EX-TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
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Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

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Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por TJ Curioso em Ter Dez 25 2012, 22:49















Fonte: Revista Online ExibirGospel - Edição 23 - págs. 18 a 21
http://www.exibirgospel.com.br/noticias.html

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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por Índigo em Qua Dez 26 2012, 00:34

Muito interessante!

Acho que vou imprimir e enviar por correio para algumas pessoas! Morrer a rir


Vamos trabalhar juntos para manter neste fórum um ambiente limpo e amigável. Bons comentários!
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por mjp em Qua Dez 26 2012, 00:38

A exposição sobre a falsa Ressurreição de Jesus Cristo, como defende o Anti-Cristo através da boca e publicações das testemunhas de Jeová que conscientemente o seguem, mais os outros que na ignorancia servem um propósito anti-cristão , está correcta.

Os outros proferimentos teológicos, são os de mais uma igreja de inspiração luterana. Todos os dias aparecem mais algumas.

Lutero, Calvino, Zwinglio... os pais do protestantismo, estavam teologicamente mais próximo da Igreja donde saíram, que as teologias emergentes do pensamento destes "inspirados", sobre os quais, em parte alguma da Bíblia se encontram referencias ou profeciais que os apontem como os futuros "pastores" do povo de Deus.

"Hoje tenho uma "revelação" espiritual, e um destes dias abro as portas de uma nova igreja..." a este fenómeno religioso dá-se o nome de cissiparidade protestante.


Mais Apontamentos Sobre o


Desenvolvimento do Capitalismo

Patrícia Lança

Janeiro de 2006
...
...4.º – Antes de embarcarmos na análise de outros factores, será conveniente tentar arrumar a
questão religiosa. A tese de Weber sobre o tão badalado conceito da “protestant work ethic” é
muitas vezes citada para reforçar os estereótipos do nórdico diligente e do latino indolente. A
“protestant work ethic”, muitas vezes referida como “non-conformist conscience” (termo mais
apropriado, porque nem todos os protestantes partilharam essa ética) é normalmente
atribuída aos dissidentes, os seguidores de Lutero, de Zwingli, de Calvino, de Knox, de
Wesley, geralmente considerados puritanos. Na Inglaterra eram conhecidos como
não-conformistas por não aderir à igreja do Estado, a anglicana. O papel de Henrique VIII e a
sua apropriação da Igreja de Inglaterra tiveram motivos políticos, tendo a Igreja Anglicana,
fundada por ele, poucas divergências com a teologia católica. Os anglicanos perseguiram
ferozmente a minoria fiel a Roma e também os protestantes dissidentes que eram em maior
número especialmente nas classes médias e mercantis. Por essa razão a perseguição
anglicana aos dissidentes abrandou mais cedo e veio a era da tolerância. A tese sobre a ética
protestante terá algum peso mas inclui-se num cabaz de outras consequências da reforma
protestante (e não ignoradas por Weber): a exclusão na Inglaterra da posse da terra, da vida
política, de cargos oficiais e da universidade, dos dissidentes (e também dos católicos) —
uma discriminação que acabou por empurrar espíritos corajosos, enérgicos e
empreendedores para o comércio e a indústria. O surgimento gradual da prática da tolerância
na Inglaterra entre as diversas confissões, assim fomentando um espírito aberto às
inovações, ao passo que no continente continuavam perseguições religiosas, levou centenas
de milhar de emigrantes protestantes para a Inglaterra a qual veio a beneficiar dos seus
conhecimentos técnicos enquanto os países rivais perderam valioso capital humano.
Finalmente houve o fomento da literacia através da insistência na leitura da Bíblia cujas
traduções para o vernáculo se tornaram acessíveis a todos. Como consequência, as
confissões protestantes, tanto anglicanos como dissidentes, dedicaram-se à fundação de
escolas de todos os níveis.




Muito mais estudos indicam, (este é de carácter económico e dedicado ao desenvolvimento económico na Inlaterra) que de Lutero e de outros pensadores da Reforma Protestante, se aproveitaram muitos interesses político/económicos, que vieram a degenerar, no que ao fundamento religioso dos seus mentores se refere,uma multiplicidade de doutrinas, bem distantes dos pais do protestantismo, algumas verdadeiramente heréticas em relação ao cristianismo, e que hoje explicam, sobremaneira, o aproveitamento religioso do fenómeno protestante dos nossos dias.









Última edição por mjp em Qua Dez 26 2012, 00:40, editado 1 vez(es)
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por IR em Qua Dez 26 2012, 00:40

Sempre me fez confusão ele não ter ressuscitado no mesmo corpo mas como se explica o facto de que não foi imediatamente reconhecido pelos que o viram?

