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O aumento da islamofobia na Europa

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O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por TJ esclarecido em Qui Ago 15 2013, 18:18

Sobre o relativamente recente fenómeno da islamofobia, encontrei isto que gostaria de partilhar com os que se interessam pelo assunto:  

Os Estados Unidos denunciaram nesta segunda-feira um aumento da islamofobia na Europa e na Ásia, mas também um aumento de actos que visam correntes minoritárias do islão em países muçulmanos, segundo o relatório do Departamento de Estado sobre as liberdades religiosas no mundo.

Neste relatório exaustivo que diz respeito ao ano de 2012, Washington critica também a repressão de grupos religiosos na China, na Coreia do Norte, no Vietname ou na Birmânia. Sublinha ainda o aumento do anti-semitismo no Egipto, Irão e Venezuela.

“A retórica e os actos antimuçulmanos aumentaram claramente, particularmente na Europa e na Ásia. As restrições governamentais, que correspondem muitas vezes a uma animosidade no seio da sociedade, traduziram-se em acções antimuçulmanas que afectaram a vida quotidiana de um número significativo de fiéis”, escreve o departamento de Estado no seu relatório.

Tal como no ano passado, os Estados Unidos apontam o dedo “aos governos que impõem restrições ao uso de vestes religiosas, nomeadamente o véu islâmico para as mulheres nas escolas, função pública ou espaços públicos”, citando como exemplo a Bélgica, que tem uma legislação contra a burqa. A Índia também é criticada por proibir o uso de véu nas escolas em estados indianos onde os hindus são maioritários.

O departamento de Estado denuncia igualmente a “repressão” contra correntes minoritárias do islão em países muçulmanos de “maioria sunita ou xiita”, citando a Arábia Saudita, o Paquistão, a Indonésia, o Bahrein ou ainda o Irão.

Como em anos anteriores, o relatório sobre as liberdades religiosas no mundo ocupa-se longamente da China, onde o Governo “perseguiu, interrogou, prendeu e condenou à prisão um grande número de fiéis”.  

Washington também não poupa a Coreia do Norte, e ainda o Vietname e a Birmânia, nomeadamente criticando acções que visam as minorias não budistas, como é o caso dos muçulmanos rohingyas.

Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/eua-denunciam-aumento-da-islamofobia-na-europa-1594976


Os membros da comunidade judia continuam a ser vítimas de incidentes anti-semitas e o crescimento da islamofobia constitui um fenómeno particularmente inquietante na Europa, de acordo com Anastasie Crickley, presidente do Observatório da União Europeia para os fenómenos racistas e anti-semitas.

Estas discriminações foram identificadas em sectores como o emprego, a educação ou o alojamento. O observatório europeu, que analisou os dados fornecidos pelos Estados-membros, denunciou a falta de informação sobre o tema na maior parte dos Vinte e Cinco.

Espanha, Itália, Malta, Grécia e Chipre não forneceram quaisquer dados sobre a discriminação racial. Para o observatório sediado em Viena, apenas o Reino Unido e a Finlândia dispõem de mecanismos eficazes de recolha destes dados. Reino Unido, Alemanha, Suécia e França foram os países onde se registaram mais actos de discriminação racial ou religiosa.

Fonte: http://pt.euronews.com/2006/11/28/islamofobia-aumenta-na-europa-enquanto-anti-semitismo-mantem-se/


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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por hocosi em Qui Ago 15 2013, 19:41

Conforme discutido aqui em outro tópico assiste-se hoje na Europa a uma diminuição das pessoas que professam a alguma forma de cristianismo e a um aumento, em resultado da imigração, do islamismo, temendo-se mesmo que em alguns países em poucos anos o numero de praticantes do islamismo supere o numero de praticantes ou professos cristãos.

Daí que se assiste em vários países europeus nomeadamente na França, Alemanha, Suíça, Dinamarca, Noruega, Finlândia Suécia e outros de forma mais ou menos camuflada, a movimentos políticos que usam slogans anti islâmicos ou anti imigratórios, leis que visam travar os direitos dos imigrantes, livros publicados com o objetivo de chamar a tenção para este problema.

As nações europeias têm razão para estarem preocupadas? A nossa primeira reação poderá ser: sim têm.

Mas é preciso ouvir os dois lados.



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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por TJ Curioso em Qui Ago 15 2013, 19:46

Não podemos ser naifes! Um dos principais objetivos dos islâmicos é conquistar o mundo ocidental. Vários documentários mostram isso mesmo. Aquele documentário que coloquei (God Delusion), mostra isso mesmo.

Com a desintegração dos valores familiares e cristãos, o objetivo deles está a um passo de ser concretizado.

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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por hocosi em Qui Ago 15 2013, 20:58

@TJ Curioso escreveu:Não podemos ser naifes! Um dos principais objetivos dos islâmicos é conquistar o mundo ocidental. Vários documentários mostram isso mesmo. Aquele documentário que coloquei (God Delusion), mostra isso mesmo.

Com a desintegração dos valores familiares e cristãos, o objetivo deles está a um passo de ser concretizado.
É hoje bem evidente que existe uma cruzada anti-islâmica na Europa.

