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"Quando aceitamos tudo o que a Organização diz sem verificar, mostramos confiança na Organização. Mas, se mantivermos um espírito atento e examinarmos 'quanto a se estas coisas são realmente assim' (Atos 17:11), então, mostramos zelo para com Jeová. Para quem você mostra zelo?"

Análise da tradução de Gênesis 3:6

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Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por TJ Curioso em Dom Out 27 2013, 23:48

A passagem, conforme reza a TNM, diz:

"Conseqüentemente, a mulher viu que a árvore era boa para alimento e que era algo para os olhos anelarem, sim, a árvore era desejável para se contemplar." - Génesis 3:6

Com respeito à árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, o conceito da Organização é que esta árvore era igual a tantas outras no jardim do Éden, não possuindo qualquer propriedade especial.

Mas é isso que o texto afirma no original hebraico?


Se formos à TNM com referências e olharmos para a nota de rodapé correspondente à palavra "contemplar", o que lemos?

*“Para se contemplar”, LXXSyVg. Lit.: “para dar sabedoria (inteligência; prudência)”.

E é mesmo isso que está no hebraico, onde é usada a palavra hebraica śâkal.
O dicionário Strong define assim esta palavra:

"A primitive root; to be (causeatively make or act) circumspect and hence intelligent: - consider, expert, instruct, prosper, (deal) prudent (-ly), (give) skill (-ful), have good success, teach, (have, make to) understand (-ing), wisdom, (be, behave self, consider, make) wise (-ly), guide wittingly."


Isso indica que aos olhos da Eva, a árvore parecia ter propriedades especiais que a levavam a concluir que aquela árvore era realmente especial e que ao comer do seu fruto obteria "conhecimento" oculto.


Aceitam-se comentários.

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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por Altar em Seg Out 28 2013, 00:30

@TJ Curioso escreveu:

Aceitam-se comentários.

Queres saber mesmo a minha opinião ?! a sinceridade é amizade, só um falso amigo é que mente

então é assim :

pensas muito com a cabeça mas nunca com o coração

porque é que nunca deste ou dás uma oportunidade ao teu coração ? Deus nunca te vai residir na cabeça...




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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por TJ Curioso em Seg Out 28 2013, 00:45

Altar agradeço as tuas palavras. Mas repara que por eu pesquisar a Bíblia e gostar de ir ao pormenor, não significa que não use o coração.

Aliás, é o coração que me impele a estudar a Palavra de Deus com prazer e se alegra com o que vai descobrindo.

No entanto, também reconheço que deixar-se levar apenas pelo emocionalismo (coração) pode ser perigoso, tal como diz o profeta Jeremias:

“O coração é mais traiçoeiro do que qualquer outra coisa e está desesperado. Quem o pode conhecer?" - Jeremias 17:9

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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por mjp em Seg Out 28 2013, 02:05

@TJ Curioso escreveu:Altar agradeço as tuas palavras. Mas repara que por eu pesquisar a Bíblia e gostar de ir ao pormenor, não significa que não use o coração.

Aliás, é o coração que me impele a estudar a Palavra de Deus com prazer e se alegra com o que vai descobrindo.

No entanto, também reconheço que deixar-se levar apenas pelo emocionalismo (coração) pode ser perigoso, tal como diz o profeta Jeremias:

“O coração é mais traiçoeiro do que qualquer outra coisa e está desesperado. Quem o pode conhecer?" - Jeremias 17:9

O novo mandamento de Jesus: João 13, 34, 35 "...que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei. Por meio disto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros."

João 5, 39 "Investigai as Escrituras, dado que julgais ter nelas a vida eterna: são elas que dão testemunho a meu favor".

Se Jesus é aquele de quem as Escrituras dão testemunho, é Ele quem nos abre o coração e a mente para as ler e as interpretar.

A mudança de paradigma (metanoeó) apontada em Mateus 3, 2 "arrependei-vos porque está próximo o Reino do Céu" é que nos abre a mente e o coração para percebermos que em Cristo tudo é revelado e explicado. Tudo? Bem, tudo o que nos basta!

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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por TJ Curioso em Seg Out 28 2013, 07:39

@mjp escreveu:O novo mandamento de Jesus: João 13, 34, 35 "...que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei. Por meio disto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros."

João 5, 39 "Investigai as Escrituras, dado que julgais ter nelas a vida eterna: são elas que dão testemunho a meu favor".