O Perspicaz diz:
A Ressurreição Celestial. Jesus Cristo é chamado de “o primogênito dentre os mortos”. (Col 1:18) Ele foi o primeiro a ser ressuscitado para a vida eterna. E sua ressurreição foi “no espírito”, para a vida no céu. (1Pe 3:18) Ademais, foi alçado a uma forma de vida mais elevada e a uma posição mais alta do que a que detinha nos céus antes de vir à terra. Foram-lhe concedidas imortalidade e incorrupção, que nenhuma criatura na carne pode ter, e foi tornado “mais alto do que os céus”, estando apenas abaixo de Jeová Deus no universo. (He 7:26; 1Ti 6:14-16; Fil 2:9-11; At 2:34; 1Co 15:27) Sua ressurreição foi realizada pelo próprio Jeová Deus. — At 3:15; 5:30; Ro 4:24; 10:9.
Não obstante, durante 40 dias após sua ressurreição, Jesus apareceu a seus discípulos em diferentes ocasiões, em diferentes corpos carnais, assim como anjos tinham aparecido a homens nos tempos antigos. Igual àqueles anjos, ele tinha o poder de constituir e de desintegrar tais corpos carnais à vontade, com o propósito de provar visivelmente que fora ressuscitado. (Mt 28:8-10, 16-20; Lu 24:13-32, 36-43; Jo 20:14-29; Gên 18:1, 2; 19:1; Jos 5:13-15; Jz 6:11, 12; 13:3, 13) Suas muitas aparições, e especialmente sua manifestação a mais de 500 pessoas em certa ocasião, fornecem forte testemunho da veracidade de sua ressurreição. Sua ressurreição, tão bem atestada, fornece “garantia a todos os homens” da certeza dum futuro dia de ajuste de contas ou julgamento. — At 17:31.


O homem livre é senhor da sua vontade e escravo somente da sua consciência.
Aristóteles

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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por mjp em Qua Dez 26 2012, 03:54

@IR escreveu:Sempre me fez confusão ele não ter ressuscitado no mesmo corpo mas como se explica o facto de que não foi imediatamente reconhecido pelos que o viram?

O Perspicaz diz:
A Ressurreição Celestial. Jesus Cristo é chamado de “o primogênito dentre os mortos”. (Col 1:18) Ele foi o primeiro a ser ressuscitado para a vida eterna. E sua ressurreição foi “no espírito”, para a vida no céu. (1Pe 3:18) Ademais, foi alçado a uma forma de vida mais elevada e a uma posição mais alta do que a que detinha nos céus antes de vir à terra. Foram-lhe concedidas imortalidade e incorrupção, que nenhuma criatura na carne pode ter, e foi tornado “mais alto do que os céus”, estando apenas abaixo de Jeová Deus no universo. (He 7:26; 1Ti 6:14-16; Fil 2:9-11; At 2:34; 1Co 15:27) Sua ressurreição foi realizada pelo próprio Jeová Deus. — At 3:15; 5:30; Ro 4:24; 10:9.
Não obstante, durante 40 dias após sua ressurreição, Jesus apareceu a seus discípulos em diferentes ocasiões, em diferentes corpos carnais, assim como anjos tinham aparecido a homens nos tempos antigos. Igual àqueles anjos, ele tinha o poder de constituir e de desintegrar tais corpos carnais à vontade, com o propósito de provar visivelmente que fora ressuscitado. (Mt 28:8-10, 16-20; Lu 24:13-32, 36-43; Jo 20:14-29; Gên 18:1, 2; 19:1; Jos 5:13-15; Jz 6:11, 12; 13:3, 13) Suas muitas aparições, e especialmente sua manifestação a mais de 500 pessoas em certa ocasião, fornecem forte testemunho da veracidade de sua ressurreição. Sua ressurreição, tão bem atestada, fornece “garantia a todos os homens” da certeza dum futuro dia de ajuste de contas ou julgamento. — At 17:31.

Ninguém é verdadeiramente livre, enquanto não tiver coragem de partir na aventura da descoberta.

Há obras literárias de variada natureza, que narram, descrevem ou explicam, como muitos, após terem tido a coragem de romper com as muralhas de fortificadas e bem vigiadas prisões, pouco depois, senão logo de seguida, arranjam para si outras, pois muito mais difícil que libertar o corpo, é libertar o espírito.

Assim, aqui vai uma abordagem a este assunto, como apresentado por uma enciclopédia de reconhecido valor e prestígio internacional.

Não responde directamente à questão? Pois não. Mas para quem quiser começar a abordar este tema, não será um mau pontapé de saída. Depois... que cada um investigue (mais) por si.


Resurrection is the rising again from the dead, the resumption of life. In this article, we shall treat only of the Resurrection of Jesus Christ. (The General Resurrection of the Body will be covered in another article.) The fact of Christ's Resurrection, the theories opposed to this fact, its characteristics, and the reasons for its importance must be considered in distinct paragraphs.

I. THE FACT OF CHRIST'S RESURRECTION
The main sources which directly attest the fact of Christ's Resurrection are the Four Gospels and the Epistles of St. Paul. Easter morning is so rich in incident, and so crowded with interested persons, that its complete history presents a rather complicated tableau. It is not surprising, therefore, that the partial accounts contained in each of the Four Gospels appear at first sight hard to harmonize. But whatever exegetic view as to the visit to the sepulchre by the pious women and the appearance of the angels we may defend, we cannot deny the Evangelists' agreement as to the fact that the risen Christ appeared to one or more persons. According to St. Matthew, He appeared to the holy women, and again on a mountain in Galilee; according to St. Mark, He was seen by Mary Magdalen, by the two disciples at Emmaus, and the Eleven before his Ascension into heaven; according to St. Luke, He walked with the disciples to Emmaus, appeared to Peter and to the assembled disciples in Jerusalem; according to St. John, Jesus appeared to Mary Magdalen, to the ten Apostles on Easter Sunday, to the Eleven a week later, and to the seven disciples at the Sea of Tiberias. St. Paul (I Cor., xv,3-9) enumerates another series of apparitions of Jesus after His Resurrection; he was seen by Cephas, by the Eleven, by more than 500 brethren, many of whom were still alive at the time of the Apostle's writing, by James, by all the Apostles, and lastly by Paul himself.
Here is an outline of a possible harmony of the Evangelists' account concerning the principal events of Easter Sunday:

