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Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Derfel em Ter Abr 02 2013, 10:23

Smile

Maer

Mas aí é que está o pormenor.

Eu acredito em Deus.
Acredito num Deus Supremo, criador do Universo Visível e Invisível, de tudo o que houve, o que há e do que haverá.
Acredito num Deus que tem regras justas.
Acredito num Deus que dá a TODOS OS SERES o mesmo direito.
Acredito num Deus que dá a TODOS OS SERES a mesma oportunidade. Aliás, as mesmas oportunidades.

Também acredito num Demiurgo que se acha no direito de receber adoração de todos os seres inferiores, sem no entanto demonstrar intrínseca justiça, não dando o mesmo direito a todos - algo como "Se nem todos tem o mesmo direito , nem todos terão a mesma parte , mas todos têm a mesma oportunidade!".

Como eu dizia num post acima, cada um acredita naquilo que mais sentido fizer para si próprio.

Quanto a eu confundir imparcialidade, agradeço alguma ajuda, pois o que eu tenho como imparcial é a propriedade de não se favorecer alguém em detrimento de outrem; de se tratar todos com a mesma regra e pelo mesmo padrão.

A Infopédia (Porto Editora) diz:

imparcial

adjetivo de 2 géneros
1. que não é parcial
2. que não toma partido ou favorece um dos lados numa disputa ou controvérsia; neutral; equitativo
3. que coloca a justiça acima de quaisquer interesses; isento; reto; justo

imparcial In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-04-02].
Disponível na www: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/imparcial>.


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Maer em Ter Abr 02 2013, 11:47

Então , quem pratica o mal tem o mesmo direito de quem pratica o bem?
A justiça favorece ambas as partes numa disputa ou apenas uma?
Então a justiça é imparcial?
O assunto é mais complexo do que imaginas e não tem fim....




Maer
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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por TJ Curioso em Ter Abr 02 2013, 12:18

Buda estava reunido com seus discípulos certa manhã, quando um homem se aproximou:

- Deus existe? - perguntou.
- Existe - respondeu Buda.

Depois do almoço, aproximou-se outro homem.

- Deus existe? - quis saber.
- Não, não existe - disse Buda.

No final da tarde, um terceiro homem fez a mesma pergunta:

- Deus existe?
- Você terá que descobrir - respondeu Buda.

Assim que o homem foi embora, um discípulo comentou revoltado:

- Mestre, que absurdo! Como o Senhor dá respostas diferentes para a mesma pergunta?

- Porque são pessoas diferentes, e cada um chegará à resposta por seu próprio caminho. O primeiro acreditará em minha palavra. O segundo fará tudo para provar que estou errado. E o terceiro só acredita naquilo que é capaz de provar por si mesmo.

Conto Zen

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Derfel em Ter Abr 02 2013, 13:03

@Maer escreveu:Então , quem pratica o mal tem o mesmo direito de quem pratica o bem?
A justiça favorece ambas as partes numa disputa ou apenas uma?
Então a justiça é imparcial?
O assunto é mais complexo do que imaginas e não tem fim....

A questão aqui é se o bebé recém-nascido em questão acima tinha ou não o mesmo direito dos 2 adultos (David e Bate-Seba) de mostrar arrependimento de qualquer pecado que cometesse.
Para mais, junta-se o facto gritante de que ao ser recém-nascido não tinha tido tempo (nem meios) de cometer muitos pecados... nem muito graves... (decerto nada parecido com adultério e homicídio, como David).

David, ao nascer não foi "ferido" por Jeová, apesar de mais tarde cometer pecados horríveis, mesmo que depois se arrependesse.
Já o bebé em questão não teve essa oportunidade.

É evidente que quem pratica o bem deve receber (de acordo com a justiça) tratamento diferente de quem pratica o mal, mas aqui o desgraçado do bebé não teve OPORTUNIDADE de praticar nem bem nem mal.
E porquê? Porque o deus dos Judeus, Jeová, quis castigar um pecador adulto - David.

