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Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por MariaL em Ter Abr 09 2013, 16:30

Tenho acompanhado com muito interesse este tópico, com as opiniões dos que são a favor e dos que são contra. É uma questão de acredital, ou se quiserem de fé - ou temos ou não temos.
Para mim tudo se resume neste excelente comentário do Derfel:

@Derfel escreveu:
Precisaremos nós de acreditar em algo/alguém infalível, inefável, enfim, numa qualquer personificação de ideais para nos apoiarmos no dia-a-dia, nas nossas lutas morais?
Essa necessidade é tão grande que desculparemos essa personificação, mais do que a nós mesmos ou aos nossos semelhantes, apenas para que a nossa crença não fique abalada, fechando os olhos a qualquer tipo de prova ou raciocínio?

@mjp escreveu:
Também me interrogo, caro setubalense, exactamente no mesmo sentido: como é que deixar de acreditar na STV abala tanto a estrutrura mental (emocional?) das pessoas?

mjp,

Já uma vez te “acusei” de sobrevalorizares, no pior sentido, o efeito que a passagem pela Torre (depois do acordar) teve nas nossas personalidades, formas de encarar a vida, etc.
Neste sentido, queres explicar melhor este teu comentário?
E peço desculpa se com isto estou a fugir ao tema.

Não me digas que está a dar razão aos senhores da Torre quando dizem que agora somos doentes mentais? Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir
Como dedicatória, o bonequinho de que tantos gostas Morrer a rir


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Maurício Silva em Ter Abr 09 2013, 16:38

@hocosi escreveu:

TJ Curioso escreveu:
Mas o resultado do pecado, aquela criança inocente, caso vivesse, seria sempre razão de escárnio e zombaria contra Davi e por consequência contra o Deus de Davi. Por isso o texto no hebraico indica que os inimigos de Deus usariam a criança como objeto de blasfémia contra Deus.


Se hoje uma Testemunha de Jeová casada cometer adultério e daí resulte um filho. Se o casal mostrar arrependimento deve-se matar a criança?

Mas também não nos podemos esquecer que Deus na sua misericórdia poderá trazer de novo à vida todos aqueles que Ele achar por bem trazer, onde esta criança poderá estar incluída.

Aí não vai ser objeto de escárnio e zombaria? Não continuará a ser lembrada como fruto de adultério?


Tirou-me as palavras da boca hocosi. Um desassociado sempre será lembrado como um desassociado, e um filho de adultério será lembrado, sempre, infelizmente, como um filho da p***. Isso mesmo. Disse a palavra proibida, mas também o caso é para tanto. Será a religião verdadeira um antro de doentes mentais? Começo a acreditar que sim!




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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por mjp em Ter Abr 09 2013, 17:22

@MariaL escreveu:Tenho acompanhado com muito interesse este tópico, com as opiniões dos que são a favor e dos que são contra. É uma questão de acredital, ou se quiserem de fé - ou temos ou não temos.
Para mim tudo se resume neste excelente comentário do Derfel:

@Derfel escreveu:
Precisaremos nós de acreditar em algo/alguém infalível, inefável, enfim, numa qualquer personificação de ideais para nos apoiarmos no dia-a-dia, nas nossas lutas morais?
Essa necessidade é tão grande que desculparemos essa personificação, mais do que a nós mesmos ou aos nossos semelhantes, apenas para que a nossa crença não fique abalada, fechando os olhos a qualquer tipo de prova ou raciocínio?

@mjp escreveu:
Também me interrogo, caro setubalense, exactamente no mesmo sentido: como é que deixar de acreditar na STV abala tanto a estrutrura mental (emocional?) das pessoas?

mjp,

Já uma vez te “acusei” de sobrevalorizares, no pior sentido, o efeito que a passagem pela Torre (depois do acordar) teve nas nossas personalidades, formas de encarar a vida, etc.
Neste sentido, queres explicar melhor este teu comentário?
E peço desculpa se com isto estou a fugir ao tema.

Não me digas que está a dar razão aos senhores da Torre quando dizem que agora somos doentes mentais? Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir
Como dedicatória, o bonequinho de que tantos gostas Morrer a rir

Não, cara MariaL, de modo algum. Como sei que sabes, nunca me passou pelo espírito tal ideia.