The holy women carrying the spices previously prepared start out for the sepulchre before dawn, and reach it after sunrise; they are anxious about the heavy stone, but know nothing of the official guard of the sepulchre (Matt., xxviii, 1-3; Mark, xvi, 1-3; Luke, xxiv, 1; John, xx, 1).
The angel frightened the guards by his brightness, put them to flight, rolled away the stone, and seated himself not upon (ep autou), but above (epano autou) the stone (Matt. xxviii, 2-4).
Mary Magdalen, Mary the Mother of James, and Salome approach the sepulchre, and see the stone rolled back, whereupon Mary Magdalen immediately returns to inform the Apostles (Mark, xvi, 4; Luke, xxiv, 2; John xx, 1-2).
The other two holy women enter the sepulchre, find an angel seated in the vestibule, who shows them the empty sepulchre, announces the Resurrection, and commissions them to tell the disciples and Peter that they shall see Jesus in Galilee (Matt., xxviii, 5-7; Mark, xvi,5-7).
A second group of holy women, consisting of Joanna and her companions, arrive at the sepulchre, where they have probably agreed to meet the first group, enter the empty interior, and are admonished by two angels that Jesus has risen according to His prediction (Luke, xxiv, 10).
Not long after, Peter and John, who were notified by Mary Magdalen, arrive at the sepulchre and find the linen cloth in such a position as to exclude the supposition that the body was stolen; for they lay simply flat on the ground, showing that the sacred body had vanished out of them without touching them. When John notices this he believes (John, xx, 3-10).
Mary Magdalen returns to the sepulchre, sees first two angels within, and then Jesus Himself (John, xx, 11-l6; Mark, xvi, 9).
The two groups of pious women, who probably met on their return to the city, are favored with the sight of Christ arisen, who commissions them to tell His brethren that they will see him in Galilee (Matt., xxviii, 8-10; Mark, xvi,7-9).
The holy women relate their experiences to the Apostles, but find no belief (Mark, xvi, 10-11; Luke, xxiv, 9-11).
Jesus appears to the disciples, at Emmaus, and they return to Jerusalem; the Apostles appear to waver between doubt and belief (Mark, xvi, 12-13; Luke, xxiv, 13-35).
Christ appears to Peter, and therefore Peter and John firmly believe in the Resurrection (Luke, xxiv, 34; John, xx, 6-9).
After the return of the disciples from Emmaus, Jesus appears to all the Apostles excepting Thomas (Mark, xvi, 14; Luke, xxiv, 36-43; John, xx, 19-25).
The harmony of the other apparitions of Christ after His Resurrection presents no special difficulties. Briefly, therefore, the fact of Christ's Resurrection is attested by more than 500 eyewitnesses, whose experience, simplicity, and uprightness of life rendered them incapable of inventing such a fable, who lived at a time when any attempt to deceive could have been easily discovered, who had nothing in this life to gain, but everything to lose by their testimony, whose moral courage exhibited in their apostolic life can be explained only by their intimate conviction of the objective truth of their message. Again the fact of Christ's Resurrection is attested by the eloquent silence of the Synagogue which had done everything to prevent deception, which could have easily discovered deception, if there had been any, which opposed only sleeping witnesses to the testimony of the Apostles, which did not punish the alleged carelessness of the official guard, and which could not answer the testimony of the Apostles except by threatening them "that they speak no more in this name to any man" (Acts, iv, 17). Finally the thousands and millions, both Jews and Gentiles, who believed the testimony of the Apostles in spite of all the disadvantages following from such a belief, in short the origin of the Church, requires for its explanation the reality of Christ's Resurrection, fot the rise of the Church without the Resurrection would have been a greater miracle than the Resurrection itself.

II. OPPOSING THEORIES
By what means can the evidence for Christ's Resurrection by overthrown? Three theories of explanation have been advanced, though the first two have hardly any adherents in our day.

(1)The Swoon Theory
There is the theory of those who assert that Christ did not really die upon the cross, that His supposed death was only a temporary swoon, and that His Resurrection was simply a return to consciousness. This was advocated by Paulus ("Exegetisches Handbuch", 1842, II, p. 929) and in a modified form by Hase ("Gesch. Jesu", n. 112), but it does not agree with the data furnished by the Gospels. The scourging and the crown of thorns, the carrying of the cross and the crucifixion, the three hours on the cross and the piercing of the Sufferer's side cannot have brought on a mere swoon. His real death is attested by the centurion and the soldiers, by the friends of Jesus and by his most bitter enemies. His stay in a sealed sepulchre for thirty-six hours, in an atmosphere poisoned by the exhalations of a hundred pounds of spices, which would have of itself sufficed to cause death. Moreover, if Jesus had merely returned from a swoon, the feelings of Easter morning would have been those of sympathy rather than those of joy and triumph, the Apostles would have been roused to the duties of a sick chamber rather than to apostolic work, the life of the powerful wonderworker would have ended in ignoble solitude and inglorious obscurity, and His vaunted sinlessness would have changed into His silent approval of a lie as the foundation stone of His Church. No wonder that later critics of the Resurrection, like Strauss, have heaped contempt on the old theory of a swoon.

