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A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Maurício Silva em Sab Mar 30 2013, 12:35

Poderemos acreditar na veracidade da bíblia mjp? Então diga-me porque não deveríamos acreditar na veracidade dos livros que lhe apresento neste link http://www.adherents.com/adh_influbooks.html




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Maurício Silva em Sab Mar 30 2013, 12:46

Acerca da veracidade do novo testamento, gostaria que se pudesse, olhasse um pouco para estes vídeos e me desse a sua sincera opinião:

http://www.youtube.com/watch?v=BR0rNzN_SAg
http://www.youtube.com/watch?v=raWYTlS7Cwc
http://www.youtube.com/watch?v=PZ8bzjXeKiE





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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por mjp em Sab Mar 30 2013, 13:14

@Maurício Silva escreveu:
@mjp escreveu:
@Investigando a Torre escreveu:mjp,

Sem fugir ao tema, o que opinas relativamente à forma como a Bíblia, tal como a conhecemos hoje, se encontrar eventualmente incompleta devido ao facto de muitos livros terem sido considerados apócrifos?

Que autoridade reconheces a um qualquer Concílio para determinar em difinitivo o que deverá ser considerado Canónico ou pseudo-Canónico?

IT

Caro IT, as questões que se vão colocando no tempo hitórico em que certos textos ou livros foram considerados apócrifos, envolveramm problemáticas doutrinais com debates doutrinários entre correntes do pensamento cristão do tempo dos apóstolos que conheces tão bem como eu. Desde os gnósticos a Marcião, inúmeros homens apareceram dzendo-se portadores de uma revelação directa de Jesus Cristo no sentido de esclarecer este ou aquele saspecto da sua doutrina, com o arrastamento de toda uma disputa doutrinária que muitas vezes levou à verdadeira apostasia no verdadeiro sentido do termo. Ora foi precisamente a Tradição Apostólica, tão mal conhecida pelos protestantes (sentido lato), que salvou os textos mais remotos dos anos 50-90 dc e que após pesquisas e estudos rigorosíssimos se decidiram por este canon bíblico e não por outro.

Achei o último link que coloquei muito interessante. È uma exposição sobre essas críticas aos evangelhos, feita pelos muçulmanos, mas que encontra respaldo em muitas das críticas de hoje, quer pelos detratores do cristianismo quer por aqueles que não têm ainda uma opinião bem formada sobre o periodo histórico que antecedeu ao encerramento do canon. Se achares que te pode ser útil como fonte de informação, faz o favor de ler, tu e todos os que querem saber com mis propriedade o que está em causa nesta problemátic dos textos cristãos originais ou muito próximos dos originais.


O IT "tirou-me" as palavras da boca. Muito sinceramente mjp, tenho uma pergunta a lhe transmitir:
Não acha que Paulo, Jesus, Charles Russell, Joseph Smith, (só mencionando estes) tem algo em comum?

Todos temos algo em comum, meu caro Maurício . O mais selvagem dos aborígenes e a Raínha de Inglaterra têm algo em comum. Mas a estupidez do homem prefere as divisões que levam ao poder, para que tranquilo do alto do seu trono, possa finalmente encontrar a sua liberdade e a sua felicidade. Para mim, e no testemunho da História, tal tolice só revela um coração perdido, um desespero para encontrar um sentido para a sua limitada temporalidade. Sinto pena, profunda compaixão desses homens.

Jesus foi diferente.

mjp
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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Maurício Silva em Sab Mar 30 2013, 13:19

@mjp escreveu:
@Maurício Silva escreveu:
@mjp escreveu:
@Investigando a Torre escreveu:mjp,

Sem fugir ao tema, o que opinas relativamente à forma como a Bíblia, tal como a conhecemos hoje, se encontrar eventualmente incompleta devido ao facto de muitos livros terem sido considerados apócrifos?

Que autoridade reconheces a um qualquer Concílio para determinar em difinitivo o que deverá ser considerado Canónico ou pseudo-Canónico?

IT

Caro IT, as questões que se vão colocando no tempo hitórico em que certos textos ou livros foram considerados apócrifos, envolveramm problemáticas doutrinais com debates doutrinários entre correntes do pensamento cristão do tempo dos apóstolos que conheces tão bem como eu. Desde os gnósticos a Marcião, inúmeros homens apareceram dzendo-se portadores de uma revelação directa de Jesus Cristo no sentido de esclarecer este ou aquele saspecto da sua doutrina, com o arrastamento de toda uma disputa doutrinária que muitas vezes levou à verdadeira apostasia no verdadeiro sentido do termo. Ora foi precisamente a Tradição Apostólica, tão mal conhecida pelos protestantes (sentido lato), que salvou os textos mais remotos dos anos 50-90 dc e que após pesquisas e estudos rigorosíssimos se decidiram por este canon bíblico e não por outro.

Achei o último link que coloquei muito interessante. È uma exposição sobre essas críticas aos evangelhos, feita pelos muçulmanos, mas que encontra respaldo em muitas das críticas de hoje, quer pelos detratores do cristianismo quer por aqueles que não têm ainda uma opinião bem formada sobre o periodo histórico que antecedeu ao encerramento do canon. Se achares que te pode ser útil como fonte de informação, faz o favor de ler, tu e todos os que querem saber com mis propriedade o que está em causa nesta problemátic dos textos cristãos originais ou muito próximos dos originais.