Quanto à pergunta:
"Então a justiça é imparcial?"
nada tenho a acrescentar às definições usuais, das quais coloco aqui uma:

justiça
nome feminino
1. virtude moral que inspira o respeito pelos direitos de cada pessoa e a atribuição do que é devido a cada um; equidade
2. conformidade com o direito estabelecido
3. poder de aplicar as leis; poder judicial
4. aplicação das leis para solucionar litígios, julgar causas ou atribuir sanções
5. conjunto de pessoas, instituições e serviços que definem a organização do poder judicial
6. conjunto dos magistrados; a magistratura
7. alegoria que representa a imparcialidade da aplicação do direito, constituída por uma mulher de olhos vendados com uma balança numa mão e uma espada na outra
8. popular funcionários de um tribunal;

justiça In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-04-02].
Disponível na www: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/justi%C3%A7a>.

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por mjp em Ter Abr 02 2013, 14:22

@Eduardo.TJ escreveu:Olá, meus amigos. Ando sumido do fórum português.
Mas gostaria de compartilhar com vocês este artigo, que publiquei essa semana no fórum brasileiro.
É um artigo forte, não sei bem como são as crenças de vocês aí em Portugal, em relação a "justiça" de Jeová.
Mas é um ponto de vista que eu tenho.
Fiquem a vontade para dar vossas opiniões...


Olá Eduardo TJ

A Justiça Divina não é assim tão difícil de compreender à luz dos usos e costumes da época de um povo, o israelita, que havia prometido junto do Monte Sinai (ou qualquer outro lugar que a História venha a encontrar como o mais adequado)compreender, aceitar e cumprir todas as implicações em relação a serem o povo escolhido por Deus para levar a cabo o Seu propósito com a humanidade.

Se na lei de Deus o adultério tinha como consequência a pena capital, tal lei era para todos, reis e plebeus. Até aqui nenhuma imparcialidade de Deus.

O caso de Davi envolveu no entanto maiores e mais graves actos, como a tentativa de encobrimento do adultério, culminando no assassinato de Urias.

O relato de II Samuel capítulo 12 dificilmente pode escapar a uma leitura inserida no relato de II Samuel 7:1-17, nomeadamente o versículo 13,14,15,16 em que Deus firma uma escolha muita especial na pessoa de Davi.

Vigorava na altura o princípio deuteronomista da retribuição dos actos e é bom que tenhamos sempre em mente que os filhos eram considerados propriedade dos pais. Era assim na altura, era assim que os israelitas encaravam as relações familiares e introduzir na apreciação deste relato valores morais que só muitos séculos mais tarde vieram a ser desenraizados, seria introduzir nesta análise elementos estranhos.

Ora como poderia Deus sem que a sua lei fosse desrespeitada aos olhos do povo e ao mesmo tempo cumprir a sua promessa com Davi? Haveria sempre lugar a uma penalidade grave sobre Davi em virtude do seu pecado/crime contra Deus e contra Urias.

Davi sabia exactamente a sua falta (não queiramos agora aqui, que na Bíblia venha retrada de forma dramática a forma do arrependimento de Davi). As suas palavras em díalogo com Samuel são eloquentes quando expressa a sua revolta pela história que Samuel lhe conta ao ponto de exclamar: "o homem que fez isso merece a morte. Pagará quatro vezes o valor da ovelha, por ter feito essa maldade e não ter tido compaixão".

Bem, voltemos de novo à tal relação entre pais e filhos e à forma como era encarada entre os israelitas o vínculo patrimonial em tais relações: de acordo com o próprio proferimento de Davi, havia que pagar "quatro" vezes pelo dano causado. Havia, no fundo, que se fazer alguma justiça pela morte de Urias, pela perda da sua esposa (também encarada como propriedade naquele tempo), já que o pecado do adultério, esse o único que tinha remédio, Deus havia peroado... aos dois! A Davi e a Bate-Seba. Justo, certo? Deus não mandou apedrejar Bate-Seba e salvou Davi. O perdão ficou implícito para os dois. Como pagar então a falta do pecado? Como reagiria o povo ( não eram os portugueses, sabes?) a tamanha injustiça, se a casa de Davi não sofresse de alguma forma uma grave sanção por ter violado a lei que Deus lhes havia dado?