(2) The Imposition Theory
The disciples, it is said, stole the body of Jesus from the grave, and then proclaimed to men that their Lord had risen. This theory was anticipated by the Jews who "gave a great sum of money to the soldiers, saying: Say you, His disciples came by night, and stole him away when we were asleep" (Matt., xxviii, 12 sq.). The same was urged by Celsus (Orig., "Contra Cels.", II, 56) with some difference of detail. But to assume that the Apostles with a burden of this kind upon their consciences could have preached a kingdom of truth and righteousness as the one great effort of their lives, and that for the sake of that kingdom they could have suffered even unto death, is to assume one of those moral impossibilities which may pass for a moment in the heat of controversy, but must be dismissed without delay in the hour of good reflection.

(3) The Vision Theory
This theory as generally understood by its advocates does not allow visions caused by a Divine intervention, but only such as are the product of human agencies. For if a Divine intervention be admitted, we may as well believe, as far as principles are concerned, that God raised Jesus from the dead. But where in the present instance are the human agencies which might cause these visions? The idea of a resurrection from the grave was familiar to the disciples from their Jewish faith; they had also vague intimations in the prophecies of the Old Testament; finally, Jesus Himself had always associated His Resurrection with the predictions of his death. On the other hand, the disciples' state of mind was one of great excitement; they treasured the memory of Christ with a fondness which made it almost impossible for them to believe that He was gone. In short, their whole mental condition was such as needed only the application of a spark to kindle the flame. The spark was applied by Mary Magdalen, and the flame at once spread with the rapidity and force of a conflagration. What she believed that she had seen, others immediately believed that they must see. Their expectations were fulfilled, and the conviction seized the members of the early Church that the Lord had really risen from the dead.
Such is the vision theory commonly defended by recent critics of the Resurrection. But however ingeniously it may be devised, it is quite impossible from an historical point of view.

It is incompatible with the state of mind of the Apostles; the theory presupposes faith and expectancy on the part of the Apostles, while in point of fact the disciples' faith and expectancy followed their vision of the risen Christ.
It is inconsistent with the nature of Christ's manifestations; they ought to have been connected with heavenly glory, or they should have continued the former intimate relations of Jesus with His disciples, while actually and consistently they presented quite a new phase that could not have been expected.
It does not agree with the conditions of the early Christian community; after the first excitement of Easter Sunday, the disciples as a body are noted for their cool deliberation rather than the exalted enthusiasm of a community of visionaries.
It is incompatible with the length of time during which the apparitions lasted; visions such as the critics suppose have never been known to last long, while some of Christ's manifestations lasted a considerable period.
It is not consistent with the fact that the manifestations were made to numbers at the same instant.
It does not agree with the place where most of the manifestations were made: visionary appearances would have been expected in Galilee, while most apparitions of Jesus occurred in Judea.
It is inconsistent with the fact that the visions came to a sudden end on the day of Ascension.
Keim admits that enthusiasm, nervousness, and mental excitement on the part of the disciples do not supply a rational explanation of the facts as related in the Gospels. According to him, the visions were directly granted by God and the glorified Christ; they may even include a "corporeal appearance" for those who fear that without this they would lose all. But Keim's theory satisfies neither the Church, since it abandons all the proofs of a bodily Resurrection of Jesus, nor the enemies of the Church, since it admits many of the Church's dogmas; nor again is it consistent with itself, since it grants God's special intervention in proof of the Church's faith, though it starts with the denial of the bodily Resurrection of Jesus, which is one of the principal objects of that faith.