O IT "tirou-me" as palavras da boca. Muito sinceramente mjp, tenho uma pergunta a lhe transmitir:
Não acha que Paulo, Jesus, Charles Russell, Joseph Smith, (só mencionando estes) tem algo em comum?

Todos temos algo em comum, meu caro Maurício . O mais selvagem dos aborígenes e a Raínha de Inglaterra têm algo em comum. Mas a estupidez do homem prefere as divisões que levam ao poder, para que tranquilo do alto do seu trono, possa finalmente encontrar a sua liberdade e a sua felicidade. Para mim, e no testemunho da História, tal tolice só revela um coração perdido, um desespero para encontrar um sentido para a sua limitada temporalidade. Sinto pena, profunda compaixão desses homens.

Jesus foi diferente.

O problema, caro mjp, é que Jesus foi e é aquilo que a estupidez do homem lhe permitiu ser ao longo dos séculos.




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por mjp em Sab Mar 30 2013, 13:32

@Maurício Silva escreveu:
@mjp escreveu:
@Maurício Silva escreveu:
@mjp escreveu:
@Investigando a Torre escreveu:mjp,

Sem fugir ao tema, o que opinas relativamente à forma como a Bíblia, tal como a conhecemos hoje, se encontrar eventualmente incompleta devido ao facto de muitos livros terem sido considerados apócrifos?

Que autoridade reconheces a um qualquer Concílio para determinar em difinitivo o que deverá ser considerado Canónico ou pseudo-Canónico?

IT

Caro IT, as questões que se vão colocando no tempo hitórico em que certos textos ou livros foram considerados apócrifos, envolveramm problemáticas doutrinais com debates doutrinários entre correntes do pensamento cristão do tempo dos apóstolos que conheces tão bem como eu. Desde os gnósticos a Marcião, inúmeros homens apareceram dzendo-se portadores de uma revelação directa de Jesus Cristo no sentido de esclarecer este ou aquele saspecto da sua doutrina, com o arrastamento de toda uma disputa doutrinária que muitas vezes levou à verdadeira apostasia no verdadeiro sentido do termo. Ora foi precisamente a Tradição Apostólica, tão mal conhecida pelos protestantes (sentido lato), que salvou os textos mais remotos dos anos 50-90 dc e que após pesquisas e estudos rigorosíssimos se decidiram por este canon bíblico e não por outro.

Achei o último link que coloquei muito interessante. È uma exposição sobre essas críticas aos evangelhos, feita pelos muçulmanos, mas que encontra respaldo em muitas das críticas de hoje, quer pelos detratores do cristianismo quer por aqueles que não têm ainda uma opinião bem formada sobre o periodo histórico que antecedeu ao encerramento do canon. Se achares que te pode ser útil como fonte de informação, faz o favor de ler, tu e todos os que querem saber com mis propriedade o que está em causa nesta problemátic dos textos cristãos originais ou muito próximos dos originais.


O IT "tirou-me" as palavras da boca. Muito sinceramente mjp, tenho uma pergunta a lhe transmitir:
Não acha que Paulo, Jesus, Charles Russell, Joseph Smith, (só mencionando estes) tem algo em comum?

Todos temos algo em comum, meu caro Maurício . O mais selvagem dos aborígenes e a Raínha de Inglaterra têm algo em comum. Mas a estupidez do homem prefere as divisões que levam ao poder, para que tranquilo do alto do seu trono, possa finalmente encontrar a sua liberdade e a sua felicidade. Para mim, e no testemunho da História, tal tolice só revela um coração perdido, um desespero para encontrar um sentido para a sua limitada temporalidade. Sinto pena, profunda compaixão desses homens.

Jesus foi diferente.

O problema, caro mjp, é que Jesus foi e é aquilo que a estupidez do homem lhe permitiu ser ao longo dos séculos.

Esta tens de me explicar melhor. Ou eu estou cansado, ou sem paciência para tentar compreender o que queres dizer. Faz-me lá o favor e troca-me a tua afirmação por miúdos.

mjp
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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Maurício Silva em Sab Mar 30 2013, 15:15

@mjp escreveu:
@Maurício Silva escreveu:
@mjp escreveu:
@Maurício Silva escreveu:
@mjp escreveu:
@Investigando a Torre escreveu:mjp,

Sem fugir ao tema, o que opinas relativamente à forma como a Bíblia, tal como a conhecemos hoje, se encontrar eventualmente incompleta devido ao facto de muitos livros terem sido considerados apócrifos?

Que autoridade reconheces a um qualquer Concílio para determinar em difinitivo o que deverá ser considerado Canónico ou pseudo-Canónico?

