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O Erro Gnóstico

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O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sex Mar 27 2015, 15:07

Já dizia S. Tomás de Aquino, em sua grande sabedoria :

"Ao debater com os pagãos, uso a Razão; com os judeus, o Antigo
Testamento; com os hereges, toda a Escritura".

O que é a gnose ? A Gnose (conhecimento, sabedoria, em grego) é uma das primeiras heresias do Cristianismo,
surgida ainda no primeiro século.

S. João escreveu o seu Evangelho em parte para responder aos erros gnósticos.
Os gnósticos consideravam a matéria ( o corpo e tudo o que é material ) algo mau, estávamos presos no
corpo do qual nos deveríamos libertar.

A partir daí, evidentemente, eles negavam a Encarnação do Verbo, afirmando que o Corpo de Cristo era apenas uma ilusão.
É por isso que S. João começa o seu Evangelho com a afirmação contundente de que o Verbo, que é Deus e por Quem tudo foi criado, fez-se Carne e habitou entre nós.

Do mesmo modo, os gnósticos negavam o valor da Eucaristia, que eles achavam que não poderia ser composta de coisas
tão físicas quanto a matéria de pão e de vinho. Assim, S. João dedica todo o sexto capítulo do seu Evangelho a uma firme pregação da razão física da Eucaristia.

A Gnose, hoje em dia, encontra-se em estado mais ou menos "puro" (somada na verdade a componentes decorrentes do iluminismo e positivismo da chamada "Renascença") nas seitas "nova era".

A primeira forma deste ressurgimento moderno da Gnose, é o protestantismo.

Na Idade Média, a vida das pessoas era pautada por Deus; o calendário era o calendário religioso, a sociedade era vista e
tida como uma busca da versão terrena (uma cópia imperfeita ) da Cidade de Deus, da Jerusalém Celeste.

Surgiu então o protestantismo, que negou aquilo que dava a base da sociedade: a própria existência do Depósito da Fé. Assim, cada um passou a ler e a interpretar à sua própria maneira a Sagrada Escritura, arrancada do seu contexto (a Tradição Oral) e de seu intérprete avalizado pelo Autor (o Magistério).

Isto só foi possível, pela invenção recente da imprensa escrita. Afinal, até a invenção da imprensa, para se ter uma Bíblia, era necessário copiá-la manualmente. E isto pressupunha que houvesse alguém que tivesse uma para emprestar, possibilitando assim a cópia, e que o copista soubesse ler e escrever, o que faria dele sem dúvida uma excepção na sociedade.

Durante a vida de Lutero, na sua ideia original (Sola Scriptura) viu-se algo muito mais perigoso do que aquilo que ele havia
suposto. Lutero achava que o Depósito da Fé seria substituído pela sua interpretação da Bíblia, que ele achava ser a correcta, como evidentemente cada um de nós acha em relação à sua própria interpretação; e os adventistas, testemunhas de jeová, ou os metodistas, acham em relação às deles, etc...etc...

Para sua surpresa, entretanto, surgiram várias e várias outras seitas concorrentes; dentre elas surgiu a que parece ter sido a versão mais primitiva da sua crença : a seita dos anabatistas, que negavam o valor do baptismo.

Lutero lidou com elas de maneira bastante peculiar :

mandou matar todos os seus membros, aproveitando que, para fugir das justas repreensões de seus desmandos (massacres de camponeses, etc.) oriundas da autoridade superior legítima (a Igreja), muitos nobres alemães haviam-se aliado a Lutero, que os justificava.

Assim foi possível que a sociedade como um todo percebesse que a Sagrada Escritura, sozinha, não bastava. A Bíblia, só a Bíblia, não podia ser um referencial constante para todos, já que ela dava vazão a milhares de crenças em competição feroz.

Foi então proposto um substituto para a Bíblia por parte dos iluministas (Maçonaria, Revolução Francesa) : a Razão.

Eles achavam que a razão poderia dar respostas que fossem aceites inequivocamente por todos.

Note-se como cada vez mais a sociedade afastou-se da santificação das criaturas :

antes toda a sociedade estava orientada para Deus; em seguida, ela passou a estar orientada para uma criação humana (as interpretações concorrentes da Bíblia);

em seguida, ela passou a estar orientada para uma criação humana ainda mais desprovida de amarras : a Razão.

Foi mais tarde percebido, que a Razão também não apelava a todos os homens; ideias opostas seduziam pessoas inteligentes, que
achavam a ideia concorrente ilógica, e por aí adiante, num eterno ciclo vicioso.