(4) Modernist View
The Holy Office describes and condemns in the thirty-sixth and thirty-seventh propositions of the Decree "Lamentabili", the views advocated by a fourth class of opponents of the Resurrection. The former of these propositions reads: "The Resurrection of our Saviour is not properly a fact of the historical order, but a fact of the purely supernatural order neither proved nor provable, which Christian consciousness has little by little inferred from other facts." This statement agrees with, and is further explained by the words of Loisy ("Autour d'un petit livre", p. viii, 120-121, 169; "L'Evangile et l'Eglise", pp. 74-78; 120-121; 171). According to Loisy, firstly, the entrance into life immortal of one risen from the dead is not subject to observation; it is a supernatural, hyper-historical fact, not capable of historical proof. The proofs alleged for the Resurrection of Jesus Christ are inadequate; the empty sepulchre is only an indirect argument, while the apparitions of the risen Christ are open to suspicion on a priori grounds, being sensible impressions of a supernatural reality; and they are doubtful evidence from a critical point of view, on account of the discrepancies in the various Scriptural narratives and the mixed character of the detail connected with the apparitions. Secondly, if one prescinds from the faith of the Apostles, the testimony of the New Testament does not furnish a certain argument for the fact of the Resurrection. This faith of the Apostles is concerned not so much with the Resurrection of Jesus Christ as with His immortal life; being based on the apparitions, which are unsatisfactory evidence from an historical point of view, its force is appreciated only by faith itself; being a development of the idea of an immortal Messias, it is an evolution of Christian consciousness, though it is at the same time a corrective of the scandal of the Cross. The Holy Office rejects this view of the Resurrection when it condemns the thirty-seventh proposition in the Decree "Lamentabili": "The faith in the Resurrection of Christ pointed at the beginning no so much to the fact of the Resurrection, as to the immortal life of Christ with God."
Besides the authoritative rejection of the foregoing view, we may submit the following three considerations which render it untenable: First, the contention that the Resurrection of Christ cannot be proved historically is not in accord with science. Science does not know enough about the limitations and the properties of a body raised from the dead to immortal life to warrant the assertion that such a body cannot be perceived by the senses; again in the case of Christ, the empty sepulchre with all its concrete circumstances cannot be explained except by a miraculous Divine intervention as supernatural in its character as the Resurrection of Jesus. Secondly, history does not allow us to regard the belief in the Resurrection as the result of a gradual evolution in Christian consciousness. The apparitions were not a mere projection of the disciples' Messianic hope and expectation; their Messianic hope and expectations had to be revived by the apparitions. Again, the Apostles did not begin with preaching the immortal life of Christ with God, but they preached Christ's Resurrection from the very beginning, they insisted on it as a fundamental fact and they described even some of the details connected with this fact: Acts, ii, 24, 31; iii, 15,26; iv, 10; v, 30; x, 39-40; xiii, 30, 37; xvii, 31-2; Rom., i,4; iv, 25; vi, 4,9; viii, 11, 34; x, 7; xiv, 9; I Cor., xv, 4, 13 sqq.; etc. Thirdly, the denial of the historical certainty of Christ's Resurrection involves several historical blunders: it questions the objective reality of the apparitions without any historical grounds for such a doubt; it denies the fact of the empty sepulchre in spite of solid historical evidence to the contrary; it questions even the fact of Christ's burial in Joseph's sepulchre, though this fact is based on the clear and simply unimpeachable testimony of history.

III. CHARACTER OF CHRIST'S RESURRECTION
The Resurrection of Christ has much in common with the general resurrection; even the transformation of His body and of His bodily life is of the same kind as that which awaits the blessed in their resurrection. But the following peculiarities must be noted:

Christ's Resurrection is necessarily a glorious one; it implies not merely the reunion of body and soul, but also the glorification of the body.
Christ's body was to know no corruption, but rose again soon after death, when sufficient time had elapsed to leave no doubt as to the reality of His death.
Christ was the first to rise unto life immortal; those raised before Him died again (Col., i, I8; I Cor., xv, 20).
As the Divine power which raised Christ from the grave was His own power, He rose from the dead by His own power (John, ii, 19; x, l7-18).
Since the Resurrection had been promised as the main proof of Christ's Divine mission, it has a greater dogmatic importance than any other fact. "If Christ be not risen again, then is our preaching vain, and your faith is also vain" (I Cor., xv, 14).

IV. IMPORTANCE OF THE RESURRECTION
Besides being the fundamental argument for our Christian belief, the Resurrection is important for the following reasons:

It shows the justice of God who exalted Christ to a life of glory, as Christ had humbled Himself unto death (Phil., ii, 8-9).
The Resurrection completed the mystery of our salvation and redemption; by His death Christ freed us from sin, and by His Resurrection He restored to us the most important privileges lost by sin (Rom., iv, 25).
By His Resurrection we acknowledge Christ as the immortal God, the efficient and exemplary cause of our own resurrection (I Cor., xv, 21; Phil., iii, 20-21), and as the model and the support of our new life of grace (Rom., vi, 4-6; 9-11).
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por mjp em Qua Dez 26 2012, 04:13

Mais uma ajuda, para que se perceba que Jesus ressuscitado não tinha outro corpo, que não fosse aquele com que morreu. As diversas perspectivas com que se abordam a narrativa da Ressureição de Jesus, é que se revestem de diferentes naturezas.


Of the four Gospel accounts, only Luke and John mention anyone having difficulty recognizing Jesus after he had risen from the dead.

Luke (24:13-35) recounts the episode of two disciples on the road to the village of Emmaus on the day of the Resurrection. It wasn't a case of them not recognizing Jesus because his appearance had somehow changed. We are told "their eyes were kept from recognizing him" until he had explained how the Old Testament prophecies concerning the Messiah were fulfilled by him.

In the Gospel of John, the apostles have trouble recognizing Jesus when they are fishing near the Sea of Tiberias and Christ is standing on the shore (Jn 21:1-14). But we're told that the boat is at least 100 yards off shore, so it's not surprising that they didn't recognize him at once.

Similarly, Mary Magdalene didn't recognize Jesus immediately outside the tomb until he called her by name (Jn 20:14-16). Perhaps in this instance he was some distance away also. More than likely she was so intent on finding his dead body ("Tell me where you have laid him and I will take him away") that his risen body escaped her recognition. Mourning, she also may have not looked Jesus in the face until he said her name, and her eyes were full of tears in any event (20:13). And she might have been supernaturally prevented from recognizing him, just as the disciples on the road to Emmaus had been
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por Filino Rupro em Qua Dez 26 2012, 10:39

De um ponto de vista exegético, a posição das TJ parece-me muito correcta.
Mas cada peixeira publicita o seu peixe.