IT

Caro IT, as questões que se vão colocando no tempo hitórico em que certos textos ou livros foram considerados apócrifos, envolveramm problemáticas doutrinais com debates doutrinários entre correntes do pensamento cristão do tempo dos apóstolos que conheces tão bem como eu. Desde os gnósticos a Marcião, inúmeros homens apareceram dzendo-se portadores de uma revelação directa de Jesus Cristo no sentido de esclarecer este ou aquele saspecto da sua doutrina, com o arrastamento de toda uma disputa doutrinária que muitas vezes levou à verdadeira apostasia no verdadeiro sentido do termo. Ora foi precisamente a Tradição Apostólica, tão mal conhecida pelos protestantes (sentido lato), que salvou os textos mais remotos dos anos 50-90 dc e que após pesquisas e estudos rigorosíssimos se decidiram por este canon bíblico e não por outro.

Achei o último link que coloquei muito interessante. È uma exposição sobre essas críticas aos evangelhos, feita pelos muçulmanos, mas que encontra respaldo em muitas das críticas de hoje, quer pelos detratores do cristianismo quer por aqueles que não têm ainda uma opinião bem formada sobre o periodo histórico que antecedeu ao encerramento do canon. Se achares que te pode ser útil como fonte de informação, faz o favor de ler, tu e todos os que querem saber com mis propriedade o que está em causa nesta problemátic dos textos cristãos originais ou muito próximos dos originais.


O IT "tirou-me" as palavras da boca. Muito sinceramente mjp, tenho uma pergunta a lhe transmitir:
Não acha que Paulo, Jesus, Charles Russell, Joseph Smith, (só mencionando estes) tem algo em comum?

Todos temos algo em comum, meu caro Maurício . O mais selvagem dos aborígenes e a Raínha de Inglaterra têm algo em comum. Mas a estupidez do homem prefere as divisões que levam ao poder, para que tranquilo do alto do seu trono, possa finalmente encontrar a sua liberdade e a sua felicidade. Para mim, e no testemunho da História, tal tolice só revela um coração perdido, um desespero para encontrar um sentido para a sua limitada temporalidade. Sinto pena, profunda compaixão desses homens.

Jesus foi diferente.

O problema, caro mjp, é que Jesus foi e é aquilo que a estupidez do homem lhe permitiu ser ao longo dos séculos.

Esta tens de me explicar melhor. Ou eu estou cansado, ou sem paciência para tentar compreender o que queres dizer. Faz-me lá o favor e troca-me a tua afirmação por miúdos.


Quem foi Jesus? Um salvador, um aldrabão, um homem normal, um homem convencido do seu poder divino, um julgador, um homem perfeito. . .são tantas as afirmações possíveis.

A verdade é única a cerca da sua pessoa: Não existe nenhuma certeza. Curou? Onde estão as provas? Nos evangelhos que foram escritos por quem? Em que circunstâncias? Qual era o objectivo da escrita?

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal. Não existe consenso. Mas, acima de tudo, foi a figura que Jesus representou ao longo dos séculos que me choca pessoalmente. Muito sangue foi derramado por causa do seu nome, enquanto que muitas vidas foram salvas a base do seu "próprio" exemplo.

É vital que as organizações religiosas tenham algo a que se prender. E nada melhor do que Jesus. Milhões de almas estão cegas ao poder infundido por ele a certos bastardos sem fé que usam e abusam do nome dele para controlar vidas e mentes. Mas, muito sinceramente, ninguém precisa de organizações hierárquicas religiosas para ser feliz. Por isso, cada um de nós deve procurar saciar a sua sede espiritual. Mas para isso, é necessário que cada um de nós tente pesquisar a verdade mais abrangente possível. Por isso as minhas afirmações.

Milhares tentaram usar os ensinos da bíblia para fundar organizações religiosas onde pudessem se abastecer de poder, a custa de mentes incrédulas. E Jesus, defendeu alguma religião? A resposta é óbvia, NÃO.

A nossa concepção de Jesus muda consoante os tempos. E hoje em dia, é vital que saibamos distinguir a veracidade possivelmente provada com factos, e não lendas estúpidas escritas num evangelho de quem nem sabemos quem é o autor. Eu acho importante sabermos estas coisas, pois só com essas provas verazes poderemos chegar a um consenso histórico, científico e pessoal de quem foi realmente este Jesus de quem tanto se fala.




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por ellipsis em Sab Mar 30 2013, 15:20

@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?




Vamos trabalhar juntos para manter neste fórum um ambiente limpo e amigável. Boas postagens!


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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Maurício Silva em Sab Mar 30 2013, 15:28

@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?

Aqui vão alguns sites que achei interessantes que defendem a existência (ou não) de Jesus:

http://www.gotquestions.org/did-Jesus-exist.html
http://www.infidels.org/library/historical/marshall_gauvin/did_jesus_really_live.html
http://beginningandend.com/jesus-exist-historical-evidence-jesus-christ/







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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Maurício Silva em Sab Mar 30 2013, 15:30

São pontos defendidos por quem realmente acredita nos evangelhos. Pessoalmente, ainda procuro saber por factos históricos se Jesus realmente existiu, quem foi e qual foi a mensagem defendida por ele. Mas já não procuro nos evangelhos.