Se Jesus é aquele de quem as Escrituras dão testemunho, é Ele quem nos abre o coração e a mente para as ler e as interpretar.

A mudança de paradigma (metanoeó) apontada em Mateus 3, 2 "arrependei-vos porque está próximo o Reino do Céu" é que nos abre a mente e o coração para percebermos que em Cristo tudo é revelado e explicado. Tudo? Bem, tudo o que nos basta!
Concordo em absoluto contigo mjp. No entanto, as tuas postagens demonstram que na prática não é assim que tu neste momento pensas, estando alinhado com o catolecismo. Afinal, a tradição oral (assim como era importante para os judeus), também o é para os católicos e dela dependem para as suas práticas litúrgicas e crença.

Por isso, na prática para os católicos Cristo, não é tudo o que lhes basta.  Wink

Apesar de Cristo ser o que realmente importa para a salvação, isso não significa que não se pesquise as Escrituras de modo a entendê-las melhor, assim como faziam os primitivos cristãos.

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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por mjp em Seg Out 28 2013, 09:45

@TJ Curioso escreveu:
@mjp escreveu:O novo mandamento de Jesus: João 13, 34, 35 "...que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei. Por meio disto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros."

João 5, 39 "Investigai as Escrituras, dado que julgais ter nelas a vida eterna: são elas que dão testemunho a meu favor".

Se Jesus é aquele de quem as Escrituras dão testemunho, é Ele quem nos abre o coração e a mente para as ler e as interpretar.

A mudança de paradigma (metanoeó) apontada em Mateus 3, 2 "arrependei-vos porque está próximo o Reino do Céu" é que nos abre a mente e o coração para percebermos que em Cristo tudo é revelado e explicado. Tudo? Bem, tudo o que nos basta!
Concordo em absoluto contigo mjp. No entanto, as tuas postagens demonstram que na prática não é assim que tu neste momento pensas, estando alinhado com o catolecismo. Afinal, a tradição oral (assim como era importante para os judeus), também o é para os católicos e dela dependem para as suas práticas litúrgicas e crença.

Por isso, na prática para os católicos Cristo, não é tudo o que lhes basta.  Wink

Apesar de Cristo ser o que realmente importa para a salvação, isso não significa que não se pesquise as Escrituras de modo a entendê-las melhor, assim como faziam os primitivos cristãos.

Eu não estou alinhado com... Eu sou católico; há uma diferença. Mas sobre a pesquisa das Escrituras como fonte de vida eterna e Cristo, a esse comentário voltaremos, mais logo, se me permitires.

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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por Altar em Seg Out 28 2013, 18:20

@TJ Curioso escreveu:Altar agradeço as tuas palavras. Mas repara que por eu pesquisar a Bíblia e gostar de ir ao pormenor, não significa que não use o coração.

Aliás, é o coração que me impele a estudar a Palavra de Deus com prazer e se alegra com o que vai descobrindo.

No entanto, também reconheço que deixar-se levar apenas pelo emocionalismo (coração) pode ser perigoso, tal como diz o profeta Jeremias:

“O coração é mais traiçoeiro do que qualquer outra coisa e está desesperado. Quem o pode conhecer?" - Jeremias 17:9

Sim, fé cega também é má, concordo contigo, acho que devem trabalhar ambas em conjunto - fé e razão, existem coisas que esta última não vê

que achas do artigo em baixo ?


Fé e Razão: Distinguir para unir
Ivo de Kermantin

O Espírito Santo nos lembra, pela boca dos três jovens na fornalha, do livro do profeta Daniel, duas verdades elementares: nós somos obra do Senhor e devemos louvá-lo para sempre.  Na linguagem filosófica, se diz que Deus é nossa causa eficiente, ou causa primeira, e nossa causa final. Deus é nosso criador e é também nosso fim, nosso sumo bem. Já os filósofos antigos o tinham dito, e a maior parte das civilizações o tinha por certo, ainda que suas crenças fossem cheias de erros.

Que Deus seja nosso Criador, sabendo que Ele nos transcende infinitamente, não é algo difícil de compreender. Um problema aparece, entretanto, considerando esta mesma transcendência, para compreender como Deus possa ser nosso fim último. Nós temos uma inteligência e uma vontade. O fim da inteligência é conhecer e o fim da vontade é amar. Sabendo que só pode ser amado aquilo que é conhecido, se o homem não pudesse conhecer a Deus, ele seria totalmente privado do seu fim.