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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por mjp em Qua Dez 26 2012, 12:05

As TJ partem do princípio que Cristo não ressuscitou no corpo. Exegeticamente, se sabe o que isso é, isso sim, um verdadeiro crime de teologia cristã.
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por Filino Rupro em Qua Dez 26 2012, 12:27

mjp,

E não acha que pensam bem?
Ou aceita que corpos físicos possam atravessar paredes? (luc. 24:36, 37)



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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por mjp em Qua Dez 26 2012, 12:41

Não se pode tomar a parte pelo todo. A fantasia tejoteana a este respeito, como em muitos outros, leva a deturpar a natureza da ressureição de Cristo no seu Corpo e no seu Espírito.

Cristo, homem ressuscitado no corpo, não anula Cristo, ressuscitado também em Espírito.

A teologia "tejoteana" gera nós apertados na compreensão da verdadeira natureza e significado da palavra ressureição, com toda a revelação que ela encerra para os cristãos.

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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por IR em Qua Dez 26 2012, 18:28

@mjp escreveu:
Ninguém é verdadeiramente livre, enquanto não tiver coragem de partir na aventura da descoberta.

Há obras literárias de variada natureza, que narram, descrevem ou explicam, como muitos, após terem tido a coragem de romper com as muralhas de fortificadas e bem vigiadas prisões, pouco depois, senão logo de seguida, arranjam para si outras, pois muito mais difícil que libertar o corpo, é libertar o espírito.

Assim, aqui vai uma abordagem a este assunto, como apresentado por uma enciclopédia de reconhecido valor e prestígio internacional.

Não responde directamente à questão? Pois não. Mas para quem quiser começar a abordar este tema, não será um mau pontapé de saída. Depois... que cada um investigue (mais) por si.


Para mim esta liberdade significa mais do que procurar essas verdades de forma exaustiva. É deixar que opiniões belisquem a minha percepção e, de forma natural, lentamente, me vá dando conta do que a minha consciência me vá dizendo de forma empírica mas também intuitiva.
Não excluo portanto os estudos dos Tj, que me repudiam como Org mas que continua a ser uma das fontes de pesquisa. Libertei-me da Org em definitivo, observo-os agora de fora.
Nesta questão a sua explicação parece fazer algum sentido pois o corpo já nada interessa, ele é espírito, e conseguir provar que tinha ressuscitado é a finalidade. Ser num corpo diferente só prova que o dele havia cessado e o/os que usava eram instrumento de ocasião.
A minha exegese.


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por mjp em Qua Dez 26 2012, 18:52

Já li melhor formulação, mas não a tenho de momento em suporte bibliográfico, pelo que esta de suporte informático, também me parece muito correcta:

Exegese e Hermenêutica: o que é isso afinal?
By Ronaldo Brito
Muitos são aqueles que confundem hermenêutica com exegese em relação aos seus métodos e significados. Nas faculdades de Direito e também nos tribunais brasileiros, infelizmente tem se dado pouquíssima importância aos métodos exegéticos ou hermenêuticos que auxiliam o interprete a construir uma exata interpretação dos dispositivos normativos, o que é imprescindível para garantir racionalidade as praticas jurídicas. Vários são os livros que trazem interpretações sobre o texto legal, mas são poucos aqueles que realmente se preocupam com um método científico e objetivo que auxilia e garante uma legitima interpretação do texto legal e de seus conceitos.
A exegese e a hermenêutica foram desenvolvidas inicialmente para auxiliar na interpretação das escrituras bíblicas, tendo em vista os constantes abusos de interpretação. A palavra exegese deriva do grego exegeomai, exegesis; ex tem o sentido de ex-trair, ex-ternar, ex-teriorizar, ex-por, que por sua vez, significa conduzir ou guiar.
A exegese analisa um texto específico de maneira exaustiva, portanto, é o estudo cuidadoso e sistemático do texto para descobrir o significado original que foi pretendido. É a tentativa de interpretar conforme os destinatários originais devem tê-la ouvido; de tentar descobrir qual era a intenção original do autor. A exegese deseja analisar uma determinada palavra inserida em um texto específico e ir ao mais profundo do seu significado.
Tendo em vista que a gramática é uma regra na arte da compreensão da interpretação de um texto, indispensável para um proveitoso entendimento da lei. Deve-se procurar entender o texto primeiramente na sua gramática, para depois entendê-lo hermeneuticamente.
Tornar-se-á um grande erro, se empenhar, ainda que sinceramente, para entender um texto legal de forma hermenêutica, sem antes procurar entender as palavras que estão envolvidas na elaboração do texto. Palavras como: verdade, princípio, cidadão, alguém, pessoa, má-fé, entre outras, precisam ser esclarecidas antes da compreensão propriamente hermenêutica. Afinal, como entender o texto, se as palavras inseridas nele, não puderem ser entendidas? Portanto, primeiramente, é necessário entender a gramática do texto, depois buscar entendê-la hermeneuticamente, pois sem a compreensão da gramática, jamais acertaremos a hermenêutica do texto.
Um fato característico da reforma protestante foi o retorno á interpretação histórica e gramatical das escrituras bíblicas. Desde então esse método de interpretação se contrapõe radicalmente ao esquema de interpretação em que é desprezado o sentido gramatical normal dos termos e permite ao interprete que atribua a palavras e frases o significado que desejar.
Portanto, segundo a exegese, quanto melhor se entender a gramática e o contexto histórico em que as frases foram inicialmente comunicadas, tanto mais se compreenderá o que o legislador quis transmitir.
Destaca-se que o campo semântico total de uma palavra não está permanentemente estabelecido, tendo em vista que com o passar do tempo e os novos usos, ele pode mudar de forma considerável. Consequentemente, deve-se suspeitar um pouco quando algum trecho de exegese tenta estabelecer o significado de uma palavra recorrendo, antes de tudo, a seu uso no grego clássico, latim ou outra língua, tendo em vista que o significado das palavras se dá também de forma pragmática.
Entretanto, já que a exegese resume-se em tirar a informação de dentro do texto legal e jogá-lo para fora como ele é, exatamente como a o texto se apresentou, sem adornos, sem acréscimos, a hermenêutica intenciona conhecer o texto em parâmetros gerais, ou seja, analisa um texto dentro dos seus aspectos gerais. A hermenêutica poderá surgir da exegese, uma vez que, os princípios gerais exegéticos aplicados ao texto, serão desenvolvidos pelas ferramentas da hermenêutica. Por isso uma exegese errada (eisegese), levará o hermeneuta a uma falácia exegética e conseqüentemente a uma derrocada hermenêutica. A exegese quer entender somente aquele texto: palavra, artigo, súmula, ementa etc., ela não tem uma preocupação direta com o contexto do texto e o cenário geral dos acontecimentos. A hermenêutica é mais abrangente, ela quer saber o que todo o direito (conjunto de todo um sistema normativo) fala sobre aquele texto a ser interpretado. A hermenêutica traz uma preocupação com o texto, o contexto, os paralelismos, a história, o momento político, social, econômico, cultural etc..
Normalmente, observamos que cada palavra isolada tem um determinado campo semântico restrito e, portanto, o contexto pode modificar ou adaptar o significado de um termo, ou seja, podemos dizer que as palavras mudam de significado com o decorrer do tempo, no entanto, os princípios exegéticos e hermenêuticos trazem certos limites a esta mutação, garantido uma maior legitimidade à interpretação.