Surgiu então a filosofia moderna, segundo a qual é impossível ter a certeza sequer da existência de qualquer coisa; tudo, para eles, poderia ser uma ilusão mental. A única certeza que se poderia ter é a da própria existência, já que nós podemos perceber que estamos a pensar ("penso, logo existo", disse Descartes; o sentido desta frase é que eu sei que eu existo por saber que penso, mas não tenho como saber se algo mais existe).

Desta filosofia moderna, evidentemente ainda mais alheia à relação das criaturas com o Criador, veio a mentalidade subjectivista, que domina hoje em dia tanto a sociedade como um todo quanto - de forma mais específica - as seitas protestantes.

Não é possível, afirma a filosofia moderna, saber o que é a Verdade, ou sequer se existe uma Verdade; o que importa é o que está na cabeça de cada um, e isto importa apenas para o dono de cada cabeça.

Note-se como isto separa completamente o mundo criado de seu Criador. Afinal, não é sequer possível saber se existe realmente pão, como poderia ser possível que o pão se tornasse o Corpo e o Sangue de Cristo ?!

O protestantismo, nas suas variantes modernas, é assim marcado por um subjectivismo extremo. A verdade não importa, na medida em que seria teoricamente impossível discernir o que é a Verdade, ou sequer se uma Verdade pode existir.

As sinagogas foram sempre vistas pelos judeus como um sinal de tristeza.

Porquê tristeza ? simplesmente porque uma sinagoga é um lugar de oração sem Sacrifício. O Templo, até à sua destruição pelos romanos, era onde o culto judaico era plenamente cumprido.

Uma sinagoga, porém, não substituía o Templo. Nela não havia o sacrifício de animais, ordenado por Deus para os judeus. A própria existência de sinagogas (mais ainda a existência exclusiva de sinagogas, sem templo ) era para os judeus uma triste lembrança de não ser possível então cumprir todos os mandamentos que Deus lhes havia dado.

Após a Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz - o sacrifício perfeito e eterno, que substitui e leva à plenitude tudo o que os judeus queriam fazer com seus sacrifícios de animais, como nos ensina S. Paulo na Epístola aos hebreus - não havia mais necessidade do Templo dos judeus.

O Sacrifício de Cristo, tornado novamente presente de forma não cruel tomou o seu lugar. Assim sendo, Deus permitiu, para que não houvesse confusão, que os romanos destruíssem o Templo dos judeus.

Desde a destruição do Templo, os judeus só têm sinagogas, ou seja, lugares onde ocorre um culto tristemente incompleto.

É compreensível que um protestante, que também tem um culto de natureza sinagogal, ou seja, incompleto por consistir apenas numa rememoração mental - na melhor das hipóteses do Sacrifício, na leitura da Palavra e pregação, veja-se muitas analogias entre as sinagogas dos judeus e as suas casas de culto.

Este culto incompleto, porém, só passou a existir em meios nominalmente cristãos depois de 1517, com a Revolta protestante.

A liturgia cristã é extremamente aparentada à liturgia do Segundo Templo. A diferença crucial é que no Templo eles matavam animais, dia após dia. Na liturgia cristã é tornado novamente presente o Sacrifício único e suficiente de Cristo na Cruz, sendo-nos dado a manducar o Seu Corpo e o Seu Sangue, eficazes e necessários para a Salvação, enquanto era dada aos judeus apenas a carne ineficaz dos bichos mortos.





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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sex Mar 27 2015, 18:55

NOTA :

esta thread e o seu texto, bem como o "Bezerro Judeu"

São textos que estavam guardados nas minhas fontes, nas coisas que vou guardando. Seja em discussões que tenha participado, artigos que tenha lido, etc...etc...

foram textos que escrevi há muitos anos com base em textos originais que não eram da minha autoria e que explicavam a gnose, o sacrifício de animais, etc....

parte do texto é meu outra não

as coisas da gnose e sacrifícios foram tiradas em sites de apologética católica, a composição acho que é minha

essas coisas foram escritas na Usenet Portuguesa, antes do ano 2000 e tinha eu o nick Altar

não foi plágio de lado nenhum

um dos sites que costumava frequentar de apologética era o Lepanto

http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/

mas havia outros que não me lembro

a informação recolhida em ambos as thread podem ser confirmadas por outras fontes não católicas, seja arqueológicas, bíblicas, ou históricas.

peço desculpa por algum mal entendido




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por ellipsis em Sex Mar 27 2015, 19:15

Altar vou-te dar a minha opinião sobre o gnosticismo.