Existem duas maneiras pela qual nós podemos conhecer a Deus: pela razão ou pela Fé. Nossa razão conhece todas as coisas a partir de um conhecimento sensível[2].  Ora, Deus sendo um ser puramente espiritual, apenas os seus efeitos podem ser atingidos pelos nossos sentidos. Logo, o conhecimento que temos de Deus pela razão é limitado. Nós podemos conhecer pela razão, por exemplo, que Deus existe, mas o conhecimento de Deus que nós temos pelos seus efeitos, não é suficiente para nos fazer conhecer a essência divina. Existem, então, verdades sobre Deus que são inacessíveis a nossa razão.

Mas, visto que o homem precisa conhecer a Deus infinito, que é o seu fim, para que ele possa ordenar a Deus suas intenções e suas ações, convinha que estas verdades fossem propostas para a aceitação da nossa fé, já que elas excedem os limites da razão. Pela fé, então, nós podemos conhecer aquilo que é inacessível à razão, porque nós cremos naquilo que Deus nos ensinou, mesmo se o nosso raciocínio não consegue prová-lo.

Ora, na Revelação, além das verdades que excedem os limites da nossa razão, também são propostas à aceitação da nossa fé verdades acessíveis à nossa razão. Isso parece absurdo à primeira vista porque nada pode ser conhecido pela razão e aceito pela fé ao mesmo tempo[3]. No entanto, não só é possível que as verdades acessíveis à razão sejam propostas à aceitação de nossa fé, mas é mesmo salutar, porque algumas verdades podem ser conhecidas pelos sábios, mas cridas pelos ignorantes. Além do que, muitas vezes por causa da fraqueza do nosso entendimento e das falhas da nossa imaginação, o erro se introduz no nosso conhecimento. Por isso era salutar que a Providência impusesse como verdade de fé algumas verdades acessíveis à razão, afim de que todos participassem tranquilamente do conhecimento de Deus sem medo de dúvida nem de erro[4].

Assim, a fé não é uma violência imposta à nossa razão, mas, ao contrário, ela confere ao conhecimento racional a sua perfeição e o seu acabamento. Não pode, igualmente, existir contradição entre fé e razão porque, sendo Deus o autor da natureza, é dele que vêm o conhecimento natural que nós temos dos princípios e entre uma razão dada por Deus e uma Revelação que vem de Deus não pode haver contradição[5].

Enfim, unidas fé e razão, não se deve confundi-las. Se a fé anima a razão, a razão que apoia a fé não deixa por isso de fazer operações puramente racionais e de afirmar conclusões fundadas sobre a única evidência dos primeiros princípios, comuns a toda inteligência humana (ex.: principio de não contradição) [6]. Se, ao contrário, a fé for posta como única garantia da razão, não só a razão se torna inútil porque ele não nos traz nenhuma certeza, mas também a fé perde toda a sua força, porque ela perde o seu suporte que é a razão[7].




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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por River raid em Seg Out 28 2013, 18:41

Perante as evidências o fruto tinha mesmo alguma propriedade especial que afectou a fisiologia do ser humano.

Não sei se tem a ver com a necessidade de o homem querer aprender mas alguma coisa levou ao proferimento:

"de modo que o homem não seja como nós e venha a viver para sempre..."

Será que fomos reduzidos a uma condição animal? E se sim, porquê? Que culpa tenho eu dos pecados dos outros (Adão e Eva)?

A explicação convencional das religiões cristãs não me convence, Deus não seria tão injusto assim.

Talvez o espiritismo e a reencarnação tenham uma resposta muito mais satisfatória, não porque me "satisfaça" mas por estar mais de acordo com a justiça.

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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por Altar em Seg Out 28 2013, 19:13

@River raid escreveu:

Será que fomos reduzidos a uma condição animal? E se sim, porquê? Que culpa tenho eu dos pecados dos outros (Adão e Eva)?

A explicação convencional das religiões cristãs não me convence, Deus não seria tão injusto assim.

