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A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por estudante eterno em Sab Maio 24 2014, 18:01

Desassociação? Claro que havia nos tempos bíblicos... Eu conheci um que, no tempo do Paulo, deixou de estar no som porque cobiçou a escrava do vizinho!

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por ellipsis em Sab Maio 24 2014, 18:42

@Índigo escreveu:A Org é perita em deturpar a bíblia para sustentar as suas regras.

Deixo o julgamento da Org na mão de Deus, porque eu como mera humana já não consigo ser misericordiosa.

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por mjp em Sex Jun 20 2014, 22:52

Não ouvi os dez minutos, mas a manipulação bíblica em toda a extensão da palavra "interpretação", pareceu-me evidente.

Espero não estar a repetir algum vídeo já aqui colocado.

Abraços a todos.


mjp
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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por so em Ter Dez 30 2014, 16:02



Conhecereis a internet e a internet vos libertará.

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por Samuel de Medeiros em Ter Dez 30 2014, 17:23

A "desassociação" termo em hebraico "חרם" nos tempos Biblicos ERA PIOR QUE A DESASSOCIAÇÃO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ.

Por exemplo: Uma coisa "devotada a destruição" nunca poderia ser redimida, quer fosse do gênero animal ou humano ( A Torre de Vigia não admite mas os eruditos e a tradição judaica sustentam por exemplo que Jefté ofereu a sua filha em Holocausto e vê isso como uma ação horrível e reprovável ):

Levítico 27
…28 Contudo, nada do que uma pessoa consagra a Yahweh, seja ser humano, seja animal, sejam terras de sua propriedade, poderá ser vendido ou resgatado; tudo o que for dessa forma dedicado ao SENHOR é considerado santíssimo! 29 Nenhum ser humano devotado ao anátema e à destruição poderá ser resgatado; terá de ser executado...


Por isso a Lei de Moisés exigia a morte de pecadores considerados impenitentes mesmo quando eles admitiam seus pecados...  O exemplo mais oportuno é o de Acã que apesar de reconhecer  com a ajuda de Josué que havia pecado contra Deus foi executado por este porque HAVIA SIDO DEVOTADO A DESTRUIÇÃO COM TUDO O QUE PERTENCIA A CIDADES "PRIMOGENITAS DE CANAÃ"... Outro exemplo que ninguém fala é o de Samuel e o Rei Amalequita Hagag, Samuel se irritou muitissimo com Saul o rejeitou e o destronou porque salvou aquilo que havia sido posto em "Herem" termo hebraico para devotado a exclusão... Samuel correu pegou uma faca e RETALHOU HAGAG NO ALTAR diante do Senhor, está escrito dessa maneira no Livro de Samuel...


Sob o jugo de Esdras e os Fariseus começaram a surgir uma jurisprudência que teve que ser adaptada ao menos por um período em que não havia templo nem Sinédrio e que Vigora até hoje no Judaísmo com referencia a punição de pecados que não parecem ter "expiação" se o pecador for Julgado pelo Sinédrio: Idolatria, Imoralidade sexual, e derramamento de Sangue. Um exemplo oportuno que quero compartilhar é referente ao pecado considerado Idolatria. Digamos que um Judeu aceita converter-se ao cristianismo e aceitar a Jesus como o Messias, o que seria considerado idolatria por seu povo, ou digamos que ele de livre e espontânea vontade começasse se convertesse a outra religião, o que a Lei Judaica estabelecida pelos Rabinos dos dias de Ezra determinaria sobre esta pessoa?

Vejamos: ( O texto é meu e eu o coloco aqui com as fontes judaicas não como critica a vossa crença cristã mas apenas para ajudar determinar de onde Paulo que era um Fariseu tirou os seus princípios para formular a exclusão dentro dessa fé )

Muito embora o judeu passe por todos os ritos de admissão em outra fé e formalmente renuncie o judaísmo, ele permanece --- pelo menos no que diz respeito à Halachá --- um judeu, ainda que “em pecado” (Talmud, Sanhedrin 44a). De acordo com Nachmânides, esta atitude deriva-se do fato de que a aliança entre Deus e Israel foi feita “com aquele que está hoje aqui conosco perante o S-nhor nosso Deus e também com aquele que não está aqui hoje” (Deut 29.14; Nachmânides ad loc.).