Mas agradeço a oportunidade que me dás para esclarecer este meu ponto de vista. É o seguinte: eu só fico triste, verdadeiramente triste, com o coração e tudo, acredita, pela razão da maioria de nós ex-TJ, de alguma forma, voltarmos "as costas" a Jesus Cristo e a Deus. Não digo todos. Não digo poucos, nem muitos... um/a que seja, que venha a conceber no seu coração e na sua mente que Deus e Jesus Cristo são uma falácia e que após a vida na Torre deixa de haver bases confiáveis para se prosseguir uma vida cristã (no sentido espiritual e não só nos valores cristãos), é causa para minha preocupação (por vezes posso demonstrá-lo da pior das maneiras, mas acredita que não minto)

Mentalmente transtornados é que nunca! Pelo contrário, ficámos todos com os sentidos tão alerta, com as faculdades mentais tão despertas de forma a não voltarmos a ser enganados, que podemos correr o risco de nos tornarmos cépticos face aos valores da verdade em Jesus Cristo e de Jesus Cristo.

Porquê esta minha preocupação? Bem , lá me vou eu expor mais um bocadinho neste fórum.... porquê gosto muito de vocês todos (os que conheço pessoalmente e os que não conheço pessoalmente), que são meus ex-irmãos como TJs, mas que eu gostaria muito que continuassem meus irmãos em Cristo, independentemente do rumo que cada um siga no cristianismo. Mas mesmo os que decidirem não o ser, eu gosto de todos à mesma.

Eu sou daqueles muito "chatos"... uma vez que me conheceram têm de me aturar até ao fim dos nossos dias... Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir Eu não vou desistir da vossa amizade, só vocês é que podem desistir da minha.

Vou sempre continuar a dizer e a tentar provar que há bases para edificarmos a nossa fé em Jesus Cristo, o Caminho, a Verdade e a Vida.

Beijinho

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por MariaL em Ter Abr 09 2013, 19:22

@mjp escreveu:

Mas agradeço a oportunidade que me dás para esclarecer este meu ponto de vista. É o seguinte: eu só fico triste, verdadeiramente triste, com o coração e tudo, acredita, pela razão da maioria de nós ex-TJ, de alguma forma, voltarmos "as costas" a Jesus Cristo e a Deus. Não digo todos. Não digo poucos, nem muitos... um/a que seja, que venha a conceber no seu coração e na sua mente que Deus e Jesus Cristo são uma falácia e que após a vida na Torre deixa de haver bases confiáveis para se prosseguir uma vida cristã (no sentido espiritual e não só nos valores cristãos), é causa para minha preocupação (por vezes posso demonstrá-lo da pior das maneiras, mas acredita que não minto)

Mentalmente transtornados é que nunca! Pelo contrário, ficámos todos com os sentidos tão alerta, com as faculdades mentais tão despertas de forma a não voltarmos a ser enganados, que podemos correr o risco de nos tornarmos cépticos face aos valores da verdade em Jesus Cristo e de Jesus Cristo.

Porquê esta minha preocupação? Bem , lá me vou eu expor mais um bocadinho neste fórum.... porquê gosto muito de vocês todos (os que conheço pessoalmente e os que não conheço pessoalmente), que são meus ex-irmãos como TJs, mas que eu gostaria muito que continuassem meus irmãos em Cristo, independentemente do rumo que cada um siga no cristianismo. Mas mesmo os que decidirem não o ser, eu gosto de todos à mesma.


mjp,

Eu sei que não nos consideras mentalmente transtornados. Como bem entendeste, estava a provocar. Morrer a rir

Mas agradeço o teu esclarecimento, pois finalmente percebi, que não se trata de uma atitude de superioridade à maneira jeovísta. Às vezes, pela forma como te expressas, parece ser, mas antes amizade e preocupação.

Mas pensa que não deves preocupar-te, nem ficar triste, pelos menos com alguns dos casos.

Se somos seres humanos melhores e mais felizes, Deus e Jesus, se existem estarão felizes por isso e talvez estejam agora mais perto de nós, mesmo que não consigamos vê-los.


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por hocosi em Ter Abr 09 2013, 20:55



Maurício escreveu:
Tirou-me as palavras da boca hocosi. Um desassociado sempre será lembrado como um desassociado, e um filho de adultério será lembrado, sempre, infelizmente, como um filho da p***. Isso mesmo. Disse a palavra proibida, mas também o caso é para tanto. Será a religião verdadeira um antro de doentes mentais? Começo a acreditar que sim!.

Claro que sim. Dentro da organização das TJ as pessoas que saem da linha serão sempre marcados. Podem ter-se arrependido em "pó e cinzas" serão sempre objeto de conversa e tagarelice. Conheço casos que foram tratados há anos, em que as pessoas refizeram as suas vidas, mas especialmente as "nossas queridas irmãs" se encarregam de dar a conhecer, mesmo aos que chegam de novo às congregações, a "boa nova" de que fulano ou cicrano fez isto ou aquilo.



"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro. A real tragédia da vida são os adultos que têm medo da luz" . Platão

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

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