Liberdade, no contexto emocional, mental ou espiritual a que me referi, prende-se com a forma como nos conseguimos libertar de padrões errados ou condicionados na forma de sentir, pensar e viver, e na capacidade de encontrarmos em nós a coragem de partir para a descoberta... sem medo de voltarmos a errar ou a sermos enganados, porque o medo tolhe-nos o espírito e, por vezes, pelo temor mórbido de outras más experiências ficamos passivamente a acariciar o que vem ter connosco, ao invez de sairmos nós a procurar outros mundos, outras mentalidades, outros sentires e outras vivências. O medo pode provocar a falsa sensação de liberdade, mas continuarmos presos, condicionados, em tudo o que são novas experiências.
Muitos, porque tiveram uma má experiencia por uma viagem mal organizada, deixam de viajar, ou arranjam outros sucedâneos. Outros, voltam a comprar novas viagens. Outros ainda, organizam eles próprios a forma de chegar aos seus destinos...
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por IR em Qua Dez 26 2012, 19:04

@mjp escreveu:
Liberdade, no contexto emocional, mental ou espiritual a que me referi, prende-se com a forma como nos conseguimos libertar de padrões errados ou condicionados na forma de sentir, pensar e viver, e na capacidade de encontrarmos em nós a coragem de partir para a descoberta... sem medo de voltarmos a errar ou a sermos enganados, porque o medo tolhe-nos o espírito e, por vezes, pelo temor mórbido de outras más experiências ficamos passivamente a acariciar o que vem ter connosco, ao invez de sairmos nós a procurar outros mundos, outras mentalidades, outros sentires e outras vivências. O medo pode provocar a falsa sensação de liberdade, mas continuarmos presos, condicionados, em tudo o que são novas experiências.
Muitos, porque tiveram uma má experiencia por uma viagem mal organizada, deixam de viajar, ou arranjam outros sucedâneos. Outros, voltam a comprar novas viagens. Outros ainda, organizam eles próprios a forma de chegar aos seus destinos...

Isso nunca vai acontecer comigo ou não fosse eu aquariana Smile


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por mjp em Qua Dez 26 2012, 19:42

Bem, somos dois...aquarianos!

E acreditas mesmo que os astros e as conjugações astronómicas influenciam as nossas personalidades, ou isso não passa de passatempo interessante?

Eu alinho na segunda opção.
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por IR em Qua Dez 26 2012, 20:09

@mjp escreveu:Bem, somos dois...aquarianos!

E acreditas mesmo que os astros e as conjugações astronómicas influenciam as nossas personalidades, ou isso não passa de passatempo interessante?

Eu alinho na segunda opção.

Sempre me abstive desses meandros, não preciso dizer porquê.
Há uns 7,8 anos folheei um caderninho numa tabacaria com o meu signo e fiquei impressionada com o retrato.
Conheço muita gente na minha actividade profissional e por várias vezes, não uma nem duas, dou comigo a perguntar o signo da pessoa porque acho que é aquariana "et voilà".
Acabo por saber a data de nascimento de muita gente, (não saio por ai a perguntar o signo a toda a gente) e por norma corresponde às características relatadas. Inclusive corresponde o signo a pessoas com quem me relaciono melhor ou pior.
Já pesquisei sobre a possível explicação cientifica mas não encontro...
Somos feitos de composições de átomos, será que a posição deles interfere na nossa constituição? A lua cheia interfere no meu humor, isso é facto, tão real como faz as marés.
Interessante sem dúvida, uma pesquisa que faz parte do meu dia a dia...