Para aquele que nasce judeu, o judaísmo não é uma mera questão de escolha e para o prosélito, deixa de ser quando ele se converte. Contudo, pessoas que assumiram outra religião ou que formalmente renunciaram o judaísmo são tratadas de forma diferente pela lei.



Estas pessoas são conhecidas por termos como “mumar” (da raiz que significa, “mudar”), ou “meshumad” (da raiz de, “destruir”, - destruído), ou apikoros (“herege”), ou ainda, “kofer” (“aquele que renega”), ou também, “poshea Israel” (“judeu rebelde”). Assim, mesmo sendo um “mumar” e permanecendo judeu...

Se por exemplo, um judeu convertido ao cristiano celebrasse seu casamento de acordo com os princípios da fé cristã, aos olhos do judaísmo, o casal NÃO estaria casado, e portanto, qualquer um poderia contrair um novo casamento sem se divorciar, pois não estariam legalmente casados pela Lei.

O filho de um judeu cristão não deve passar pela brit milá (circuncisão), há porém quem discorde e afirme que ele deve ser incluído como parte da comunidade judaica e cortar ligações com o pai. "A criança não poderá entrar na aliança de Avraham mesmo sendo de origem judaica."  Uma judia que torna-se cristã é suspeita de violar todos os mandamentos da Torah, incluindo adultério – tornando-se assim proibida para seu marido e como mulher casada de acordo com a Lei, proibida para qualquer outro homem. O marido, caso seja judeu praticante tradicional teria que simplesmente romper com ela, pois não poderia confiar que ela estaria seguindo fielmente kashrut e leis de niddah, e devido ás suas crenças, ela passa a ser suspeita de adultério, fornicação espiritual. Normalmente, o divórcio não entra em efeito até que o “gett” [documento official] tenha sido entregue pessoalmente, mas no caso de um(a) “cristão[a]” casado[a] com um judeu/judia observante, o divórcio passa a ter efeito no momento em que é emitido: “[nesses casos] pode ser conferido sem o conhecimento da outra parte ou sem o seu consentimento” ( Shulchan Aruach Even Haezer 140:5).

Esclarecendo que o "Sulchan Aruch" é o livro estabelecido pelos sábios judeus que determina a conduta das pessoas e como a lei deve ser aplicada, é um livro semelhante ao Livro dos anciãos para a Torre de Vigia.

Um “judeu cristão” não pode ser testemunha numa corte de justiça judaica porque o testemunho de um apostata é considerado indigno de confiança visto que pela sua rebeldia, anula toda a Torah e assim, passa a ser considerado como não digno de confiança, mesmo permanecendo judeu em seu status pessoal. De acordo com a lei estrita, um filho é herdeiro de seu pai pelo fato de descender dele (Núm 27. Cool. Entretanto, o “judeu”, tendo pecado, pode ser deserdado pelo tribunal excluindo-o da herança de seu pai (Talmud, Kiddushin 18a Piskei ha- Rosh).



Sua morte não pode ser lamentada pela sua família; não se assenta em “shivá” [luto] por ele, e ele pode ser sepultado apenas próximo à cerca, nos limites do cemitério judeu.



Nem nenhum outro judeu pode partilhar de seu pão ou beber de seu vinho? Ele não pode ser chamado para uma “aliyah” [subida para a leitura da Torah]? É proibido até mesmo de segurar um Sefer Torah na sinagoga? Se ele tiver escrito uma mezuzah, um rolo da Torah ou um tefilin, estes itens considerados sagrados por todos os judeus devem ser destruídos. O Nome sagrado de Deus se escrito por ele, não tem “kedushá” [santidade]... NÃO pode ser contado num minyan [quorum de dez homens] para as orações e leituras sacras junto com seus irmãos.