Veja-se algumas provas disso:

O sentimento que ganhou força e embasamento retórico com o famoso 11 de setembro encarna uma nova fase na Europa. Se antes estava ali de forma camuflada ou presente somente em setores extremistas da sociedade, agora se permite falar em público sobre o assunto. Foi assim que a chanceler alemã Angela Merkel, da União Democrata Cristã, explicou que o sonho do multiculturalismo havia fracassado e que o país não estava aberto para quem não se identificasse com os valores cristãos. O líder do CSU, Horst Seehofer, havia pronunciado, semanas antes, que a Alemanha não precisa mais de imigrantes de países de culturas diferentes, como os turcos e os árabes, para os quais a integração é mais difícil. Vale considerar que a população turca forma o maior grupo de imigrantes no país, com 3,5 milhões de pessoas.

Mas tal cenário não se resume à Alemanha. O ministro do Interior francês, Brice Hortefeux, declarou no ano anterior, ao lado de um jovem árabe, que “quando há um árabe, tudo bem. Quando há muitos é que há problemas”. O presidente Nicolas Sarkozy, no “discurso de Grenoble”, feito em 30 de julho de 2010, vinculou imigração e delinquência – o que, obviamente, mereceu críticas de associações ligadas aos direitos humanos. Ao mesmo tempo, a possível próxima candidata pela Frente Nacional à presidência francesa, Marine Le Pen, filha de Jean-Marie Le Pen, defende o fim do direito de solo [hiperlink – também conhecido pela expressão latina jus soli , trata-se do reconhecimento da uma nacionalidade a partir do lugar de nascimento. Na maioria da Europa impera o jus sanguinis ou direito de sangue, que determina a nacionalidade a partir da ascendência da pessoa] no país e compara os mulçumanos, que lotam ruas e mesquitas, aos tempos de invasão nazista em seu país. Em 2010, na região de Voralberg, na Áustria, 20% do eleitorado se posicionou em favor do Partido Austríaco da Liberdade (FPÖ), partido que defende que a invasão turca ameaça a paz social e tem como um de seus slogans “O Ocidente nas mãos dos cristãos”. O partido conseguiu 13,8% dos votos e foi o quarto mais votado em nível nacional em 2009.
http://revistaforum.com.br/blog/2012/02/uma-cruzada-anti-islamica-na-europa/



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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por TJ Curioso em Qui Ago 15 2013, 21:10

Para quem afirma que o Islão é uma religião pacífica e que são os extremistas que desvirtuam a religião e o Alcorão, vale a pena ver este documentário.


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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por TJ Curioso em Qui Ago 15 2013, 21:17




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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por hocosi em Qui Ago 15 2013, 21:23

Quando digo que é preciso ouvir os dois lados, é porque existem aspetos que merecem consideração, antes de alarmismos exagerados.

Chamo a atenção para um artigo de alguém que recentemente se envolveu numa reunião para analisar este problema.

Como secretário da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé e Ecumenismo, estive presente e não gostaria de deixar passar a oportunidade sem tecer algumas considerações sobre o que lá foi dito.
DESENVOLVIMENTO DO ISLAMISMO NA EUROPA

Chamo a atenção para o segundo ponto:

2. Esta questão da «identidade cultural» conduz-nos a um segundo aspecto, muito marcante na variedade da presença muçulmana na Europa: trata-se da relação mútua entre a Europa (cristianizada e secularizada) e o Islamismo (religioso e, em princípio, não secularizado).
A primeira direcção desta relação tem a ver com a influência da cultura europeia sobre os muçulmanos que estão nela perfeitamente integrados, sobretudo os mais jovens e, entre estes, sobretudo os que nasceram e cresceram já na Europa ocidental. Em muitos casos, esta influência é secularizante, no sentido pejorativo do termo: muitos jovens muçulmanos possuem uma relação muito débil com o seu islamismo, limitando-se a certas práticas rituais ou, em muitos casos, nem sequer a isso (veja-se o estudo italiano: A. Pacini e J. Césari, Giovani Musulmani in Europa, Torino 2005). Mesmo que essa atitude não seja ainda tão representativa no interior do islamismo europeu como é no interior do cristianismo, sobretudo nos países de migração mais antiga, como no caso da França, ela é já notória.

No grupo daqueles que não se afastou do islamismo por indiferença, há também alguma influência positiva da «secularização» europeia, na medida em que vai criando uma mentalidade de certa separação sadia entre religião e estado, possibilitando a criação de uma mentalidade de respeito pela liberdade religiosa e de possível convivência, numa sociedade em que vigora o pluralismo das opções religiosas. Nestes grupos, a vivência do islamismo torna-se, cada vez mais, uma questão pessoal – mesmo individual – segundo o modelo das ocidentais sociedades modernas individualistas. A sua presença pública debilita-se progressivamente, vindo mesmo a desaparecer – inclusivamente nas manifestações simbólicas, como no caso da roupa.