No princípio deuteronomista, não havia como escapar à lei da causa e efeito e pela gravidade do actos envolvidos, a retribuição haveria de ser também grave. E foi. O filho de Davi morreu e ele não chamou a Deus "assassino de bebés inocentes", pois sabia muito bem que ele e só ele era o responsável pela calamidade que se havia abatido sobre a sua casa.

Enfim, outros homens, outras coragens, outras firmezas de carácter que não procuravam atirar para cima dos outros com a responsabilidade dos seus actos, nem fugir das penalidades que estavam na lei e que eram para ser aplicadas a todos, reis e plebeus.

Fica descansado em relação ao bebé. Foi ferido com uma doença grave que durou sete dias, mas eu não leio na Bíblia que ele tenha sofrido em excruciante agonia; parece que essa leitura vem de alguma imaginação muito fértil em maldade. Uma doença grave não implica necessáriamente esse sofrimento todo que para aqui se lê. E Deus que é justo (não imparcial como se pode verificar no realto de II Samuel) certamente saberá o que fazer em relação à sua vida. Deus é amor, o do VT como o do NT, e nunca comete injustiças ou actos desapiedados. Tem é um plano de salvação e lida com homens e mulheres imperfeitos (Deus, por causa da dureza dos vossos corações concedeu-vos o divórcio, disse Jesus Cristo) e em certos momentos, como o deste relato não pode deixar de cumprir com a justiça aos olhos de reis, imperadores, dignitários, embaixadores ou homens do povo, em virtude de leis e modas humanas que já perduram há milénios com os resultados que tão bem conhecemos.

Abraço para ti.

mjp


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Setubalense em Ter Abr 02 2013, 15:39

“E Deus que é justo (não imparcial…”.
Só uma pergunta Mjp, como é que Deus pode ser não imparcial (parcial) e ser justo?


"A estupidez humana é a única coisa que dá uma ideia do infinito"
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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por mjp em Ter Abr 02 2013, 15:45

@Setubalense escreveu:“E Deus que é justo (não imparcial…”.
Só uma pergunta Mjp, como é que Deus pode ser não imparcial (parcial) e ser justo?

Erro de palmatória na redacção. Peço desculpa. Não imparcial significa ser parcial. Enganei-me. Quis dizer, obviamente, Deus é justo (não parcial...).

Obrigado pela oportunidade da correcção.

abraço.

mjp

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por mjp em Ter Abr 02 2013, 15:51

Se na lei de Deus o adultério tinha como consequência a pena capital, tal lei era para todos, reis e plebeus. Até aqui nenhuma imparcialidade de Deus.

Quero dizer, obviamente, nenhuma parcialidade de Deus.

Prometo que nunca mais escrevo enquanto almoço... Morrer a rir Morrer a rir Morrer a rir

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Derfel em Ter Abr 02 2013, 16:24

@mjp escreveu:

Ora como poderia Deus sem que a sua lei fosse desrespeitada aos olhos do povo e ao mesmo tempo cumprir a sua promessa com Davi? Haveria sempre lugar a uma penalidade grave sobre Davi em virtude do seu pecado/crime contra Deus e contra Urias.

A esta questão problemática, o dito deus supremo, na sua sabedoria insondável, resolve matar o puto. Simples.