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Setubalense em Sab Mar 30 2013, 15:30

A pergunta que deixo é: No meio de tantos livros/textos bíblicos, porque são uns considerados apócrifos e outros inspirados por Deus?
Quais os estudiosos que se dedicaram a isso?
Quais os interesses/tendências religiosas que envolveram essa escolha?
Que bases tinham para considerarem textos válidos para figurar na Bíblia e outros não?
Será que os textos apócrifos encerravam conhecimentos que não lhes interessava que se conhecessem?


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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por odesmacarador em Sab Mar 30 2013, 17:40

@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?




Caro ellipsis, o texto abaixo pode ajudar?



É importante reconhecer que no ano 70 d.C. os Romanos invadiram e destruíram Jerusalém e a maior parte de Israel, chacinando seus habitantes. Cidades inteiras foram literalmente incendiadas e desapareceram! Não deveríamos nos surpreender, então, que muitas das provas da existência de Jesus tenham sido destruídas. Muitas das testemunhas oculares de Jesus teriam sido mortas. Estes fatos provavelmente limitaram a quantidade de relatos vindos de testemunhas oculares de Jesus.

Considerando o fato de que o ministério de Jesus foi altamente confinado a um lugar culturalmente atrasado e isolado, uma pequena vila do grande Império Romano, uma grande e surpreendente quantidade de informações sobre Jesus ainda pode ser extraída de fontes históricas seculares. Algumas das mais importantes provas históricas de Jesus Cristo incluem:

Tácito, romano do primeiro século, que é considerado um dos mais precisos historiadores do mundo antigo, mencionou “cristãos” supersticiosos (“nomeados a partir de Christus”, palavra latina para Cristo), que sofreram nas mãos de Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Seutônio, secretário chefe do Imperador Adriano, escreveu que houve um homem chamado Chrestus (ou Cristo) que viveu durante o primeiro século (“Anais” XV,44).

Flávio Josefo é o mais famoso historiador judeu. Em seu Antiguidades Judaicas, se refere a Tiago: “o irmão de Jesus, que era chamado Cristo.” Há um verso polêmico (XVIII,3) que diz: “Agora havia acerca deste tempo Jesus, homem sábio, se é que é lícito chamá-lo homem. Pois ele foi quem operou maravilhas... Ele era o Cristo... ele surgiu a eles vivo novamente no terceiro dia, como haviam dito os divinos profetas e dez mil outras coisas maravilhosas a seu respeito.” Uma versão diz: “Por esse tempo apareceu Jesus, um homem sábio, que praticou boas obras e cujas virtudes eram reconhecidas. Muitos judeus e pessoas de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos o condenou a ser crucificado e morto. Porém, aqueles que se tornaram seus discípulos pregaram sua doutrina. Eles afirmam que Jesus apareceu a eles três dias após a sua crucificação e que está vivo. Talvez ele fosse o Messias previsto pelos maravilhosos prognósticos dos profetas" (Josefo, "Antiguidades Judaicas" XVIII,3,2).

Julio Africano cita o historiador Talo em uma discussão sobre as trevas que sucederam a crucificação de Cristo (Escritos Existentes, 18).

Plínio, o Jovem, em Epístolas 10:96, registrou práticas primitivas de adoração, incluindo o fato de que os cristãos adoravam Jesus como Deus e eram muito éticos, e inclui uma referência ao banquete do amor e a Santa Ceia.

O Talmude da Babilônia (Sanhedrin 43 a) confirma a crucificação de Jesus na véspera da Páscoa, e as acusações contra Cristo de usar magia e encorajar a apostasia dos judeus.

Luciano de Samosata foi um escritor grego do segundo século que admite que Jesus foi adorado pelos cristãos, introduziu novos ensinamentos e foi por eles crucificado. Ele disse que os ensinamentos de Jesus incluíam a fraternidade entre os crentes, a importância da conversão e de negar outros deuses. Os Cristãos viviam de acordo com as leis de Jesus, criam que eram imortais, e se caracterizavam por desdenhar da morte, por devoção voluntária e renúncia a bens materiais.

Mara Bar-Serapião confirma que Jesus era conhecido como um homem sábio e virtuoso, considerado por muitos como rei de Israel, executado pelos judeus, e que continuou vivo nos ensinamentos de seus seguidores.

Então temos os escritos Gnósticos (O Evangelho da Verdade, O Apócrifo de João, O Evangelho de Tomé, O Tratado da Ressurreição, etc.) todos mencionando Jesus.

De fato, podemos quase reconstruir o evangelho somente a partir de primitivas fontes não-cristãs: Jesus foi chamado Cristo (Josefo), praticou “magia”, conduziu Israel a novos ensinamentos, por eles foi pendurado na Páscoa (O Talmude da Babilônia) na Judéia (Tácito), mas afirmou ser Deus e que retornaria (Eliezar), no que seus seguidores creram – O adorando como Deus (Plínio, o Jovem).

Concluindo, há provas devastadoras da existência de Jesus Cristo, tanto na história secular quanto bíblica. Talvez a maior prova que Jesus realmente existiu seja o fato de que literalmente milhares de cristãos no primeiro século d.C., incluindo os 12 apóstolos, se desprenderam a ponto de dar suas vidas como mártires por Jesus Cristo. As pessoas morrerão pelo que crêem ser verdade, mas ninguém morrerá pelo que sabe ser uma mentira.