No sentido inverso da relação entre Europa e Islamismo, a presença de grupos muçulmanos, que claramente assumem uma intervenção e uma visibilidade pública, coloca em questão as ideologias secularistas, mesmo laicistas, que animaram muitos países europeus nos últimos séculos. O caso mais flagrante é o da França, ironicamente o berço dessas ideologias laicistas. No caso da Espanha, o avanço do laicismo está ainda a realizar-se, o que não permite reconhecer, de modo sadio e calmo, a possível razão que reside numa posição não secularista, como a do Islão. Mas, no caso da França, que já deixou passar tempo suficiente sobre o processo de secularização, o debate público da questão religiosa, sobretudo impulsionado pelo Islamismo, volta a ser significativo, mesmo do ponto de vista político. O que começa a questionar, fortemente, as bases de uma sociedade completamente laica. Um dos exemplos mais simbólicos é o facto de muitos muçulmanos preferirem colocar os seus filhos em escolas católicas, evocando, como razão, a sua preferência por escolas «onde Deus não esteja ausente». Isso levanta sérias questões a um sistema de ensino que pretenda, verdadeiramente, integrar todos os cidadãos, no respeito pela sua identidade (assunto que, a propósito, já se transferiu para a Sociologia de tradição laica, como no conhecido caso do livro de Alain Touraine, Iguais e diferentes).

Estes dois aspectos da relação mútua apontam para um nível que se orienta, sobretudo, para o futuro. A maioria dos delegados presentes acentuou, essencialmente, este ponto dos desafios futuros.

Por um lado, trata-se de esperar e ajudar na construção de um islamismo «europeu», que assuma, por um lado, os elementos positivos do processo de secularização e, no mesmo sentido, se aprofunde intelectualmente, introduzindo um elemento hermenêutico no interior do islamismo, que recupere certas tradições muçulmanas místicas, teológicas e políticas e que origine uma mentalidade menos literalista ou, por vezes, fundamentalista. Nesse sentido, será necessário colaborar com os grupos islâmicos interessados nesse movimento, evitando que o islão europeu se divida no grupo dos indiferentes (sem peso no seu interior) e o grupo dos radicais, que não assumem possibilidades de convivência com outras religiões.

Por outro lado, trata-se de estabelecer uma certa «aliança» com o islamismo, na crítica a uma sociedade anacrónica e ideologicamente secularista, que já não corresponde ao modelo contemporâneo de vida dos seus cidadãos. É claro que, nesta fase de transição, muitas confusões e equívocos são possíveis. Por isso é que é necessário trabalhar com afinco e com competência.

http://www.cristoeacidade.com/styled-11/styled-8/page13/page74/page74.html
O sublinhado é meu.



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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por hocosi em Qui Ago 15 2013, 21:38

De acordo com a Enciclopédia da Raça e Estudos Étnicos, os meios de comunicação social têm sido criticados por perpetrarem islamofobia; a professora inglesa Elizabeth Poole cita um estudo de caso onde, ao analisar uma amostra de artigos na imprensa britânica de entre 1994 e 2004, conclui que os muçulmanos estavam sub-representados, e mostrados sob um foco negativo. Esses retratos, de acordo com Poole, incluem a imagem do Islamismo e os muçulmanos como uma ameaça à segurança do Ocidente e aos valores sociais desta parte do planeta.2 Benn e Jawad escreveram que a hostilidade contra o Islã e os muçulmanos estão "intimamente ligadas aos meios de comunicação social que retratam o Islã como bárbaro, irracional, primitiva e sexista."3 Egorova e Tudor citam os pesquisadores europeus, em que sugere que expressões utilizadas nos meios de comunicação social como "terrorismo islâmico", "bombas islâmicas" e "violento Islã" já resultaram em uma percepção negativa do Islã.4
http://pt.wikipedia.org/wiki/Islamofobia
Será que é assim? Porquê num outro tópico tentou-se provar que afinal o 11 de setembro com a destruição do WTC não foi obra do Islão mas sim obra dos próprios americanos?




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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por mjp em Qui Ago 15 2013, 23:08

@TJ Curioso escreveu:Não podemos ser naifes! Um dos principais objetivos dos islâmicos é conquistar o mundo ocidental. Vários documentários mostram isso mesmo. Aquele documentário que coloquei (God Delusion), mostra isso mesmo.

Com a desintegração dos valores familiares e cristãos, o objetivo deles está a um passo de ser concretizado.

O hocosi fala de uma nova "cruzada" anti-islâmica! A história repete-se!? De outra forma, mas repete-se?...

Afinal os cristãos tinham alguma justificação para as cruzadas?
es.wikipedia.org/wiki/Cruzadas‎




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Re: O aumento da islamofobia na Europa

Mensagem por hocosi em Sex Ago 16 2013, 09:00

Os 2 lados das Cruzadas

Há quase mil anos, o Ocidente trombou com o Oriente. O mundo cristão invadiu o mundo muçulmano e deu origem a 200 anos de guerra. Só dá para entender essa história se conhecermos os dois lados dela.

LER O ARTIGO



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Re: O aumento da islamofobia na Europa

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