@mjp escreveu:Quero dizer, obviamente, nenhuma parcialidade de Deus.

imparcial
adjetivo de 2 géneros
1. que não é parcial
2. que não toma partido ou favorece um dos lados numa disputa ou controvérsia; neutral; equitativo
3. que coloca a justiça acima de quaisquer interesses (mesmo que tenha prometido que o senhor David seria ascendente de uma linhagem especial...); isento; reto; justo

imparcial In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-04-02].
Disponível na www: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/imparcial>.

Nenhuma parcialidade? Sim, não foi parcial pois perdoou às 2 pessoas que cometeram um pecado capital.
A criança é aquilo que hoje em dia "à luz dos usos e costumes da época" actual se chama DANOS COLATERAIS.


Toda esta história me lembra sempre as várias situações, principalmente no Antigo Testamento em que Jeová dizima desde velhos a crianças de colo, passando por gado e escravos. Acredito que haja sempre alguém que diga que ele sabia o que estava a fazer, coisa que eu acredito. Agora que era imparcial e justo.... hhummm... custa-me um pouquinho a acreditar.

Por exemplo em Jericó:

Josué 6:21 "E a tudo o que havia na cidade, desde o homem até a mulher, desde o moço até o velho, e até o touro, e o ovídeo, e o jumento, devotavam à destruição ao fio da espada."

Isto faz-me sempre lembrar uma outra situação, essa deveras malévola e imoral:

"
A primeira história de genocídio na história da Europa moderna aconteceu no Languedoc francês, no sul da França, nas montanhas a nordeste do Pirineus e no ano de 1209. Um exército de 30 mil homens dizimou as colheitas, destruiu cidades e exterminou mulheres, crianças e homens, pelo menos umas 15 mil pessoas. Há o fato de que um dos oficiais deste exército houve por bem perguntar ao representante do Papa como se conseguiria distinguir os cristãos dos hereges. Recebeu a seguinte resposta: - "Mate-os todos Deus reconhecerá os seus".
"
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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por mjp em Ter Abr 02 2013, 16:50

@Derfel escreveu:
A primeira história de genocídio na história da Europa moderna aconteceu no Languedoc francês, no sul da França, nas montanhas a nordeste do Pirineus e no ano de 1209. Um exército de 30 mil homens dizimou as colheitas, destruiu cidades e exterminou mulheres, crianças e homens, pelo menos umas 15 mil pessoas. Há o fato de que um dos oficiais deste exército houve por bem perguntar ao representante do Papa como se conseguiria distinguir os cristãos dos hereges. Recebeu a seguinte resposta: - "Mate-os todos Deus reconhecerá os seus".
"
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A doutrina cátara chocava radicalmente com a pregada pela Igreja Romana. Entre outras coisas:
1.Negava a existência de um único Deus ao afirmar a dualidade das coisas (existência de um Deus mau).
2.Negava o dogma da Trindade, recusando o conceito do espírito santo e afirmando que Jesus não era o filho de Deus encarnado mas uma aparição que mostrava o caminho à perfeição.
3.Apresentava um conceito do mundo e da Criação diferente (para os católicos o mundo e o homem seriam bons ao serem criados por Deus e o pecado viria da corrupção do homem no pecado original).
4.Propugnava a salvação através do conhecimento em vez de através da fé em Deus.

Wikipédia

Fez-me lembrar Revelação 12:5,6



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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por DoC em Qua Abr 03 2013, 10:24

@Maer escreveu:Como eu disse , fica difícil para quem não acredita em Deus , entender o que estava envolvido.
Amigo, confundes imparcialidade.
Se nem todos tem o mesmo direito , nem todos terão a mesma parte , mas todos têm a mesma oportunidade!
Se não acreditas em Deus , fica difícil considerar a questão da soberania universal.
Se fosse pra Deus ficar eliminando os maus , como padrão de justiça , era muito mais fácil colocar um chip em nós , programados para fazer o bem , não acha?
Agora , certos casos são diferentes , pois envolvem cumprimento de propósito...e por aí vai!

É difícil mesmo, mas não é para quem não acredita em Deus, é para quem acredita nele!