Fonte - http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12018





Última edição por ellipsis em Sab Mar 30 2013, 22:47, editado 1 vez(es) (Razão : Colocar fontes)

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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Maurício Silva em Sab Mar 30 2013, 17:56

@odesmacarador escreveu:
@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?




Caro ellipsis, o texto abaixo pode ajudar?



É importante reconhecer que no ano 70 d.C. os Romanos invadiram e destruíram Jerusalém e a maior parte de Israel, chacinando seus habitantes. Cidades inteiras foram literalmente incendiadas e desapareceram! Não deveríamos nos surpreender, então, que muitas das provas da existência de Jesus tenham sido destruídas. Muitas das testemunhas oculares de Jesus teriam sido mortas. Estes fatos provavelmente limitaram a quantidade de relatos vindos de testemunhas oculares de Jesus.

Considerando o fato de que o ministério de Jesus foi altamente confinado a um lugar culturalmente atrasado e isolado, uma pequena vila do grande Império Romano, uma grande e surpreendente quantidade de informações sobre Jesus ainda pode ser extraída de fontes históricas seculares. Algumas das mais importantes provas históricas de Jesus Cristo incluem:

Tácito, romano do primeiro século, que é considerado um dos mais precisos historiadores do mundo antigo, mencionou “cristãos” supersticiosos (“nomeados a partir de Christus”, palavra latina para Cristo), que sofreram nas mãos de Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Seutônio, secretário chefe do Imperador Adriano, escreveu que houve um homem chamado Chrestus (ou Cristo) que viveu durante o primeiro século (“Anais” XV,44).

Flávio Josefo é o mais famoso historiador judeu. Em seu Antiguidades Judaicas, se refere a Tiago: “o irmão de Jesus, que era chamado Cristo.” Há um verso polêmico (XVIII,3) que diz: “Agora havia acerca deste tempo Jesus, homem sábio, se é que é lícito chamá-lo homem. Pois ele foi quem operou maravilhas... Ele era o Cristo... ele surgiu a eles vivo novamente no terceiro dia, como haviam dito os divinos profetas e dez mil outras coisas maravilhosas a seu respeito.” Uma versão diz: “Por esse tempo apareceu Jesus, um homem sábio, que praticou boas obras e cujas virtudes eram reconhecidas. Muitos judeus e pessoas de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos o condenou a ser crucificado e morto. Porém, aqueles que se tornaram seus discípulos pregaram sua doutrina. Eles afirmam que Jesus apareceu a eles três dias após a sua crucificação e que está vivo. Talvez ele fosse o Messias previsto pelos maravilhosos prognósticos dos profetas" (Josefo, "Antiguidades Judaicas" XVIII,3,2).

Julio Africano cita o historiador Talo em uma discussão sobre as trevas que sucederam a crucificação de Cristo (Escritos Existentes, 18).

Plínio, o Jovem, em Epístolas 10:96, registrou práticas primitivas de adoração, incluindo o fato de que os cristãos adoravam Jesus como Deus e eram muito éticos, e inclui uma referência ao banquete do amor e a Santa Ceia.

O Talmude da Babilônia (Sanhedrin 43 a) confirma a crucificação de Jesus na véspera da Páscoa, e as acusações contra Cristo de usar magia e encorajar a apostasia dos judeus.

Luciano de Samosata foi um escritor grego do segundo século que admite que Jesus foi adorado pelos cristãos, introduziu novos ensinamentos e foi por eles crucificado. Ele disse que os ensinamentos de Jesus incluíam a fraternidade entre os crentes, a importância da conversão e de negar outros deuses. Os Cristãos viviam de acordo com as leis de Jesus, criam que eram imortais, e se caracterizavam por desdenhar da morte, por devoção voluntária e renúncia a bens materiais.

Mara Bar-Serapião confirma que Jesus era conhecido como um homem sábio e virtuoso, considerado por muitos como rei de Israel, executado pelos judeus, e que continuou vivo nos ensinamentos de seus seguidores.

Então temos os escritos Gnósticos (O Evangelho da Verdade, O Apócrifo de João, O Evangelho de Tomé, O Tratado da Ressurreição, etc.) todos mencionando Jesus.

De fato, podemos quase reconstruir o evangelho somente a partir de primitivas fontes não-cristãs: Jesus foi chamado Cristo (Josefo), praticou “magia”, conduziu Israel a novos ensinamentos, por eles foi pendurado na Páscoa (O Talmude da Babilônia) na Judéia (Tácito), mas afirmou ser Deus e que retornaria (Eliezar), no que seus seguidores creram – O adorando como Deus (Plínio, o Jovem).

Concluindo, há provas devastadoras da existência de Jesus Cristo, tanto na história secular quanto bíblica. Talvez a maior prova que Jesus realmente existiu seja o fato de que literalmente milhares de cristãos no primeiro século d.C., incluindo os 12 apóstolos, se desprenderam a ponto de dar suas vidas como mártires por Jesus Cristo. As pessoas morrerão pelo que crêem ser verdade, mas ninguém morrerá pelo que sabe ser uma mentira.