Um judeu ateu tem plenos direitos numa sinagoga, um judeu que tenha casado com pessoas de outras religiões, igualmente; um judeu que tenha sido convertido à força tem da mesma forma seus direitos assegurados, como sabemos á partir do Kol Nidrei – todos estes são contados e permanecem como a totalidade de Israel. Mas, aquele judeu que espontânea e abertamente abraça a divindade cristã, ou Allah, Krishna etc --- estes estão cortados de seu povo. A estes, dizemos, “Não tens parte em Israel, nem porção em Jacó”

Maimônides, em seu Mishne Torah, declara que o tratamento dispensado às “sete nações” ( que Deus ordenou que fosses destruídas )deveria ser mais condescendente do que com os judeus apóstatas, devendo ser os últimos combatidos ostensiva e sistematicamente, por “prejudicarem a nação judaica e forçar as pessoas a deixar de Deus”

O Rambam, em sua obra sobre o Arrependimento, diz:


"Os seguintes não tem uma porção no mundo vindouro, mas estão cortados para perecer e pela sua impiedade e pecaminosidade estão condenados para todo o sempre. Entre estes, citamos aqueles que negam a Torah, aqueles que causam uma multidão de pecados e aqueles que abandonam os caminhos da comunidade.. aquele que diz que há um poder de governo, mas que tal poder está dividido entre duas ou mais pessoas; aquele que diz que há um só Deus, mas que Ele tem corpo e forma; assim, aquele que presta culto a qualquer outro senão Ele [o Eterno], ou crê num mediador entre os seres humanos e e o S-nhor do universo...



...da mesma forma, aquele que nega as interpretações da Torah, isto é, a Lei Oral… aquele que diz que o Criador mudou seus mandamentos por outros, e que esta Torah, embora sendo de origem divina é agora obsoleta, como os nazarenos [cristãos] e muçulmanos afirmam. Uma pessoa que pertença à qualquer uma destas classes, é um que nega a Torah. Uma pessoa que se separa da comunidade, mesmo que não cometa transgressão, mas aparta-se da congregação de Israel, não cumpre os preceitos religiosos em comum com seu povo, não observa seus jejuns, e segue seus próprios caminhos como se fosse um gentio e não pertencesse ao povo de Israel – tal pessoa não tem porção no mundo vindouro."

[Todas as citações de “Arrependimento 3” – Mishnê Torah, Rambam]

Alguns podem objetar afirmando que aquilo que digo diz respeito apenas aos idólatras. Por volta da metade do 2º século, a divisão entre igreja e sinagoga já estava bem clara. A aceitação do cristianismo que rejeitava a Torah, já era naquele tempo considerada pelos judeus como apostasia no seu mais amplo sentido. Os dogmas cristãos da Encarnação e da Trindade deram ao cristiansimo um caráter idolátrico (avodah zarah).

Somente um "privilégio" resta para tal judeu. Ele pode a qualquer momento, fazer “teshuvá” [retorno, arrependimento]. Ele pode retornar em contrição à sua herança e ao Deus de seu povo. Algumas autoridades rabínicas exigem um ato simbólico. O baal teshuvá [aquele que está voltando ao judaísmo] deve confessar seus pecados e se arrepender deles perante três rabinos. Algumas autoridades exigem imersão na mikvê.

O Rambam diz,

"Quando diz-se que todo aquele que comete um desses pecados não tem porção no mundo vindouro, a declaração deve ser entendida como devendo ser aplicada apenas ao pecador que não se arrependa publicamente até o dia de sua mortes. Mas, se ele se arrepender de sua impiedade e expirar enquanto ainda penitente, ele é um dos que terão uma porção no mundo vindouro, visto que não há nada que se coloque como tropeço para o arrependimento sincero, como está escrito: "Paz, paz para aquele que está distante para aquele que está perto, diz o S-nhor e eu o sararei” (Is 57.19). Todos os ímpios, transgressores e apóstatas que, voltarem penitentes, seja abertamente ou em segredo são aceitos como está escrito: “Voltai, ó filhos rebeldes" (Jer 3.22).



A quinhentos anos mais ou menos ocorreu na Holanda dois casos de "Herem" o de Baruch Spinoza e o de Uriel Acosta ( Dos Judeus Portugueses considerados apostatas por sua congregação ) quero deixar registrado aqui o evento segundo aqueles que lhes desassociaram e o que eles sentiram a respeito. É possível fazer um paralelo com o que sucede hoje nas congregações das Testemunhas de Jeová...