O Gnosticismo significa, saber próprio. Mas há dois tipos de saber. Um é emprestado, de livros ou de professores, dos pais,ou do ambiente e até mesmo da sociedade em que se vive. Isto não se trata do saber no sentido que lhe dá gnose. Trata-se de um falso substituo do verdadeiro saber, e este é um empecilho. O verdadeiro saber é a descoberta da verdade, do amor, da compaixão, de tudo que é grande na vida humana, por si próprio.

tass bem





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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sex Mar 27 2015, 19:43

@ellipsis escreveu:Altar vou-te dar a minha opinião sobre o gnosticismo.

O Gnosticismo significa, saber próprio. Mas há dois tipos de saber. Um é emprestado, de livros ou de professores, dos pais,ou do ambiente e até mesmo da sociedade em que se vive. Isto não se trata do saber no sentido que lhe dá gnose. Trata-se de um falso substituo do verdadeiro saber, e este é um empecilho. O verdadeiro saber é a descoberta da verdade, do amor, da compaixão, de tudo que é grande na vida humana, por si próprio.

tass bem



A gnose é o mesmo termo usado no ocidente para tratar dos mesmos aspectos que na China são chamados de Tao e Wu-Wei

http://pt.wikipedia.org/wiki/Wu_wei

no Judaísmo o nome de Daath

http://pt.wikipedia.org/wiki/Daath

No Tibete e actual India é chamada de Dharma

http://pt.wikipedia.org/wiki/Darma

----------->>>> "Caminho para a Verdade Superior"


no Islamismo é o Sufismo com o nome de Marifa

http://en.wikipedia.org/wiki/Marifa


vai dar tudo ao mesmo, gnose é apenas o equivalente ocidental





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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sab Mar 28 2015, 00:18

@ellipsis escreveu:

O verdadeiro saber é a descoberta da verdade, do amor, da compaixão, de tudo que é grande na vida humana, por si próprio.


já leste o que disse anteriormente, que gnose é apenas um equivalente ocidental para a mesma coisa no oriente

por si próprio é o que todos fazem nesse erro da Gnose, dou um exemplo :

Hassan al-Banna, foi o fundador da Irmandade Muçulmana ( Muslim Brothers )

http://en.wikipedia.org/wiki/Hassan_al-Banna

teve uma educação de influência "gnóstica" :

Furthermore, al-Banna was heavily influenced by Sufism as a youth in Mahmudiyya. He attended weekly Hadra and was a member of the al-Hassafiyya Sufi order

e se quiseres saber, com essa procura da verdade por si próprio, tornou-se ele próprio um ideologista da Jihad

tens aqui portanto um bom exemplo do resultado da gnose




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por ellipsis em Sab Mar 28 2015, 11:46

@Altar escreveu:
@ellipsis escreveu:

O verdadeiro saber é a descoberta da verdade, do amor, da compaixão, de tudo que é grande na vida humana, por si próprio.


já leste o que disse anteriormente, que gnose é apenas um equivalente ocidental para a mesma coisa no oriente

por si próprio é o que todos fazem nesse erro da Gnose, dou um exemplo :

Hassan al-Banna, foi o fundador da Irmandade Muçulmana ( Muslim Brothers )

http://en.wikipedia.org/wiki/Hassan_al-Banna

teve uma educação de influência "gnóstica" :

Furthermore, al-Banna was heavily influenced by Sufism as a youth in Mahmudiyya. He attended weekly Hadra and was a member of the al-Hassafiyya Sufi order

e se quiseres saber, com essa procura da verdade por si próprio, tornou-se ele próprio um ideologista da Jihad

tens aqui portanto um bom exemplo do resultado da gnose

Altar essa tua analogia não pode ser tomada à letra, se não vejamos.

A bíblia diz muitas vezes: E o soberano sr Jeová disse, assim de o soberano sr. Jeová e etc...
Outro exemplo, as bíblias budistas dizem: Ouvi o Buda Gautama dizer...

Tudo isto são rumores, não é saber. Poderemos ter ouvido dizer... o que não quer dizer que o tínhamos ficado a saber. Pode até estar na nossa memória e podemos repetir como um papagaio. é o que os padre, pastores e TJ fazem. Repetem que nem um papagaio sem saber o que diz.
Ouviram dizer, decoraram, têm boa memória, mas inteligência não existe. O verdadeiro saber reside na nossa própria experiência, na nossa própria busca e quando nos conhecemos a nós próprios , não há necessidade de acreditar em nada, porque toda e qualquer crença será um empecilho na busca da verdade.