Assim como milhares de pessoas não se importaram de morrer as custas do palavreado de Jim Jones, em 1977.Esse era o quê? Algum Messias também? Não existem provas concretas de que Jesus fosse o escolhido, e mesmo que realmente tivesse feito alguns milagres, nada supostamente indica que realmente ele era o TAL.

Senão, que dizer dos muitos "Jesuses" que existiram desde então? Porque não dar também algum crédito a eles? Não pregariam esses tamb+em a verdade?




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por odesmacarador em Sab Mar 30 2013, 18:05

@Maurício Silva escreveu:
@odesmacarador escreveu:
@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?




Caro ellipsis, o texto abaixo pode ajudar?



É importante reconhecer que no ano 70 d.C. os Romanos invadiram e destruíram Jerusalém e a maior parte de Israel, chacinando seus habitantes. Cidades inteiras foram literalmente incendiadas e desapareceram! Não deveríamos nos surpreender, então, que muitas das provas da existência de Jesus tenham sido destruídas. Muitas das testemunhas oculares de Jesus teriam sido mortas. Estes fatos provavelmente limitaram a quantidade de relatos vindos de testemunhas oculares de Jesus.

Considerando o fato de que o ministério de Jesus foi altamente confinado a um lugar culturalmente atrasado e isolado, uma pequena vila do grande Império Romano, uma grande e surpreendente quantidade de informações sobre Jesus ainda pode ser extraída de fontes históricas seculares. Algumas das mais importantes provas históricas de Jesus Cristo incluem:

Tácito, romano do primeiro século, que é considerado um dos mais precisos historiadores do mundo antigo, mencionou “cristãos” supersticiosos (“nomeados a partir de Christus”, palavra latina para Cristo), que sofreram nas mãos de Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Seutônio, secretário chefe do Imperador Adriano, escreveu que houve um homem chamado Chrestus (ou Cristo) que viveu durante o primeiro século (“Anais” XV,44).

Flávio Josefo é o mais famoso historiador judeu. Em seu Antiguidades Judaicas, se refere a Tiago: “o irmão de Jesus, que era chamado Cristo.” Há um verso polêmico (XVIII,3) que diz: “Agora havia acerca deste tempo Jesus, homem sábio, se é que é lícito chamá-lo homem. Pois ele foi quem operou maravilhas... Ele era o Cristo... ele surgiu a eles vivo novamente no terceiro dia, como haviam dito os divinos profetas e dez mil outras coisas maravilhosas a seu respeito.” Uma versão diz: “Por esse tempo apareceu Jesus, um homem sábio, que praticou boas obras e cujas virtudes eram reconhecidas. Muitos judeus e pessoas de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos o condenou a ser crucificado e morto. Porém, aqueles que se tornaram seus discípulos pregaram sua doutrina. Eles afirmam que Jesus apareceu a eles três dias após a sua crucificação e que está vivo. Talvez ele fosse o Messias previsto pelos maravilhosos prognósticos dos profetas" (Josefo, "Antiguidades Judaicas" XVIII,3,2).

Julio Africano cita o historiador Talo em uma discussão sobre as trevas que sucederam a crucificação de Cristo (Escritos Existentes, 18).

Plínio, o Jovem, em Epístolas 10:96, registrou práticas primitivas de adoração, incluindo o fato de que os cristãos adoravam Jesus como Deus e eram muito éticos, e inclui uma referência ao banquete do amor e a Santa Ceia.

O Talmude da Babilônia (Sanhedrin 43 a) confirma a crucificação de Jesus na véspera da Páscoa, e as acusações contra Cristo de usar magia e encorajar a apostasia dos judeus.

Luciano de Samosata foi um escritor grego do segundo século que admite que Jesus foi adorado pelos cristãos, introduziu novos ensinamentos e foi por eles crucificado. Ele disse que os ensinamentos de Jesus incluíam a fraternidade entre os crentes, a importância da conversão e de negar outros deuses. Os Cristãos viviam de acordo com as leis de Jesus, criam que eram imortais, e se caracterizavam por desdenhar da morte, por devoção voluntária e renúncia a bens materiais.

Mara Bar-Serapião confirma que Jesus era conhecido como um homem sábio e virtuoso, considerado por muitos como rei de Israel, executado pelos judeus, e que continuou vivo nos ensinamentos de seus seguidores.

Então temos os escritos Gnósticos (O Evangelho da Verdade, O Apócrifo de João, O Evangelho de Tomé, O Tratado da Ressurreição, etc.) todos mencionando Jesus.

De fato, podemos quase reconstruir o evangelho somente a partir de primitivas fontes não-cristãs: Jesus foi chamado Cristo (Josefo), praticou “magia”, conduziu Israel a novos ensinamentos, por eles foi pendurado na Páscoa (O Talmude da Babilônia) na Judéia (Tácito), mas afirmou ser Deus e que retornaria (Eliezar), no que seus seguidores creram – O adorando como Deus (Plínio, o Jovem).