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por Maer em Qui Dez 27 2012, 15:10

De certo a ressurreição de Cristo foi em espírito , não vejo nenhuma dificuldade nisso. Aliás , a dificuldade seria uma ressurreição em carne. Onde se diz que a ressurreição de Cristo teria de ser em carne? He 10:5 1 Coríntios 15:35-40; Atos 13:34;Hebreus 7:16.
Quanto a espírito se alimentar , em espírito não , mas materializado sim.
Vale lembrar que houve ocasiões que anjos apareceram a servos fiéis e participaram em refeições.
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por MariaL em Qui Dez 27 2012, 19:26

@IR escreveu:
@mjp escreveu:Bem, somos dois...aquarianos!

E acreditas mesmo que os astros e as conjugações astronómicas influenciam as nossas personalidades, ou isso não passa de passatempo interessante?

Eu alinho na segunda opção.

Sempre me abstive desses meandros, não preciso dizer porquê.
Há uns 7,8 anos folheei um caderninho numa tabacaria com o meu signo e fiquei impressionada com o retrato.
Conheço muita gente na minha actividade profissional e por várias vezes, não uma nem duas, dou comigo a perguntar o signo da pessoa porque acho que é aquariana "et voilà".
Acabo por saber a data de nascimento de muita gente, (não saio por ai a perguntar o signo a toda a gente) e por norma corresponde às características relatadas. Inclusive corresponde o signo a pessoas com quem me relaciono melhor ou pior.
Já pesquisei sobre a possível explicação cientifica mas não encontro...
Somos feitos de composições de átomos, será que a posição deles interfere na nossa constituição? A lua cheia interfere no meu humor, isso é facto, tão real como faz as marés.
Interessante sem dúvida, uma pesquisa que faz parte do meu dia a dia...

Já somos 3 ... aquarianos e revejo-me na posição da IR.

Os astros têm influência na nossa vida? Nada científico, mas...
Também ninguém sabe explicar muito bem como é que a mudança de fase lunar influencia os partos, mas o facto é que as maternidades enchem nesses dias... força gravitacional?

Tantos assuntos para investigar e tão pouco tempo ... Smile


Não há pequenas coisas nem grandes coisas, todas são importantes. - Oscar Wilde
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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por Sara Mel em Qui Dez 27 2012, 19:46

as minhas influências são mto simples:

Está sol - bem disposta

Está uma lua linda e um céu cheio de estrelas - bem disposta

Frio, chuva e céu cinzento: de manhã mal dispota, no resto do dia bem disposta, mas mais rezingona!!! Very Happy


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por IR em Qui Dez 27 2012, 19:54

@IR escreveu:
Rectificação
Somos feitos de composições de átomos, será que a posição dos astros interfere na nossa constituição? A lua cheia interfere no meu humor, isso é facto, tão real como faz as marés.
Interessante sem dúvida, uma pesquisa que faz parte do meu dia a dia...


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por IR em Qui Dez 27 2012, 19:55

@MariaL escreveu:
Tantos assuntos para investigar e tão pouco tempo ... Smile

Isto é típico do aquariano, querer saber de tudo!Pena que não tenha paciência para aprofundar tudo... Smile


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por IR em Qui Dez 27 2012, 19:58

DL escreveu:as minhas influências são mto simples:

Está sol - bem disposta

Está uma lua linda e um céu cheio de estrelas - bem disposta

Frio, chuva e céu cinzento: de manhã mal dispota, no resto do dia bem disposta, mas mais rezingona!!! Very Happy

Meticulosa e práctica, típico de uma virgem Smile


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por Sara Mel em Qui Dez 27 2012, 20:03

@IR escreveu:
DL escreveu:as minhas influências são mto simples:

Está sol - bem disposta

Está uma lua linda e um céu cheio de estrelas - bem disposta

Frio, chuva e céu cinzento: de manhã mal dispota, no resto do dia bem disposta, mas mais rezingona!!! Very Happy

Meticulosa e práctica, típico de uma virgem Smile

Quem sou em para contradizer!!!! Very Happy Very Happy


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por IR em Qui Dez 27 2012, 20:13

DL escreveu:
Quem sou em para contradizer!!!! Very Happy Very Happy
Tímida também...hehe


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por ellipsis em Qui Dez 27 2012, 20:16

DL escreveu:as minhas influências são mto simples:

Está sol - bem disposta

Está uma lua linda e um céu cheio de estrelas - bem disposta

Frio, chuva e céu cinzento: de manhã mal dispota, no resto do dia bem disposta, mas mais rezingona!!! Very Happy

Isso era muito fácil de resolver...




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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

Mensagem por mjp em Qui Dez 27 2012, 20:19

@ellipsis escreveu:
DL escreveu:as minhas influências são mto simples:

Está sol - bem disposta

Está uma lua linda e um céu cheio de estrelas - bem disposta

Frio, chuva e céu cinzento: de manhã mal dispota, no resto do dia bem disposta, mas mais rezingona!!! Very Happy

Isso era muito fácil de resolver...


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Re: Será que as Testemunhas de Jeová sabem disso?

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