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por hocosi em Sab Mar 28 2015, 11:56

@Altar escreveu:Já dizia S. Tomás de Aquino, em sua grande sabedoria :

"Ao debater com os pagãos, uso a Razão; com os judeus, o Antigo
Testamento; com os hereges, toda a Escritura".

S.Tomas de Aquino é um mau exemplo para falar de gnose. Ou antes, é um bom exemplo para falar de gnose.

São Tomás de Aquino, teólogo da Inquisição.

01-Enquanto a Igreja combatia os heréticos pela repressão, seus teólogos tratavam de fornecer os argumentos para justificar a intolerância e e nenhuma foi tão capaz nesse campo como São Tomás de Aquino, monge dominicano que viveu de 1225 a 1274.

02-Por meio da Summa Teologica, apoiado no raciocínio lógico de Aristóteles, São Tomás procurou explicar os dogmas da fé. Compôs 21 volumes, 38 tratados, 631 questões e 10.000 objeções. Montou um documento completo sobre o catolicismo - frio, lúcido, conciso, objetivo.

03-Com respeito à heresia, as posições de São Tomás foram claras: uma vez aceita a Igreja por um livre decisão do católico, este perdia o direito de contestá-la ou abandoná-la.

04-Mais ainda: se é justo castigar o moedeiro falso pelos males que faz à economia, muito mais justo é castigar o herege pelos males que faz à Igreja, responsável pelas almas e pela vida eterna.

05-Segundo São Tomás, se um herege persiste no erro, apesar das exortações religiosas, deve ser excomungado - privado da vida eterna - e morto - privado da vida terrena.

06-Através de um prodigioso malabarismo de raciocínio, São Tomás explicou por que Deus permitia o surgimento das heresias da seguinte maneira: a existência do mal é uma necessidade para se poder distinguir o bem, sendo que extirpação do mal reforça o bem.

07-O bem se nutre do mal como o leão do asno, declarou São Tomás - daí a razão pela qual é impossível a Deus criar um homem sem pecado como é impossível existir um círculo quadrado. Dessa maneira, se, por um lado, a heresia é um mal indestrutível, por outro, deve a Igreja "nutrir-se de hereges em nome da salvação de todos os crentes".

08-Ainda segundo São Tomás, era justa a execução do herege relapso, pois, comprovando não ser constante em sua fé cristão, ele poderia, no convívio com outros cristãos, "infectá-los" com sua heresia. Ademais, se a Igreja relaxasse no seu rigor para com ele, isso faria com que os outros viessem a ter menos medo de cair no erro.

09-Defendendo a punição, mostrando a necessidade de intolerância e explicando o pecado com base em critérios de uma suposta lógica divina, São Tomás de Aquino foi não apenas o mais completo ideólogo da inquisição que se institucionalizava como também o pensador que melhor formulou as justificativas intelectuais de um Estado Teocrático-Absolutista - o Papado assumiu o caráter de uma verdadeira monarquia absoluta, a primeira da Europa e munida de uma ideologia transnacional, considerando que a fé não tinha fronteiras - que então se estruturava e buscava firmar a sua autoridade centralizadora numa Europa repartida em feudos rivais e com monarcas politicamente quase impotentes.

Fonte: "História da Inquisição", de Luiz Roberto Lopez.

http://zekzander.blogspot.pt/2011/06/sao-tomas-de-aquino-teologo-da.html



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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sab Mar 28 2015, 17:51

@ellipsis escreveu:

O verdadeiro saber reside na nossa própria experiência, na nossa própria busca....


eu entendo o que queres dizer, e por favor não me leves a mal

essa busca que falas levou-nos a muitos "ismos"

Docetismo
Adocionismo
Arianismo
Apolinarismo
Nestorianismo
Monofisismo
Monotelismo
Sabelianismo
Antinomianismo
Audianismo
Donatismo
Ebionismo
Luciferianismo
Marcionismo
Milenarismo
Montanismo
Pelagianismo
novacionismo

já nem falo do nazismo, comunismo, etc....etc....etc...etc....etc...

o livre pensamento, acho que posso chamar assim, a verdade subjectiva

não faço ideia qual será a tua, mas será provavelmente uma mais que podes acrescentar a essa lista




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sab Mar 28 2015, 18:10

@hocosi escreveu:

S.Tomas de Aquino é um mau exemplo para falar de gnose. Ou antes, é um bom exemplo para falar de gnose.
....

isso que disse atrás serve também para ti, desejas discutir todos os "ismos" religiosos ?!

a Inquisição teve na sua génese uma boa causa : combater esses "ismos"

mas foi numa altura em que as pessoas eram mais religiosas, numa altura em que :

"a vida das pessoas era pautada por Deus; o calendário era o calendário religioso, a sociedade era vista e
tida como uma busca da versão terrena (uma cópia imperfeita ) da Cidade de Deus, da Jerusalém Celeste."