Carta de Exclusão da congregação contra Spinoza, o original em idioma Português que era o idioma dos judeus da Holanda, pode ser encontrado na Internet:

“Os senhores do Mahamad fazem saber a vossas mercês: como há dias que, tendo notícia das más opiniões de Baruch de Espinosa, procuraram por diferentes caminhos e promessas retirá-lo de seus maus caminhos; e que, não podendo remediá-lo, antes, pelo contrário, tendo a cada dia maiores notícias das horrendas heresias que praticava e ensinava, e das enormes obras que praticava; tendo disso muitas testemunhas fidedignas que depuseram e testemunharam tudo em presença de dito Espinosa, de que ficou convencido, o qual tendo tudo examinado em presença dos Senhores Hahamín, deliberaram com o seu parecer que dito Espinosa seja excomunhado e apartado de toda nação de Israel como atualmente o põe em herém, com o Herém seguinte: Com a sentença dos Anjos, com dito dos Santos, com o consentimento do Deus Bendito e o consentimento de todo este Kahal Kados, diante dos Santos Sepharin, estes, com seiscentos e treze parceiros que estão escritos neles, nós Excomunhamos, apartamos, amaldiçoamos e praguejamos a Baruch de Espinosa, como o herém que excomunhou Josué a Jericó, com a maldição que maldisse Elias aos moços, e com todas as maldições que estão escritas na Lei. Maldito seja de dia e maldito seja de noite, maldito seja em seu deitar e maldito seja em seu levantar, maldito ele em seu sair e maldito ele em seu entrar; não queira Adonai perdoar a ele, que então então semeie o furor de Adonai e seu zelo neste homem e caia nele todas as maldições escritas no livro desta Lei. E vós, os apegados com Adonai, vosso Deus, sejais atento todos vós hoje. Advertindo que ninguém lhe pode falar oralmente nem por escrito, nem lhe fazer nenhum favor, nem estar com ele debaixo do mesmo teto, nem junto com ele a menos de quatro côvados (três palmos, isto é, 0,66m; cúbito), nem ler papel algum feito ou escrito por ele”.

Em 15 de Maio de 1623, reuniram-se as três congregações luso-judaicas em Amsterdão para o condenar e deram o veredicto seguinte:


Carta de Exclusão da congregação contra Uriel Acosta, o original em idioma Português que era o idioma dos judeus da Holanda, pode ser encontrado na Internet:

“ Os senhores Deputados da nação fazem saber a Vossas Mercês como tendo notícia que era vindo a esta Cidade um homem que se pôs por nome de Uriel Abadot. E que trazia muitas opiniões erradas, falsas e heréticas contra nossa santíssima lei pelas quais já em Hamburgo e Veneza foi declarado por herege e excomungado e desejando reduzi-lo à verdade fizeram todas as diligências necessárias por vezes com toda a suavidade e brandura por meio do Hahamim e Velhos da nossa nação, a que ditos senhores deputados se acharam presentes. E vendo que por pura pertinácia e arrogância persiste em sua maldade e falsas opiniões ordenam com os Mahamadot dos echilot. E cós de ditos hahamim apartá-lo como homem já enhermado, e maldito da Lei de Dio, e que não lhe fale pessoa alguma de nenhuma qualidade, nem homem nem mulher, nem parente nem estranho, nem entre na casa onde estiver, nem lhe dêem favor algum, nem o comuniquem com pena de ser compreendido no mesmo herem e de ser apartado da nossa comunicação. E a seus Irmãos por bons respeitos se concedeu termo de oito dias para se apartarem dele. Amsterdão, 30 del homer 5383 (15 de Maio de 1623). (aa) Samuel Abarvanel, Birhamin Israel, Abraham Curiel, Joseph Abenacar, Rafael Jesurum, Jacob Franco”

Carta de Uriel Acosta antes de se suicidar por sua exclusão da comunidade judaico-portuguesa da Holanda http://arlindo-correia.com/exemplar_humanae_vitae.html recomendo a leitura para que vejam os métodos aplicados e lhes asseguro que eles estão EM PLENO ACORDO COM A LEI JUDAICA ESTABELECIDA POR ESDRAS E APLICADAS PELOS FARISEUS...


Enfim esse método de excluir e ostracizar pessoas aplicado pelas testemunhas de Jeová é nada mais nada menos que uma ressignificação das leis dos fariseus que passaram a ser aplicadas por Paulo em sua promoção do cristianismo aos gentios de Corinto deixando de ser aplicadas pelo cristianismo moderno mas que ainda vigora em grupos mais fundamentalistas...


