das diversas partes de O livro de Urântia, decidi abrir a minha mente e considerar a possibilidade de algum tipo de inspiração sobrenatural.
Afinal a inspiração da bíblia foi adquirida exatamente da mesma forma: sobrenatural. Moisés subiu ao monte e veio de lá com os 10 Mandamentos escritos numa pedra. Quem me garante que ele não foi contactado por alguma entidade extra-física?
E quem me garante que O livro de Urântia não foi inspirado por alguma entidade extra-física ainda mais evoluída, para permitir a expansão da consciência cósmica da humanidade?
Porque afinal quando Jesus passou 40 dias no deserto, após o batismo, ele foi desafiado até por uma dessas entidades supostamente celestiais.
Ponto para O livro de Urântia.

Mas evidentemente que as minhas pesquisas estão meramente em fase larval. Mal comecei a leitura.

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Kristy123 em Dom Jun 28 2015, 17:40

Olá Gamma,

Este tópico é muito interessante....

Gostava de saber, se da tua parte, não te importas que eu coloque este teu tópico
junto ao tópico que o Hocosi abriu na altura, sobre este tema.

Agradeço desde já uma breve resposta. Basketball




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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Gamma em Dom Jun 28 2015, 17:55

@Kristy123 escreveu:Olá Gamma,

Este tópico é muito interessante....

Gostava de saber, se da tua parte, não te importas que eu coloque este teu tópico
junto ao tópico que o Hocosi abriu na altura, sobre este tema.

Agradeço desde já uma breve resposta. Basketball




Sim, seria boa ideia unir os tópicos. Wink

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Kristy123 em Dom Jun 28 2015, 18:42

Informação: Os Tópico foram fundidos!
"O Livro de Urânia"  
e
"O Conceito de Jesus sobre o Reino"







Hocosi,

Pois é: colocaste em 9 de Novembro de 2014 este tópico sobre o assunto e tal como referiste,
parece que ninguém lhe deu importância.

De facto, não me recordo dele e se o vi na altura, realmente não lhe dei a devida importância ou até não o terei visto mesmo. Por isso, ainda bem que o Gamma voltou a falar sobre este tema, porque se não fosse agora o Gamma,  talvez ninguém mais falaria sobre este assunto.

Hoje até fiquei chateada comigo própria, de não me ter apercebio desse tópico que colocaste aqui e que até ninguém comentou.   Computar   Chorar
Sorry, my dear, Hocosi!  Vénia Flor

Estive a ver o site dessa Associação e o "Livro de Urânia" e até já fiz um download do livro e vi mesmo tudo em 5 minutos, na diagonal.  
Livros desses existem alguns, que dizem que são provenientes de anjos de luz, espíritos, mensageiros diversos, etc., etc
E eu própria, sou muito cética nessa aspecto. No entanto, pelo pouco de vi ou me apercebi, não desgostei do que
li e tive um bom sentimento sobre o assunto.... e agora não digo mais nada....

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por MariaL em Seg Jun 29 2015, 14:31

Olá Gamma, olá hocosi,

Obrigada pela sugestão
, nunca tinha ouvido falar, vou dar uma vista de olhos pois gosto de conhecer essas "alternativas". Para já dá para ver que tem certos pontos comuns com a Bíblia, e a uma coisa que percebi depois de deixar a teoria do jeovísmo, que afinal os escritores da Bíblia também foram "inspirados" por outras fontes e há sempre raízes comuns. Porque será?


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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Gamma em Seg Jun 29 2015, 14:35

Cara Kristy,

Se ainda for possível corrige por favor a palavra "Urântia", no título do tópico, pois falta um "T".

Tal como tu também sou muito céptica em relação a esses livros com mensagens ou pseudo-mensagens de anjos, etc.
Inclusive uma vez recebi um e-mail da Alexandra Solnado, com uma qualquer divulgação da mensagem dela - provavelmente uma acção de marketing (ou não) - mas não atribuí credibilidade, porque fomos treinados, pelas Orga, para considerar esse tipo de contactos como algo demoníaco.
Mas atualmente mantenho a mente aberta para esse tipo de experiências e não penso mais que a Alexandra seja um canal de mensagens demoníacas. Apesar de não saber que significado lhe atribuir.