Concluindo, há provas devastadoras da existência de Jesus Cristo, tanto na história secular quanto bíblica. Talvez a maior prova que Jesus realmente existiu seja o fato de que literalmente milhares de cristãos no primeiro século d.C., incluindo os 12 apóstolos, se desprenderam a ponto de dar suas vidas como mártires por Jesus Cristo. As pessoas morrerão pelo que crêem ser verdade, mas ninguém morrerá pelo que sabe ser uma mentira.




Assim como milhares de pessoas não se importaram de morrer as custas do palavreado de Jim Jones, em 1977.Esse era o quê? Algum Messias também? Não existem provas concretas de que Jesus fosse o escolhido, e mesmo que realmente tivesse feito alguns milagres, nada supostamente indica que realmente ele era o TAL.

Senão, que dizer dos muitos "Jesuses" que existiram desde então? Porque não dar também algum crédito a eles? Não pregariam esses tamb+em a verdade?


Meu Caro

Respeito as tuas crenças, por aqui é que se vê a beleza da verdadeira liberdade, podemos estar em desacordo de um modo saudável e cordial, de onde vim isso não era e não é permitido.

Abraço

odesmacarador
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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Setubalense em Sab Mar 30 2013, 18:12



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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Setubalense em Sab Mar 30 2013, 18:17

Já agora, Desmacarador, se não te zangas, cá vai o link daquilo que tu escreveste:

http://www.gotquestions.org/Portugues/Jesus-existiu.html


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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por odesmacarador em Sab Mar 30 2013, 18:40

@Setubalense escreveu:Já agora, Desmacarador, se não te zangas, cá vai o link daquilo que tu escreveste:

http://www.gotquestions.org/Portugues/Jesus-existiu.html



Meu Caro

Eu dou a entender que escrevi o texto que copiei?

Abraço

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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por ellipsis em Sab Mar 30 2013, 20:32

@odesmacarador escreveu:
@Setubalense escreveu:Já agora, Desmacarador, se não te zangas, cá vai o link daquilo que tu escreveste:

http://www.gotquestions.org/Portugues/Jesus-existiu.html



Meu Caro

Eu dou a entender que escrevi o texto que copiei?

Abraço

odesmacarador

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odesmacarador, aqui não andamos por "entenderes". Se é copiado tem que ter Link, para que o Fórum não seja acusado de plagio.


Última edição por ellipsis em Sab Mar 30 2013, 20:33, editado 1 vez(es)




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Setubalense em Sab Mar 30 2013, 20:32

Peço desculpa se te dei a interpretar que foste tu que o escreveste. Na verdade não foi minha intenção, o “escreveste” é no sentido de “tiraste de” ou “copiaste de”.
Abraço.


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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por ellipsis em Sab Mar 30 2013, 20:34

@Setubalense escreveu:Peço desculpa se te dei a interpretar que foste tu que o escreveste. Na verdade não foi minha intenção, o “escreveste” é no sentido de “tiraste de” ou “copiaste de”.
Abraço.

Não tens que pedir desculpa, fizeste o certo




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Setubalense em Sab Mar 30 2013, 20:36

Obrigado Ellipsis, isso não pus, porque queria que fosse a administração a chamar a atenção para se colocar sempre o link (dei a entender).


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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por odesmacarador em Sab Mar 30 2013, 22:28

@ellipsis escreveu:
@odesmacarador escreveu:
@Setubalense escreveu:Já agora, Desmacarador, se não te zangas, cá vai o link daquilo que tu escreveste:

http://www.gotquestions.org/Portugues/Jesus-existiu.html



Meu Caro

Eu dou a entender que escrevi o texto que copiei?

Abraço

odesmacarador

Texto copiado e colado sem fonte (link). Ver Regra - 20 - A utilização de textos de terceiros deve ser sempre apoiada com a respectiva fonte, quer estejam disponíveis na Internet ou em outro lugar. O não respeito desta regra pode levar a que seu post seja removido sem aviso.

odesmacarador, aqui não andamos por "entenderes". Se é copiado tem que ter Link, para que o Fórum não seja acusado de plagio.



Calma

Peço desculpa pelo lapso, não torna a acontecer.

Também tens razão ao dizeres ao "setubalense" que não tem nada de me pedir desculpas.

Cumps.

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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por ellipsis em Sab Mar 30 2013, 22:33

@Maurício Silva escreveu:
@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?

Aqui vão alguns sites que achei interessantes que defendem a existência (ou não) de Jesus:

http://www.gotquestions.org/did-Jesus-exist.html
http://www.infidels.org/library/historical/marshall_gauvin/did_jesus_really_live.html
http://beginningandend.com/jesus-exist-historical-evidence-jesus-christ/




Eu não quero sites. Foste tu que disseste que havia provas. Onde estão elas. Site? Eu também escrevo o que quiser.




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por Maurício Silva em Sab Mar 30 2013, 22:41

@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:
@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?

Aqui vão alguns sites que achei interessantes que defendem a existência (ou não) de Jesus:

http://www.gotquestions.org/did-Jesus-exist.html
http://www.infidels.org/library/historical/marshall_gauvin/did_jesus_really_live.html
http://beginningandend.com/jesus-exist-historical-evidence-jesus-christ/




Eu não quero sites. Foste tu que disseste que havia provas. Onde estão elas. Site? Eu também escrevo o que quiser.