Lógica, coerência e pragmatismo são três coisas que não roçam sequer nessa argumentação esdrúxula e sofista que nem me vou prestar a desmontar. Basta-nos o bom senso para perceber.

Esse mesmo discurso usaram e usam-no tiranos para escravizar e assassinar centenas e milhares de pessoas.

Vem agora a mesma tese escondida por trás de um Deus de amor que tudo pode e vendem isso como peixe fresco?

Não! A hipocrisia da argumentação 'watchtoweriana' tem as pernas muito curtas e uma delas é manca.


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Setubalense em Qua Abr 03 2013, 12:12

Gostei Doc da tua argumentação. Muito bom.
Queria só reforçar, numa outra perspetiva.
Vamos ver, se uma pessoa não tiver nunca contato com religião ou pelo menos conhecimentos nestes assuntos, que não entenda estes assuntos ou que não tenha qualquer "feeling" sobre o assunto, aí sim, faz sentido afirmar que não se tem entendimento.
Então se aqui no fórum, quase todos foram TJs e os que nunca foram são cristãos (cristandade é palavra da Orga), como é que é?
Quer dizer, tinham entendimento enquanto acreditavam em Deus, tendo conhecimento dos procedimentos da Bíblia (e mais alguns...) e depois por milhentos motivos sairam do seio das TJs e deixaram de ter entendimento, porque mudaram no modo de pensar e de acreditar, ou passando a ser ateus?
Sinceramente, isto não tem fundamento!


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por mjp em Qua Abr 03 2013, 13:09

@Setubalense escreveu:
Queria só reforçar, numa outra perspetiva.
Vamos ver, se uma pessoa não tiver nunca contato com religião ou pelo menos conhecimentos nestes assuntos, que não entenda estes assuntos ou que não tenha qualquer "feeling" sobre o assunto, aí sim, faz sentido afirmar que não se tem entendimento.
Então se aqui no fórum, quase todos foram TJs e os que nunca foram são cristãos (cristandade é palavra da Orga), como é que é?
Quer dizer, tinham entendimento enquanto acreditavam em Deus, tendo conhecimento dos procedimentos da Bíblia (e mais alguns...) e depois por milhentos motivos sairam do seio das TJs e deixaram de ter entendimento, porque mudaram no modo de pensar e de acreditar, ou passando a ser ateus?
Sinceramente, isto não tem fundamento!

Também me interrogo, caro setubalense, exactamente no mesmo sentido: como é que deixar de acreditar na STV abala tanto a estrutrura mental (emocional?) das pessoas?

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por hocosi em Qua Abr 03 2013, 13:36


Setubalense escreveu:
Gostei Doc da tua argumentação. Muito bom.
Queria só reforçar, numa outra perspetiva.
Vamos ver, se uma pessoa não tiver nunca contato com religião ou pelo menos conhecimentos nestes assuntos, que não entenda estes assuntos ou que não tenha qualquer "feeling" sobre o assunto, aí sim, faz sentido afirmar que não se tem entendimento.
Então se aqui no fórum, quase todos foram TJs e os que nunca foram são cristãos (cristandade é palavra da Orga), como é que é?
Quer dizer, tinham entendimento enquanto acreditavam em Deus, tendo conhecimento dos procedimentos da Bíblia (e mais alguns...) e depois por milhentos motivos sairam do seio das TJs e deixaram de ter entendimento, porque mudaram no modo de pensar e de acreditar, ou passando a ser ateus?
Sinceramente, isto não tem fundamento!


Eu então faço uma pergunta: Para onde ou para quem pensam voltar na certeza de que agora estarão na religião certa?

Como eu já mencionei num outro tópico, a minha passagem pelas TJs equipou-me com ferramentas que me obriga a interrogar tudo e a tirar conclusões claras. Enquanto antes eu nem tinha tempo para pesquizar outras coisas, hoje eu possso analizar a informação e a contra-informação.