A Igreja fez o seu bom combate, combateu sozinha mas acho que ficou é imensamente cansada, tão desiludida quanto eu ... acho eu

Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé.
2 Timóteo, 4-7

Sabes o que hoje a ICAR é ?! demasiado mansa e permissiva ....

eu digo-te :

é um perfeito regabofe

vai quem e quando quer à missa
vai comungar quem quer e desejar
confessar nem pensar

vai a uma Igreja Católica e ninguém te pergunta nada, ninguém te faz nada, ninguém dá por ti

todavia diz-me lá tu o que aconteceria se eu entrasse num salão do reino

sabes o que te digo ?!

faz o teu próprio combate !!!




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por hocosi em Sab Mar 28 2015, 18:32

@Altar escreveu:
@hocosi escreveu:

S.Tomas de Aquino é um mau exemplo para falar de gnose. Ou antes, é um bom exemplo para falar de gnose.
....

isso que disse atrás serve também para ti, desejas discutir todos os "ismos" religiosos ?!

a Inquisição teve na sua génese uma boa causa : combater esses "ismos"

mas foi numa altura em que as pessoas eram mais religiosas, numa altura em que :

"a vida das pessoas era pautada por Deus; o calendário era o calendário religioso, a sociedade era vista e
tida como uma busca da versão terrena (uma cópia imperfeita ) da Cidade de Deus, da Jerusalém Celeste."

A Igreja fez o seu bom combate, combateu sozinha mas acho que ficou é imensamente cansada, tão desiludida quanto eu ... acho eu

Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé.
2 Timóteo, 4-7

Sabes o que hoje a ICAR é ?! demasiado mansa e permissiva ....

eu digo-te :

é um perfeito regabofe

vai quem e quando quer à missa
vai comungar quem quer e desejar
confessar nem pensar

vai a uma Igreja Católica e ninguém te pergunta nada, ninguém te faz nada, ninguém dá por ti

todavia diz-me lá tu o que aconteceria se eu entrasse num salão do reino

sabes o que te digo ?!

faz o teu próprio combate !!!

Nesses "ismos" também podemos colocar o Catolicismo?
Foi com esse tipo de combate que levaram à fogueira Giordano Bruno ao defender erros teológicos e pela defesa do heliocentrismo de Copérnico?



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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sab Mar 28 2015, 18:40

@hocosi escreveu:

Nesses "ismos" também podemos colocar o Catolicismo?
Foi com esse tipo de combate que levaram à fogueira Giordano Bruno ao defender erros teológicos e pela defesa do heliocentrismo de Copérnico?

obviamente que sim

lembra-te sempre e sempre que Deus está acima de qualquer e toda a religião, acima de tudo

essa é a única razão que te assiste




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sab Mar 28 2015, 18:50

esqueci-me de dizer :

dentro da razão que te assiste, ou acrescentas um novo "ismo" ou usas um que já existe

é mesmo contigo ( falo de modo global )




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por ellipsis em Sab Mar 28 2015, 20:35

@Altar escreveu:esqueci-me de dizer :

dentro da razão que te assiste, ou acrescentas um novo "ismo" ou usas um que já existe

é mesmo contigo ( falo de modo global )

Eu não acrescento nenhum. Não preciso de "ismos"...

Simplesmente sou livre... E ser livre é isso... livre tass bem




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sab Mar 28 2015, 21:02

@ellipsis escreveu:

Eu não acrescento nenhum. Não preciso de "ismos"...

Simplesmente sou livre... E ser livre é isso... livre tass bem


jamais serás livre dos "ismos"

isso é ateísmo ( preciso de acrescentar na lista ) Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir




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Re: O Erro Gnóstico

Mensagem por Altar em Sab Mar 28 2015, 21:27

com o devido respeito, só para veres que isso é absolutamente impossível

imagina que tu te afirmas mesmo além do ateísmo, além de tudo, verdadeiramente livre, que não encaixa em nada já criado e inventado em 2000 anos por outras pessoas

basta eu afirmar que é Ellipismo

ficará conhecido assim no fórum, não estou a gozar contigo e por favor não me leves a mal

as coisas são como são




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Re: O Erro Gnóstico

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