As provas estão nos sites. Mas é bom sabermos qual o contexto por detrás.




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por ellipsis em Sab Mar 30 2013, 22:45

@odesmacarador escreveu:
@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?




Caro ellipsis, o texto abaixo pode ajudar?



É importante reconhecer que no ano 70 d.C. os Romanos invadiram e destruíram Jerusalém e a maior parte de Israel, chacinando seus habitantes. Cidades inteiras foram literalmente incendiadas e desapareceram! Não deveríamos nos surpreender, então, que muitas das provas da existência de Jesus tenham sido destruídas. Muitas das testemunhas oculares de Jesus teriam sido mortas. Estes fatos provavelmente limitaram a quantidade de relatos vindos de testemunhas oculares de Jesus.

Considerando o fato de que o ministério de Jesus foi altamente confinado a um lugar culturalmente atrasado e isolado, uma pequena vila do grande Império Romano, uma grande e surpreendente quantidade de informações sobre Jesus ainda pode ser extraída de fontes históricas seculares. Algumas das mais importantes provas históricas de Jesus Cristo incluem:

Tácito, romano do primeiro século, que é considerado um dos mais precisos historiadores do mundo antigo, mencionou “cristãos” supersticiosos (“nomeados a partir de Christus”, palavra latina para Cristo), que sofreram nas mãos de Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Seutônio, secretário chefe do Imperador Adriano, escreveu que houve um homem chamado Chrestus (ou Cristo) que viveu durante o primeiro século (“Anais” XV,44).


... ...



Odesmascarador,

Jesus é uma personagem misteriosa e inacessível. Já que os testemunhos da sua vida são escassos e só relatados nos textos cristãos.Sendo raríssimos noutros textos daquela época. Por outro lado, Jesus nada escreveu, não deixou qualquer testemunho escrito e tudo que se relaciona está repleto de contradições, mistérios e duvidas. Não se sabe nada desta personagem que se pode dizer singular, o seu aspeto físico, nem a história da sua juventude, nem a língua que falava.E até mesmo arqueológicamente não se pode demonstrar que têm existido.

Pessoas como Jesus temos Buda, Maomé e outros tantos que foram venerados.




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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

Mensagem por odesmacarador em Sab Mar 30 2013, 22:52

@ellipsis escreveu:
@odesmacarador escreveu:
@ellipsis escreveu:
@Maurício Silva escreveu:

Jesus foi uma personagem que influenciou, e continua a influenciar. As provas que ele existiu são tantas como as provas que não passou de um homem normal.

Mauricio para além dos evangelhos que se podem considerar provas na teoria, não conheço nenhuma prova que prove que o Homem Jesus existiu.

Como é que dizes que as provas que ele existiu são tantas? Queres exemplificar?




Caro ellipsis, o texto abaixo pode ajudar?



É importante reconhecer que no ano 70 d.C. os Romanos invadiram e destruíram Jerusalém e a maior parte de Israel, chacinando seus habitantes. Cidades inteiras foram literalmente incendiadas e desapareceram! Não deveríamos nos surpreender, então, que muitas das provas da existência de Jesus tenham sido destruídas. Muitas das testemunhas oculares de Jesus teriam sido mortas. Estes fatos provavelmente limitaram a quantidade de relatos vindos de testemunhas oculares de Jesus.

Considerando o fato de que o ministério de Jesus foi altamente confinado a um lugar culturalmente atrasado e isolado, uma pequena vila do grande Império Romano, uma grande e surpreendente quantidade de informações sobre Jesus ainda pode ser extraída de fontes históricas seculares. Algumas das mais importantes provas históricas de Jesus Cristo incluem:

Tácito, romano do primeiro século, que é considerado um dos mais precisos historiadores do mundo antigo, mencionou “cristãos” supersticiosos (“nomeados a partir de Christus”, palavra latina para Cristo), que sofreram nas mãos de Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Seutônio, secretário chefe do Imperador Adriano, escreveu que houve um homem chamado Chrestus (ou Cristo) que viveu durante o primeiro século (“Anais” XV,44).


... ...



Odesmascarador,

Jesus é uma personagem misteriosa e inacessível. Já que os testemunhos da sua vida são escassos e só relatados nos textos cristãos.Sendo raríssimos noutros textos daquela época. Por outro lado, Jesus nada escreveu, não deixou qualquer testemunho escrito e tudo que se relaciona está repleto de contradições, mistérios e duvidas. Não se sabe nada desta personagem que se pode dizer singular, o seu aspeto físico, nem a história da sua juventude, nem a língua que falava.E até mesmo arqueológicamente não se pode demonstrar que têm existido.

Pessoas como Jesus temos Buda, Maomé e outros tantos que foram venerados.



Então se eu te disser que não houve D. Afonso Henriques, nem os portugueses no século 14 não descobriram nada, isto a ti tem algum sentido?

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Re: A Bíblia - A sua aplicação para nós hoje

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