A minha conclusão até agora é parecida com o comentário de José Saramago: "Nós somos manipulados e enganados desde que nascemos!” .
AQUI



"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro. A real tragédia da vida são os adultos que têm medo da luz" . Platão

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Derfel em Qua Abr 03 2013, 14:01

(Não querendo fugir do tópico, mas em seguimento com os comentários anteriores)

hocosi, também concordo.
Todavia, talvez tão ou mais importante do que perguntar qual a religião certa, é:

Existe necessidade de religião?
Ou pelo menos, existe necessidade de religiões organizadas, institucionalizadas?

Mais além:
Qual a razão para os humanos prestarem adoração, devoção, e fé em entidades (sejam cristãs ou não) que supostamente são mais poderosas (e muitas delas muito mais virtuosas) que nós, humanos?

Precisaremos nós de acreditar em algo/alguém infalível, inefável, enfim, numa qualquer personificação de ideais para nos apoiarmos no dia-a-dia, nas nossas lutas morais?
Essa necessidade é tão grande que desculparemos essa personificação, mais do que a nós mesmos ou aos nossos semelhantes, apenas para que a nossa crença não fique abalada, fechando os olhos a qualquer tipo de prova ou raciocínio?

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por DoC em Qua Abr 03 2013, 14:37

@mjp escreveu:
@Setubalense escreveu:
Queria só reforçar, numa outra perspetiva.
Vamos ver, se uma pessoa não tiver nunca contato com religião ou pelo menos conhecimentos nestes assuntos, que não entenda estes assuntos ou que não tenha qualquer "feeling" sobre o assunto, aí sim, faz sentido afirmar que não se tem entendimento.
Então se aqui no fórum, quase todos foram TJs e os que nunca foram são cristãos (cristandade é palavra da Orga), como é que é?
Quer dizer, tinham entendimento enquanto acreditavam em Deus, tendo conhecimento dos procedimentos da Bíblia (e mais alguns...) e depois por milhentos motivos sairam do seio das TJs e deixaram de ter entendimento, porque mudaram no modo de pensar e de acreditar, ou passando a ser ateus?
Sinceramente, isto não tem fundamento!

Também me interrogo, caro setubalense, exactamente no mesmo sentido: como é que deixar de acreditar na STV abala tanto a estrutrura mental (emocional?) das pessoas?

mjp,

O que o Setubalense pretende afirmar (segundo eu percebi) é que, efetivamente, não é por abandonar o seio TJ ou mudar o modo de pensar e acreditar que retira o conhecimento e entendimento às pessoas. Estes últimos mantêm-se, simplesmente as pessoas mudam a forma de ver esse conhecimento e isso resulta num novo entendimento (perspetiva) acerca de cada assunto.

Quem sempre foi TJ ou nunca o foi só conhece uma realidade. Quem deixou de ser TJ, tendo-o sido verdadeiramente, conhece duas e melhor habilitado está para pesá-las.

Em relação à questão que colocas, é pertinente e muitas TJ também colocam, aos que dela (STV) saem, uma questão similar. Em abono da simplicidade, todavia, é uma questão fácil de responder.

Durante uma vida inteira as pessoas afunilam toda a sua existência (família, trabalho, gostos, hábitos, modo de pensar e de viver) nas matrizes da STV, com muitos sacrifícios à mistura e perdas significativas, sempre no intuito de uma recompensa maior. Devido à manipulação e controlo mentais impostos pela STV as pessoas dificilmente conseguirão ter a abertura necessária para duvidar ou, em última instância, esclarecer a dúvida. Mais do que isso, as pessoas dificilmente conseguirão ter abertura para definirem por si mesmas aquilo em que acreditam. Os sacrifícios, esses continuam e o investimento na privação aumenta, sempre no intuito de uma recompensa maior que valha todo esse investimento.