Enfim, "há mais coisas entre o céu e a Terra do que supõe a nossa vã filosofia."

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Gamma em Seg Jun 29 2015, 14:48

@MariaL escreveu: uma coisa que percebi depois de deixar a teoria do jeovísmo, que afinal os escritores da Bíblia também foram "inspirados" por outras fontes e há sempre raízes comuns. Porque será?

Interessante o teu comentário. Gostarias de esclarecer esse teu ponto de vista melhor?

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por MariaL em Seg Jun 29 2015, 15:28

@Gamma escreveu:
@MariaL escreveu: uma coisa que percebi depois de deixar a teoria do jeovísmo, que afinal os escritores da Bíblia também foram "inspirados" por outras fontes e há sempre raízes comuns. Porque será?

Interessante o teu comentário. Gostarias de esclarecer esse teu ponto de vista melhor?

Antes de "comentar" gostava de dizer que infelizmente o tempo não me chega para ler e ver tudo o que queria, sou muito curiosa por estes temas, mas há tantas outras coisas que me interessam por isso as minhas opiniões são apenas isso, "minhas opiniões" e admito que lhes falte "fundamento", faço-me entender?

Foi verificando que ponta aqui, ponta ali, nos conceitos e escritos do cristianismo/judaísmo, das religiões e filosofias orientais, ou nas religiões ou tradições das tribos africanas e americanas, há elos comuns. A origem do universo, o princípio de todas as coisas, a alma/pessoa humana que tem de evoluir e tornar-se melhor até chegar... onde??? e tantos outros.

Até li há pouco tempo uns livros da literatura fantástica e lá estava o todo-poderoso Jeová, e uns anjos que de tudo o que havia no universo achavam piada à Terra com os seus humanos, etc. e outras coisas de que eu nunca ouvira falar, apenas porque limitei o meu conhecimento sobre espiritualidade - aquilo que os nossos olhos não vêem - à Bíblia, mais concretamente à Tradução do Novo Mundo. (big mistake  Rolling Eyes)

A minha 1ª é mais séria conclusão foi que a Bíblia é um livro, que entre outras coisas reflete as tradições e cultura da época e das pessoas que o escreveram. O que explica de forma simples porque raio contém tanto disparate. Questão esta que me atormentou durante muitos anos!


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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Kristy123 em Seg Jun 29 2015, 16:06

URÂNTIA - o nosso planeta Terra

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Altar em Seg Jun 29 2015, 16:16

@Kristy123 escreveu:URÂNTIA - o nosso planeta Terra

onde os habitantes sofrem de ácido úrico




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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Altar em Seg Jun 29 2015, 16:29

@MariaL escreveu:

...que afinal os escritores da Bíblia também foram "inspirados" por outras fontes e há sempre raízes comuns. Porque será?


nenhum povo ou país vive isolado, estabelece-se sempre intercâmbios comerciais e não só com os vizinhos

algumas influências culturais eram boas e outras eram más, o AT está cheio de criticas duras contra alguns dos costumes "herdados" dos vizinhos, naqueles capítulos de linguagem dura e muito violenta

tudo isto é normal e é bom entender-se para que não se leve muita coisa à letra

muitas das leis que estão no AT, por exemplo dos escravos, eram naqueles tempos muito avançadas e justas comparativamente aos vizinhos e ao resto do mundo conhecido

hoje todavia parecem-nos bizarras ou sei lá

a bíblia contém a verdade, mas também tem muitas influências culturais de outros povos, personalidades diferentes de cada escritor, etc...











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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Gamma em Seg Jun 29 2015, 16:43

@MariaL escreveu:Antes de "comentar" gostava de dizer que infelizmente o tempo não me chega para ler e ver tudo o que queria, sou muito curiosa por estes temas, mas há tantas outras coisas que me interessam por isso as minhas opiniões são apenas isso, "minhas opiniões" e admito que lhes falte "fundamento", faço-me entender?

Essa questão da curiosidade e interesse por assuntos muito diversos também acontece comigo. Por um lado fica difícil aprofundar todos esses interesses, mas por outro eu vejo um lado muito bom: ficamos mais livres de um envolvimento obsessivo ou fanático por um tema (ex.: TV).  