Deus não nos culpa pelo pecado de Adão e Eva, o que acontece é que Adão danificou a natureza humana. E como ele era a fonte de toda a humanidade, ele transmitiu-nos não a culpa do pecado mas apenas uma natureza danificada pelo pecado. O corpo ficou revoltado contra o domínio da alma. A inteligência humana ficou prejudicada, e tendente ao erro e não à verdade

Se uma mãe tiver Sida ela transmite-se ao feto, ainda bem que há retrovirais que minimizam isso ao máximo, caso contrário acontecia o que aconteceu muitas vezes há décadas atrás

Agora não é árvore ou fruto de forma literal, ninguém sabe em que consistiu esse pecado, sabe-se que foi um acto de desobediência, o resto é tudo especulação






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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por TJ Curioso em Seg Out 28 2013, 23:13

Altar concordo inteiramente com o texto que colocaste.

Penso que o apóstolo Paulo, ao definir a fé, tinha já tocado nesse ponto, na carta aos Hebreus 11:1 (Bíblia de Jerusalém):

"A fé é a garantia dos bens que se esperam, a prova das realidades que não se vêem."

A fé não é mera credulidade ou simplesmente um desejo sincero sobre algo ("tenho fé que...").

A fé cristã baseia-se em factos e provas, bem como argumentos racionais e poderosos que nos ajudam e encontrar um sentido para a vida. É claro que a fé não é puramente racional, porque se o fosse não seria "fé", mas algo palpável e completamente tangível no agora.

É por isso que considero a forma como a TNM apresenta este texto, uma forma mais clara de ver este ponto:

"A fé é a expectativa certa de coisas esperadas, a demonstração evidente de realidades, embora não observadas."

É interessante que os cristãos ao tentarem converter os judeus, não apresentavam somente uma mensagem oral sobre um homem que havia sido crucificado e que tinha morrido de modo injusto às mãos dos romanos.

Os cristãos usavam os escritos sagrados, apresentando provas que aquele homem havia cumprido todas as profecias em relação ao messias, provando assim que ele era, sem dúvida nenhuma, o messias prometido pelos profetas.

Penso que do mesmo modo, hoje precisamos de usar a Bíblia e conhecê-la bem para não caírmos no erro de aceitar toda a doutrina proveniente de homens que por mais bem intencionados que sejam, acabam por deixar a sua visão particular "tapar" as verdades bíblicas mais puras e simples.

No caso das Testemunhas de Jeová, esse erro é flagrante com respeito à mediação de Cristo.

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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por mjp em Seg Out 28 2013, 23:22

@Altar escreveu:
Agora não é árvore ou fruto de forma literal, ninguém sabe em que consistiu esse pecado, sabe-se que foi um acto de desobediência, o resto é tudo especulação
Foi um acto de independência... quanto ao resto Altar, subscrevo por baixo e na íntegra.

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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

Mensagem por DoC em Ter Out 29 2013, 10:19

@TJ Curioso escreveu:A passagem, conforme reza a TNM, diz:

"Conseqüentemente, a mulher viu que a árvore era boa para alimento e que era algo para os olhos anelarem, sim, a árvore era desejável para se contemplar." - Génesis 3:6

Com respeito à árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, o conceito da Organização é que esta árvore era igual a tantas outras no jardim do Éden, não possuindo qualquer propriedade especial.

Mas é isso que o texto afirma no original hebraico?


Se formos à TNM com referências e olharmos para a nota de rodapé correspondente à palavra "contemplar", o que lemos?

*“Para se contemplar”, LXXSyVg. Lit.: “para dar sabedoria (inteligência; prudência)”.

E é mesmo isso que está no hebraico, onde é usada a palavra hebraica śâkal.
O dicionário Strong define assim esta palavra:

"A primitive root; to be (causeatively make or act) circumspect and hence intelligent: - consider, expert, instruct, prosper, (deal) prudent (-ly), (give) skill (-ful), have good success, teach, (have, make to) understand (-ing), wisdom, (be, behave self, consider, make) wise (-ly), guide wittingly."


Isso indica que aos olhos da Eva, a árvore parecia ter propriedades especiais que a levavam a concluir que aquela árvore era realmente especial e que ao comer do seu fruto obteria "conhecimento" oculto.


Aceitam-se comentários.
Não encontro incongruência lógica na explicação que a WT dá acerca deste texto e entendo que na tua visão confirmas essa explicação, ou não entendi a tua exposição de todo.

A árvore de facto não tinha nada visivelmente de especial em relação às restastes (como diz a WT), todavia, aos olhos de Eva parecia ter propriedades especiais (como tu sugeres). Ou seja, o especial da árvore estava na forma como Eva passou a olhar para ela depois de ter sido seduzida, não na folhagem ou no aspeto real dela.


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Re: Análise da tradução de Gênesis 3:6

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