É somente natural que quando as pessoas percebem que a STV é tão certeira como acertar na lotaria isso despoleta uma reação em cadeia de revolta e indignação. Não é instabilidade mental ou emocional, mas sim um sentimento de aversão e repúdio convictos. É a própria STV que potencia estes sentimentos em direção a ela por estabelecer um controlo total sobre o indivíduo e absorvê-lo em todos os aspeto das sua vida. São peças de dominó que caem uma após outra até não restar uma única de pé.

A STV, bem como a maioria das religiões, recorre a uma necessidade humana latente, a espiritualidade, para se apoderar da vida desses mesmos humanos na intenção de controlar, dominar sobre outros.

Mais quanto maior o poder, maior a responsabilidade. E quanto maior a altura, maior a queda. A STV só colhe o que semeia.

@hocosi escreveu:Eu então faço uma pergunta: Para onde ou para quem pensam voltar na certeza de que agora estarão na religião certa?

Como eu já mencionei num outro tópico, a minha passagem pelas TJs equipou-me com ferramentas que me obriga a interrogar tudo e a tirar conclusões claras. Enquanto antes eu nem tinha tempo para pesquizar outras coisas, hoje eu possso analizar a informação e a contra-informação.

A minha conclusão até agora é parecida com o comentário de José Saramago: "Nós somos manipulados e enganados desde que nascemos!” .
AQUI

hocosi,

De acordo com o que disse o Derfel, antes dessa pergunta há outra: "Por que precisamos nós de religião?"

As TJ usam tipicamente uma pergunta deste género: "Se as TJ não são a organização verdadeira, então qual é." (Costuma soar uma voz no meu cérebro, bem alta: "Nenhuma, são todas uma artimanha de controlo e manipulação."

Em suma, deixar de ser TJ não é somente abandonar uma religião, é, grande parte das vezes, abandonar a religião como um todo, tão grande é o choque e indignação causados por lhe 'destapar a careca'. Note-se porém que espiritualidade não é religião.

PS: desculpem se fugi muito ao tópico.


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Setubalense em Qua Abr 03 2013, 15:07

Doc, foi exatamente o que quis dar a entender.
Leste-me o pensamento.


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Setubalense em Qua Abr 03 2013, 15:11

Será que uma entidade tão superior a nós “míseros” humanos, tem necessidade que lhe façam cócegas no ego? (Conforme exposto por Derfei, por outra forma)-
Uma entidade divina, pratica todo o género de atrocidades, mas, enfim, quem somos nós para questionar Deus, visto sermos limitados… e depois, num defeito do homem pecador, regozija-se com bajulações?
Deus na sua perfeição tem alguma necessidade disto?
P.S. Ups, se fujo ao tema.


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por hocosi em Qua Abr 03 2013, 19:48


Doc escreveu:

hocosi,

De acordo com o que disse o Derfel, antes dessa pergunta há outra: "Por que precisamos nós de religião?"

As TJ usam tipicamente uma pergunta deste género: "Se as TJ não são a organização verdadeira, então qual é." (Costuma soar uma voz no meu cérebro, bem alta: "Nenhuma, são todas uma artimanha de controlo e manipulação."

Em suma, deixar de ser TJ não é somente abandonar uma religião, é, grande parte das vezes, abandonar a religião como um todo, tão grande é o choque e indignação causados por lhe 'destapar a careca'. Note-se porém que espiritualidade não é religião.

É exatamente isso que eu sinto.



"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro. A real tragédia da vida são os adultos que têm medo da luz" . Platão

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por hocosi em Qua Abr 03 2013, 20:04

@Setubalense escreveu:Será que uma entidade tão superior a nós “míseros” humanos, tem necessidade que lhe façam cócegas no ego? (Conforme exposto por Derfei, por outra forma)-
Uma entidade divina, pratica todo o género de atrocidades, mas, enfim, quem somos nós para questionar Deus, visto sermos limitados… e depois, num defeito do homem pecador, regozija-se com bajulações?
Deus na sua perfeição tem alguma necessidade disto?
P.S. Ups, se fujo ao tema.