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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por Investigando a Torre em Ter Dez 30 2014, 17:56

Importa salientar que a máxima punição que um devoto do judaísmo pode levar é chamada Chérem e é julgada por um Bet Din ou tribunal rabínico. Desde o iluminismo, i.e. desde o Séc. XVIII, é muito raro esse tipo de sanção, salvo entre comunidades Haredim (judaísmo ultra-ortodoxo) e Chasídicas (surgidas no interior do judaísmo ortodoxo).

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por Samuel de Medeiros em Ter Dez 30 2014, 18:11

@Investigando a Torre escreveu:Importa salientar que a máxima punição que um devoto do judaísmo pode levar é chamada Chérem e é julgada por um Bet Din ou tribunal rabínico. Desde o iluminismo, i.e. desde o Séc. XVIII, é muito raro esse tipo de sanção, salvo entre comunidades Haredim (judaísmo ultra-ortodoxo) e Chasídicas (surgidas no interior do judaísmo ortodoxo).

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por Kaarlo Luhtanen em Ter Dez 30 2014, 20:02

O engraçado é que a própria Torre condenava essa prática, mas aí veio uma nova luz que acabou com tudo. Vejam:

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por Altar em Seg Mar 09 2015, 13:33

@Pesquisador escreveu:

a expulsão clara mencionada na situação em 1 Coríntios 5:1-13


para mim essa passagem só tem uma interpretação :

o capítulo começa assim :

há entre vós quem vive com a mulher de seu pai!...

é completa devassidão da luxúria

There was even a Greek word, korinthiazomai (Corinthianize), which meant "to practice fornication."

https://www.blueletterbible.org/study/intros/corinthi.cfm

falei disso na thread sobre as 51 questões da trindade

o que o S. Paulo está a dizer é evitar essas pessoas que cometem pecados horrorosos aos olhos de Deus, é apenas isso








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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por jamir em Seg Mar 09 2015, 14:47

Só agora consegui ler este tópico. Muito bom!

@TJ Curioso escreveu:Agora pergunto eu:
Quantas situações se encontram nas Escrituras Sagradas que poderiam levar um cristão a ser expulso da congregação? Analisem vocês mesmos.

Verdade!
Já que estamos numa de inventar motivos para a desassociação, mais sugestões de práticas antibíblicas:
- Batizar crianças com 10,11,12,13 anos.
- Exigir que se relate, em formulário próprio, o trabalho feito para Deus.
- Empenho na aquisição de apartamentos de luxo, enquanto se ignoram algumas necessidades graves dos fiéis mais desfavorecidos.
- Auto-identificarem-se como "apóstolos modernos" a partir dos seus poleiros, enquanto não estao dispostos a correr nenhum dos riscos que advêm do exemplo que os originais apóstolos deram.

Uma pessoa com 2 dedos de inteligência percebe que há algo de errado nisso e... é desassociada... Porquê? Porque um gajo qualquer, no 1º século, também o foi.


A liderança, essa sim, deveria ser desassociada!


♫♫ É Deus veraz que tudo prediz, somos seu povo feliz! ♫♫
(repetir até acreditar)

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por TJ Curioso em Dom Mar 15 2015, 12:17

Este artigo é excelente e merece ser lido, complementando muito bem aquilo que escrevi na abertura deste tópico!

http://avoidjw.org/2015/03/disfellowshipping-biblical-teaching/

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por River raid em Dom Mar 15 2015, 13:22

Há que dar tempo ao tempo. Aposto com vocês à medida cada vez mais TJ´s deixam a Organização e o número de ovelhas diminuir assim como as contribuições eles (CG) cozinharão uma qualquer Nova Luz banindo a desassociação.

Também pode se dar o caso de inventarem outro tipo de castigo que não envolva o corte total de relações.

Mas como eles andam sempre aqui a espreitar tampouco vou-lhes dar ideias...

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

Mensagem por gregdagangue em Dom Mar 15 2015, 19:14

Nada mais doloroso  e sofrível a nossa querida organização, do que "mexer nos bolsos dela. Os escândalos de pedofilia estão dando as suas 'garfadas' e as baixas com o sumiço ou inatividade de muitos publicadores..., aí a 'orguinha vai pro brejo'. Que legal... Tasse

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Re: A desassociação dos tempos bíblicos é igual à desassociação praticada pelas Testemunhas de Jeová?

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