@MariaL escreveu:Foi verificando que ponta aqui, ponta ali, nos conceitos e escritos do cristianismo/judaísmo, das religiões e filosofias orientais, ou nas religiões ou tradições das tribos africanas e americanas, há elos comuns. A origem do universo, o princípio de todas as coisas, a alma/pessoa humana que tem de evoluir e tornar-se melhor até chegar... onde??? e tantos outros.

Isso soa-me a conceitos arquetípicos.
E esse aspecto da alma que tem que evoluir sugere uma explicação para o sofrimento... que basicamente foi o que me levou a cair no laço da TV.

@MariaL escreveu:Até li há pouco tempo uns livros da literatura fantástica e lá estava o todo-poderoso Jeová, e uns anjos que de tudo o que havia no universo achavam piada à Terra com os seus humanos, etc. e outras coisas de que eu nunca ouvira falar, apenas porque limitei o meu conhecimento sobre espiritualidade - aquilo que os nossos olhos não vêem - à Bíblia, mais concretamente à Tradução do Novo Mundo. (big mistake  Rolling Eyes)

Esse tipo de literatura fantástica não costumo ler, mas do livro que fala do tal Jeová eu lembro-me sim dos absurdos. E para uma maior desmistificação do nosso "big mistake" ao entregar-mos a vida a esse livro, eu sugiro que compare Atos 15:17, na TNM, com o mesmo texto noutras traduções. Vai adorar. Li uma dissertação sobre essa jogada da TV algures na internet.

@MariaL escreveu:A minha 1ª é mais séria conclusão foi que a Bíblia é um livro, que entre outras coisas reflete as tradições e cultura da época e das pessoas que o escreveram. O que explica de forma simples porque raio contém tanto disparate. Questão esta que me atormentou durante muitos anos!

Ou seja, um livro obsoleto que ainda causa muitos estragos na vida daqueles que estão empenhados na evolução da alma referida acima.

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Gamma em Seg Jun 29 2015, 17:01

@Altar escreveu:
a bíblia contém a verdade

Ok, respeito a sua opinião. Até porque já foi a minha também.

Mas faço uma pergunta simples: tem como provar a sua afirmação?

Outra pergunta: contêm a verdade (absoluta?) para quem?

E sabia que a Bíblia provavelmente não é um livro assim tão original?
Sabia que algumas partes da Torah abordam aspectos mais apurados de algumas secções do código de Hamurabi (escrito aproximadamente 1700 AEC) que tem a ver com o direito de propriedade, e devido a isso alguns especialistas sugerem que os hebreus tenham derivado sua lei deste?

Com todo o respeito pelo seu ponto de vista.

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Altar em Seg Jun 29 2015, 18:37

@Gamma escreveu:

Ok, respeito a sua opinião. Até porque já foi a minha também.


não me trates por senhor


@Gamma escreveu:

Mas faço uma pergunta simples: tem como provar a sua afirmação?


provo de igual forma em que provo a existência de Deus e que poucos acreditam Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir

a mesmíssima coisa LOL

e eu falei da VERDADE, e o que é a verdade para ti ?!

como provas a tua VERDADE ?!

vai dar tudo ao mesmo, depende em que lado se está na fé


@Gamma escreveu:

Outra pergunta: contêm a verdade (absoluta?) para quem?


conter a verdade ?! sim

absoluta ?! não, porque o próprio livro tem um número finito de páginas, a VERDADE ABSOLUTA deverá ser infinita

para quem ?! para quem tem fé em Deus


@Gamma escreveu:

E sabia que a Bíblia provavelmente não é um livro assim tão original?