Caro Setubalense,

Quem somos nós para questionar Deus? Ninguém de facto. Mas temos inteligência e discernimento. Podemos ver que há coisas que não batem certo em face dos relatos bíblicos. Ouvimos dizer que o Deus do Novo Testamento é diferente do Velho uma vez que Cristo veio pregar a mensagem do amor e da salvação.

Mas daquilo que lemos até nos próprios evangelhos a imagem que se nos apresenta é mais ou menos esta:




Ler Mateus 23:23; Mateus 13:41,42; Mateus 25:41 e outros



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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por Setubalense em Qua Abr 03 2013, 21:02

Hocosi, poderia argumentar, mas acho que não vale a pena. Desvirtuaria o enfoque do tema.
Respeito a tua opinião, mas tenho a minha.
Só para terminar, a minha opinião foi baseada na Bíblia. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, cada um acredita no que quer, mediante as análises que faz e nas conclusões que tira.


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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por hocosi em Qua Abr 03 2013, 21:19

@Setubalense escreveu:Hocosi, poderia argumentar, mas acho que não vale a pena. Desvirtuaria o enfoque do tema.
Respeito a tua opinião, mas tenho a minha.
Só para terminar, a minha opinião foi baseada na Bíblia. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, cada um acredita no que quer, mediante as análises que faz e nas conclusões que tira.

Claro que cada um tem a sua opinião e aqui não é lugar para fazer adeptos ou seguidores. Nem adianta muito entrar em polémicas. A vida é curta e há mais vida para além do fórum. Como dizes muito bem: "cada um acredita no que quer".



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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por mjp em Qua Abr 03 2013, 22:10

@hocosi escreveu:

Mas daquilo que lemos até nos próprios evangelhos a imagem que se nos apresenta é mais ou menos esta:




Ler Mateus 23:23; Mateus 13:41,42; Mateus 25:41 e outros

Apesar da imagem ser um tanto ou quanto simplista, acho que é um excelente resumo da mensagem da Bìblia; quer do VT, quer do NT. Mas, no fundo, a quem é que isso preocupa? Os crentes que O amam não têm medo do inferno (seja lá isso o que for). Os que não são crentes, nem sequer acreditam, seja em inferno, céu, paraíso terrestre ou qualquer outra coisa do género. Quem é que sobra? Só os que têm medo. Mas os não crentes não podem ter medo naquilo em que não acreditam, os crentes não podem ter medo de algo que, seja lá o inferno o que for, não é para eles. Às vezes fico sem perceber nada...

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por TJ Curioso em Qui Abr 04 2013, 09:50

Eduardo.TJ volto a mencionar que gostava de saber a sua opinião em relação à minha última resposta acerca das últimas afirmações que fez.

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

Mensagem por claricemedeiros8989 em Seg Abr 08 2013, 01:55

Boa noite a todos.

Sobre esse relato ao que me parece Deus estava no 'direito', vejam bem, ao que parece, sobre a vida daquela criança. Além dele havia, Davi, a mãe, a criança e Israel como nação. Cada um de nós tem sua escolha e sua própria análise pra condenar ou absolver Deus. Mas não é tão simples, embora pessoalmente se eu tenho que fazer uma eu tentaria faze-la justa e prática.

Primeiro. Começando pela criança. Se eu fosse a criança não veria muita vantagem em sobreviver naquele contexto, mais ainda se quem me levasse fosse o próprio senhor da eternidade como muitos pregam.

Segundo. Ainda o bebê, obviamente se eu ainda não sou capaz de decidir, quem melhor poderia fazer isso por mim? poderia alguém ter esse direito?

Terceiro. Ainda temos que analisar os outros envolvidos.

É muito complicado também defender um autor como Deus que relativamente desconheço. mas isso não impede nenhuma discussão a meu ver.

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Re: Um bebê propositalmente assassinado pelo Deus (?) de "amor"

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