Sabia que algumas partes da Torah abordam aspectos mais apurados de algumas secções do código de Hamurabi (escrito aproximadamente 1700 AEC) que tem a ver com o direito de propriedade, e devido a isso alguns especialistas sugerem que os hebreus tenham derivado sua lei deste?


sabia

por isso é que não se deve adorar a bíblia como se fosse um ídolo, tipo aquilo que fazem os muçulmanos com o alcorão

os judeus defendem que "Sheva Mitzvót bnei Noach" ( Leis de Noé ), ou leis fundamentais concedidas ao ser humano são bem anteriores ao código hamurabi

https://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_de_No%C3%A9



@Gamma escreveu:

Com todo o respeito pelo seu ponto de vista.


ok

desde que não me trates por senhor Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir




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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Kristy123 em Seg Jun 29 2015, 18:49

O Senhor está no céu Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir

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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por MariaL em Seg Jun 29 2015, 19:02

@Altar escreveu:
@MariaL escreveu:

...que afinal os escritores da Bíblia também foram "inspirados" por outras fontes e há sempre raízes comuns. Porque será?


nenhum povo ou país vive isolado, estabelece-se sempre intercâmbios comerciais e não só com os vizinhos

algumas influências culturais eram boas e outras eram más, o AT está cheio de criticas duras contra alguns dos costumes "herdados" dos vizinhos, naqueles capítulos de linguagem dura e muito violenta

tudo isto é normal e é bom entender-se para que não se leve muita coisa à letra

muitas das leis que estão no AT, por exemplo dos escravos, eram naqueles tempos muito avançadas e justas comparativamente aos vizinhos e ao resto do mundo conhecido

hoje todavia parecem-nos bizarras ou sei lá

a bíblia contém a verdade, mas também tem muitas influências culturais de outros povos, personalidades diferentes de cada escritor, etc...



Concordo com tudo isto que dizes.

Conclusão (minha): A Biblia é apenas um livro, com um peso na histórico que não se pode desprezar, mas é apenas um livro. E livros há muitos, há livros maus e livros bons, livros com partes boas e com partes más, que é o caso deste. Não é a "verdade", não é "inspirado", nem a "palavra de Deus".

Dizes que "muitas das leis que estão no AT, por exemplo dos escravos, eram naqueles tempos muito avançadas e justas comparativamente aos vizinhos e ao resto do mundo conhecido" pois essas leis até seriam muito avançadas para a maioria das culturas da época, mas Deus não muda, não tem leis avançadas, nem atrasadas e os seus padrões não têm nada a ver com a avanço ou com o atraso da civilização humana, portanto não iria ditar algumas regras que para a altura até eram muito à frente, mas para não chocar muito, (vamos com calma que temos a eternidade toda), teve o cuidado de não ir à frente demais... digo eu que não acredito nesse Deus.


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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por MariaL em Seg Jun 29 2015, 19:22

@Gamma escreveu:

@MariaL escreveu:Foi verificando que ponta aqui, ponta ali, nos conceitos e escritos do cristianismo/judaísmo, das religiões e filosofias orientais, ou nas religiões ou tradições das tribos africanas e americanas, há elos comuns. A origem do universo, o princípio de todas as coisas, a alma/pessoa humana que tem de evoluir e tornar-se melhor até chegar... onde??? e tantos outros.

Isso soa-me a conceitos arquetípicos.
E esse aspecto da alma que tem que evoluir sugere uma explicação para o sofrimento... que basicamente foi o que me levou a cair no laço da TV.


Sim, é isso conceitos que resumem e representam os sentimentos e estados humanos que estão presentes na arte nas formas de comunicação da humanidade, desde que esta se conhece. E como a Bíblia não é excepção, também lá estão.

"Essa" explicação para o sofrimento humano ainda não me convence completamente, mas encontro-lhe alguma lógica. Lógica que nunca encontrei na teoria jeovista, nem na história do casal de palermas, da cobra e da maçã, embora a tivesse aceite durante a maior parte da minha vida.
Mas essa "evolução" da alma, vai bem mais longe do que me explicar o porquê do sofrimento, explica tudo.

@Gamma escreveu:
@MariaL escreveu:Até li há pouco tempo uns livros da literatura fantástica e lá estava o todo-poderoso Jeová, e uns anjos que de tudo o que havia no universo achavam piada à Terra com os seus humanos, etc. e outras coisas de que eu nunca ouvira falar, apenas porque limitei o meu conhecimento sobre espiritualidade - aquilo que os nossos olhos não vêem - à Bíblia, mais concretamente à Tradução do Novo Mundo. (big mistake  Rolling Eyes)

Esse tipo de literatura fantástica não costumo ler, mas do livro que fala do tal Jeová eu lembro-me sim dos absurdos. E para uma maior desmistificação do nosso "big mistake" ao entregar-mos a vida a esse livro, eu sugiro que compare Atos 15:17, na TNM, com o mesmo texto noutras traduções. Vai adorar. Li uma dissertação sobre essa jogada da TV algures na internet.


Sim, estive a ler o texto em outras duas traduções. Completamente diferente! tongue

@Gamma escreveu:
@MariaL escreveu:A minha 1ª é mais séria conclusão foi que a Bíblia é um livro, que entre outras coisas reflete as tradições e cultura da época e das pessoas que o escreveram. O que explica de forma simples porque raio contém tanto disparate. Questão esta que me atormentou durante muitos anos!

Ou seja, um livro obsoleto que ainda causa muitos estragos na vida daqueles que estão empenhados na evolução da alma referida acima.

Pois, essa parte dos estragos é a parte irónica e perversa. E não me venham dizer que Deus (apenas um mero observador impotente) não tem nada a ver com o facto de os humanos terem percebido e interpretado tudo mal o que Ele disse.
Mas como é um livro que dá para tudo e onde cada um lê aquilo que quer ler (esse mérito temos de reconhecer-lhe) com algum jeitinho também lá encontramos justificações para a dita "evolução" da alma. Certamente que já se escreveram livros sobre isso. Smile


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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

Mensagem por Altar em Seg Jun 29 2015, 19:44

@MariaL escreveu:

Concordo com tudo isto que dizes.

Conclusão (minha): A Biblia é apenas um livro, com um peso na histórico que não se pode desprezar, mas é apenas um livro. E livros há muitos, há livros maus e livros bons, livros com partes boas e com partes más, que é o caso deste. Não é a "verdade", não é "inspirado", nem a "palavra de Deus".


No fundo o AT conta a odisseia de um povo, um povo escolhido por Deus para transmitir algo para o resto da humanidade

sim, de facto é apenas um livro, com diversos autores, e cada qual com o seu género literário, e dentro do seu contexto histórico

mas não deixa de ser inspirado, essas pessoas que escreveram os diversos capítulos da bíblia eram pessoas religiosas, o profetas

mas variavam na eloquência religiosa, e aquilo que transcreveram para as páginas foi a inspiração divina no seu cunho pessoal

a bíblia deve ser entendida como uma mensagem progressiva, um pouco aqui, outro acolá, um preceito aqui outro acolá

costumo dar este verso dos salmos em inglês que espelha perfeitamente isso

For precept [must be] upon precept, precept upon precept; line upon line, line upon line; here a little, [and] there a little:
(Isaiah 28, 10)


@MariaL escreveu:

Dizes que "muitas das leis que estão no AT, por exemplo dos escravos, eram naqueles tempos muito avançadas e justas comparativamente aos vizinhos e ao resto do mundo conhecido" pois essas leis até seriam muito avançadas para a maioria das culturas da época, mas Deus não muda, não tem leis avançadas, nem atrasadas e os seus padrões não têm nada a ver com a avanço ou com o atraso da civilização humana, portanto não iria ditar algumas regras que para a altura até eram muito à frente, mas para não chocar muito, (vamos com calma que temos a eternidade toda), teve o cuidado de não ir à frente demais... digo eu que não acredito nesse Deus.


cada capítulo do AT foi escrito para os judeus daquela época, e eles bem entendiam a mensagem

repara, não parece ridículo que nos padrões modernos actuais alguém acredite que no génesis uma serpente enganou o adão e a eva ?!

os judeus bem entenderam a mensagem, e sabes qual foi ?!

foram as influências nefastas de outros povos vizinhos com os seus deuses

o deus Baal é representado por uma serpente, basta visitar qualquer museu

lá estão as tão influências de que Gamma falou e bem, e que às vezes eram assimiladas pelo povo judeu

e porque é que destruiu o paraíso ?!

O fim do mundo somos nós, porque nós próprios podemos construir o paraíso aqui na terra se quisermos

portanto repara que a mensagem do Génesis, apesar de não poder ser interpretada à letra, ela é também intemporal - a perda de um paraíso por nossa própria culpa

não foi de propósito, mas eu criei um tópico de "Mundo Perfeito" para todos darem a opinião de como ele deve ser







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Re: O Livro de Urântia e o Conceito de Jesus sobre o Reino

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